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Sobre a mãe que não quero ser

Conhecendo_Murilo

Minha maternidade nunca foi idealizada, mas agora que sou mãe tenho algumas certezas, principalmente sobre como não quero fazer ou sobre a mãe que eu não quero ser.

É claro que a maioria de nós erra tentando acertar. Por isso esse texto não é um julgamento, longe disso, é apenas uma reflexão.

Fica mais fácil escolher o caminho certo quando sabemos exatamente por onde não queremos andar.

Não quero ser a mãe que larga sua vida em função dos filhos. Já foram muitas mudanças por aqui. A começar pelo trabalho. Sempre disse que nunca deixaria de trabalhar, gosto e tenho orgulho de ser uma mulher independente.

Não quero ser a mãe que fecha os olhos para os problemas do seu filho. Sei que não é sempre agradável, mas aceito qualquer tipo de comentário sobre meus filhos, principalmente da escola e de outras pessoas que convivem com eles e muitas vezes podem nos passar percepções diferentes da que temos.

Não quero ser a mãe que vira melhor amiga do filho. Aqui em casa somos muito abertos, mas existe uma hierarquia, mãe e pai estão acima, portanto não somos amigos, somos uma família. Que eles entendam que podem contar conosco mas nunca passaremos a mão na cabeça quando tomarem decisões erradas.

Não quero ser a mãe que não vive o presente, que não aproveita o hoje com seus filhos porque esta sempre ansiosa com o futuro e preocupada com que faculdade eles vão cursar ou onde vão morar.

Não quero ser a mãe que se submete ao marido achando que só porque fica em casa com as crianças tem total responsabilidade sobre eles.

Não quero ser a mãe que não deixa eles voarem. Acredito que criamos os filhos para o mundo.

Não quero ser a mãe que grita, que não sabe mostrar os limites sem perder as estribeiras. (Preciso muito ter foco nesse item)

Não quero ser a mãe que sufoca de amor, quero que sintam saudades, que tenham seu espaço, seus momentos mas que também tenham vontade de passar um tempo juntos, seja para conversar ou mesmo para um colinho de mãe.

Já disse no inicio do texto, nada escrito aqui é um julgamento. Tente fazer essa reflexão!! Ao invés de só buscar o ideal, procure pensar em que tipo de mãe você não quer ser. Assim ficará mais fácil acertar.

E como me sempre me disseram e levo como um lema para vida: “Pense em como você quer que ser filho seja, e torne-se a mãe que ele precisa.

Siga sempre seu coração!!!

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2 comentários

  1. fabiana

    oi boa tarde, adorei a matéria, quero compartilhar com vcs, nossa loja virtual http://www.nutritivasaude.com.br, ótimos preços, excelentes suplementos, corre ver vai gostar, tudo para homens e mulheres.

  2. Renata Cliffe

    Entendi que o texto é cheio de boas intenções, mas maternidade real lida com situações que a vida nos impoe e temos que nos adaptar da melhor maneira possível. Quem tem um filho com necessidades especiais não pode se dar ao luxo em escolher que tipo de mãe ser… Não adianta não querer “largar sua vida em função dos filhos” aposto que qualquer mãe perde o sono até com resfriado de filho, quem dirá com uma deficiência… Acho também que seu lema poderia ser diferente, “pense em como você quer que seu filho seja”… Vida real não é assim.