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Eritema infeccioso ou Doença da face esbofeteada

Olá M@es!

Hoje vou falar um pouquinho sobre uma doença que já foi falada nessa última semana no nosso grupo do Facebook, e que tem sido assunto bastante recorrente entre as famílias/ escolas; exatamente por estarmos tendo um surto atual dela na cidade de São Paulo.

Falaremos sobre o ERITEMA INFECCIOSO ou a DOENÇA DA FACE ESBOFETEADA

É uma doença infecciosa que acomete preferencialmente crianças de 2 a 14 anos, sendo considerada a forma mais benigna do amplo espectro de infecções associadas ao parvovírus humano B19, reconhecido atualmente como o agente etiológico.

É também conhecido como a quinta doença (as outras quatro doenças exantemáticas que entram nessa classificação são a escarlatina, sarampo, rubéola e roséola) ou megaleritema epidêmico, sendo de ampla ocorrência no mundo (cerca de 50% das pessoas já são imunes à doença com 15 anos de idade); com surtos principalmente nos meses de inverno e primavera.

Via de transmissão:

A via respiratória é a mais importante na fase virêmica da infecção pelo parvovírus B19, principalmente em comunidades fechadas (berçários, escolas) e entre pessoas da mesma família, onde a taxa de ataque de infecção pode atingir 50% entre os susceptíveis. Por gotículas respiratórias no ar (tosse ou espirro), saliva (beijos ou bebidas compartilhadas), de mãe para bebê durante a gravidez, parto ou amamentação, e por outras secreções infectadas.

A erupção cutânea ocorre por volta de 17 a 18 dias após a criança ter sido infectada pelo vírus, caracterizando o eritema como evento tardio no curso da infecção (fase pós virêmica) e, portanto, com mínimas chances de transmissão.
Importante ressaltar que após o aparecimento da erupção, não há mais risco de contágio.

Período de incubação:

Varia de 4 a 14 dias.

Etiologia:

Causado pelo parvovírus B-19, que pertence à família Parvoviridae e gênero Eritrovirus,

Quadro clínico:

O exantema (manchas avermelhadas) é a apresentação clássica da infecção e em geral não se acompanha de manifestações sistêmicas.

No entanto, alguns pacientes podem referir sinais e sintomas inespecíficos (febrícula, mialgias, cefaléia, náuseas, mal-estar) precedendo o “rash” cutâneo, considerados pródromos e correspondentes à fase virêmica.

A principal característica é uma erupção cutânea que começa nas bochechas e se espalha pelos membros inferiores e pelo tronco.

Nos casos típicos da doença o exantema inicia-se pela face sob a forma de eritema difuso e edema das bochechas (facies esbofeteada); as outras regiões da face, como o queixo e a região perioral, são poupadas.

O exantema clássico da doença é do tipo maculopapular com palidez central, característica que confere aspecto rendilhado à lesão; acomete o tronco e a face extensora dos membros, podendo regredir em até três semanas.

dudaeritema

No entanto, na maioria dos casos predomina o caráter recorrente, que sofre a ação de estímulos não específicos, como sol, estresse e variação brusca de temperatura ambiente. Portanto, é verdade que o exantema tende a piorar se exposto à luz solar.

Diagnóstico:

O diagnóstico é basicamente clínico e leva em conta as características da erupção cutânea. Exames de sangue podem ajudar a identificar os níveis de anticorpos para o vírus B19, quando for necessário estabelecer o diagnóstico diferencial com outras doenças exantemáticas, como a rubéola e o sarampo.

Tratamento e prevenção:

Não há tratamento específico, sendo raros os casos que necessitam de medicação sintomática, restrita aos analgésicos, principalmente em adultos com artralgias ou mialgias.

As medidas preventivas devem visar somente os grupos com risco de desenvolver as formas graves da infecção pelo B19 (grávidas e portadores de anemias hemolíticas crônicas), sendo indicados a gamaglobulina humana intravenosa na grávida e o isolamento destes pacientes em risco de evolução grave.
A maioria das mulheres com eritema infeccioso durante a gravidez tem bebês saudáveis, mas há um pequeno risco de aborto e malformação fetal se a doença for contraída nas primeiras 20 semanas de gestação. Caso a gestante entre em contato com algum caso de eritema infeccioso, deve comunicar seu obstetra.

 

Espero ter ajudado, e estou à disposição para eventuais dúvidas!
Um beijo.

 

*fonte: www.sbp.com.br
 
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Piolho – Saiba o que é e como tratar

Oi M@es

Hoje vou falar sobre PIOLHO, ou melhor pediculose!!!

Pediculose é considerada uma infestação por inseto: o couro cabeludo fica cheio de piolhos e lêndeas.

O tempo de vida do piolho é de 30-40 dias,as fêmeas produzem 7-10 ovos por dia. As lêndeas são esses ovos presos no fio de cabelo por um material produzido pela fêmea. Esses ovos eclodem em 8 dias e temos mais piolhos.

O piolho se alimenta de sangue e ao picar sua saliva causa irritação que leva a coceira.

Quis explicar esse ciclo do piolho para vocês entenderem como é difícil quebrar esse ciclo de vida e como é a rápida a infestação.

A transmissão é muito fácil.

Os sintomas são muita coceira no couro cabeludo, pode até formar umas escoriações pela coçadura, presença de lêndeas (uma massinha branca aderida ao fio) principalmente atrás das orelhas e na nuca.

O tratamento é feito com medicações que matem os piolhos, existem medicações via oral mas que tem que ser associadas a medicações tópicas e o mais IMPORTANTE é a retirada das lêndeas. Oriento as pacientes a aplicar uma mistura de água e vinagre e passar o pente fino para retirar-las

O tratamento tem que ser repetido em uma semana para melhor eficácia.

Cuidados importantes para prevenção: checar sempre o couro cabeludo dos filhos procurando se há lêndeas , reparar se está coçando.

Caso seu filho tenha PIOLHO avisar na ESCOLA e ficar em casa nos primeiros dias de tratamento para evitar que contamine outras crianças!!!!!!

Foto capa: Shutterstock

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O que você precisa saber sobre a Influenza A H1n1

Olá m@es!
Hoje vim aqui para falar para vocês um pouquinho sobre a gripe influenza A (H1N1).

De fato nesse ano a situação está um pouco diferente do que o habitual, muitos casos já confirmados antes mesmo de Abril (a maioria deles em março/ 2016); o que tem gerado muita preocupação entre os pais – muitas mães me procuraram no consultório com relatos de casos na escola dos filhos, e muitas dúvidas sobre quando e como vacinar seus filhos para protegê-los.

Vou focar mais na prevenção, mas acho válido colocar aqui a tabela clássica da Organização Mundial de Saúde que diferencia os sintomas da gripe comum e da gripe A:

tabela-gripe

Como forma de prevenção, devemos evitar lugares fechados com aglomeração de pessoas, lavar sempre as mãos e se possível passar álcool gel, evitar colocar as mãos nos olhos, nariz e boca quando estiver em locais públicos; pois o vírus é transmitido tanto através do contato com saliva e espirros, mas também indiretamente pelas mãos e superfícies contaminadas.

A vacina é uma forma importantíssima de prevenção da doença e todas as crianças (acima de 6 meses de idade) devem tomar!
Na rede pública ela ainda não está disponível, a promessa é para final de abril/ 2016 e serão imunizadas as pessoas com doenças crônicas, aquelas com mais de 60 anos, profissionais da saúde, a população indígena, crianças entre 6 meses e 5 anos, gestantes e também mulheres que tiveram bebês nos últimos 45 dias antes da campanha.

Nas clínicas particulares temos a vacina trivalente 2016 para gripe, e em algumas delas também tem a tetravalente.

Na vacina 2016 (tanto a trivalente quanto na tetravalente) temos a mesma cepa de H1N1 da vacina 2015, pois ainda não houve detecção de mutação no vírus que justificasse uma mudança.
Por isso muita gente tem ficado na dúvida se há necessidade de revacinar (pois já recebeu essa cepa na vacina de 2015).

Quem tomou vacina em 2015 precisa tomar novamente!!!

A proteção dura em média 3 a 4 anos, mas os títulos de anticorpos vão caindo com o passar do tempo e como após a vacina demora 15 dias para subir os anticorpos a recomendação é tomar o quanto antes.

A diferença entre a trivalente e a quadrivalente é o fato dessa última possuir em sua composição uma cepa a mais de influenza B.

Na trivalente temos a proteção para 2 tipos de Influenza A (H1N1 e H3N2) e 1 tipo de Influenza B.

Na quadrivalente temos  2 tipos de Influenza A (H1N1 e H3N2) e 2 tipos de Influenza B. A cepa a mais de Influenza B que existe na quadrivalente não tem sido muito frequente.

Como a maioria dos casos confirmados do surto que estamos tendo nesse ano continua sendo pelo H1N1, sugiro que mesmo quem só encontrou a trivalente vacine com a mesmo quanto antes, pois os títulos de anticorpos sobem em média 15 dias após a aplicação da vacina.

Importante frisar: a vacina tetravalente que está disponível por enquanto na rede particular (GSK) só pode ser administrada para as crianças acima de 3 anos. Antes disso, só a trivalente mesmo!

Para o tratamento das pessoas infectadas o medicamento Tamiflu é importante para os grupos de risco (bebês menores de 2 anos, gestantes e idosos).

Como esta em falta (em São Paulo o hospital Emilio Ribas ainda esta fornecendo) devemos priorizar os grupos de risco e acompanhar de perto os demais casos.

Sempre importante consultar o seu médico, que irá monitorar os sintomas e lhe dar a melhor orientação.

Me coloco a disposição para qualquer dúvida que vocês tiverem.

Foto capa: ShutterStock

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Nossa cidade Sem Dengue

Já não é novidade que estamos passando por um surto seríssimo de Dengue no nosso pais.

Hoje venho contar pra vocês que SBP, que é uma marca preocupada com a segurança da nossa família, esta liderando um movimento de combate a Dengue e conto com a nossa força (Mães unidas!!!) para espalhar por ai essa corrente do bem!!!

Essa é uma doença que precisa ser combatida por todos, pois não basta só nossa casa estar livre do mosquito. É preciso muito mais!!! Não adianta você seguir todas as formas de precaução se o seu vizinho não fizer também.

Portanto falem sobre o assunto com seus amigos, vizinhos, familiares, e disseminem a informação o máximo possível.

nossa-cidade-sem-dengue

Você sabia???

– Não devemos deixar  água parada em baldes, calhas, garrafas, ralos, vasos, tanques, pneus velhos ou recipientes de qualquer natureza.

– Precisamos tampar por completo caixas d’água, tonéis, cisternas ou qualquer depósito doméstico.

– O mosquito da dengue costuma picar nas primeiras horas da manhã e nas últimas horas da tarde, porém, devido à variação de temperatura, os mosquitos também podem atacar em qualquer outra hora e por isso devemos nos prevenir ao longo do dia e da noite.

– Mesmo se estiver usando calça comprida, é preciso  passar repelente.  A parte que o inseto usa pra chegar até o vaso sanguíneo e sugar sangue consegue atravessar o tecido. Então, mesmo se você estiver usando calça jeans, o inseto consegue te picar.

– As fêmeas, transmissoras da doença, costumam picar as pessoas no começo da manhã ou no final da tarde. As áreas do corpo mais afetadas são os pés, tornozelos e pernas. Isso porque o mosquito costuma voar a uma altura máxima de meio metro do solo. Por isso, fique atento a lugares como embaixo da mesa, das camas e armários.

 

Essas e outras dicas e informações sobre a DENGUE você encontra no site: www.nossacidadesemdengue.com.br, com cards informativos que podem ser compartilhados nas redes sociais!!!!

Passe pra frente essas informações!!! É muito importante! Faça sua parte!!!

Juntos podemos combater a Dengue.

#nossacidadesemdengue

 

Este post é um publieditorial

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10 Dicas para ajudar as crianças a desenvolver hábitos saudáveis

Você pode ajudar seu filho a desenvolver hábitos saudáveis logo cedo que lhe trarão uma vida de benefícios.  Como mãe ou pai, você pode incentivar o seu filho a avaliar as escolhas alimentícias e desenvolver o habito de praticar atividades físicas.  Aqui estão algumas dicas para você começar essa jornada:

1) Seja um bom exemplo 

Você não tem que ser perfeita o tempo, mas se seus filhos veem você comendo direito e se exercitando, eles notarão os seus esforços. Você passará a mensagem de que cuidar da saúde é importante para sua família.

2) Mantenha as coisas positivas

Crianças não gostam de escutar o que eles não podem fazer, faça o oposto, diga a eles o que eles podem fazer.  Mantenha as coisas divertidas e positivas.  Todos gostam de ser reconhecidos por um trabalho bem feito.  Celebre o sucesso e ajude as crianças e adolescentes a desenvolver uma auto estima positiva.

3) Faça a família inteira se mexer 

Planeje atividades para toda família se exercitar juntos.  Andem a pé, de bicicleta, façam jardinagem ou brinquem de pega pega no jardim, Todos se beneficiarão com o exercício e com o tempo que passarão juntos.

4) Seja realista

Determinar metas realistas e limites são o segredo do sucesso quando se adota uma nova atitude ou comportamento.  Pequenos passos e mudanças graduais podem fazer uma grande diferença na sua saúde com o passar do tempo, então comece devagar e sempre.

5) Limite TV, vídeo Game e tempo no computador 

Esses hábitos levam ao sedentarismo e ao consume excessivo de “junk food,” o que aumenta o risco de obesidade e doença cardiovascular.  Limite tempo em frente a TV/Vídeo Game/Ipad a 2 horas por dia.

6) Incentive atividades físicas que eles realmente gostem 

Toda criança é única. Deixe seu filho experimentar diversas atividades diferentes até encontrar uma que ele/ela realmente ame fazer. Eles praticarão por mais tempo o que eles realmente amarem fazer.

7) Escolha recompensas verdadeiramente gratificantes 

Não recompense as crianças com TV, vídeo game, balas ou outras besteiras por um trabalho bem feito. Encontre outros meios para celebrar um bom comportamento.

8) Transforme a hora do jantar na hora da família 

Quando todo mundo senta junto para comer, existe menos chances da criança comer as comidas erradas ou comer fora de hora.  Envolva seus filhos no planejamento e na preparação da refeição.  Assim todos desenvolvem bons hábitos alimentares juntos e o tempo de qualidade com a família será um bônus adicional.

9) Transforme a leitura de rótulos em um jogo 

A família toda irá aprender o que é bom para a saúde e se tornar mais consciente do que consome.  É um habito que ajuda a mudar o comportamento para a vida toda.

10) Envolva-se  

Seja um defensor da causa por crianças mais saudáveis. Insista em boas escolhas alimentares na escola. Certifique-se que os profissionais de saúde de seus filhos estejam monitorando indicadores cardiovasculares, como IMC, pressão arterial e colesterol. Contate funcionários públicos em assuntos do coração. Faça sua voz ser ouvida.

 

Texto original aqui

 

 juliana-solano-colaboradoraJuliana Solano,
 Finanças e gestão de empresas pela Boston University 
 Empresária, corretora de seguros e tradutora
 Mãe do Gabriel, 4 anos

Imagem capa: www.shutterstock.com

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Dor do crescimento

Com certeza a maioria de vocês já ouvi falar sobre dor do crescimento, mas como exatamente ela pode acometer os nossos filhotes?

 

A dor nas pernas é queixa frequente em criancas de 3 a 6 anos (podendo acometer, em alguns casos, até os 10 anos de idade). Tradicionalmente é chamada dor do crescimento, apesar de não haver relação clara com as fases de crescimento acelerado. É importante que os pais valorizem este sintoma, porque em uma minoria dos casos pode estar associado à doenças ortopédicas e oncológicas.

 

O relato das mães é quase sempre o mesmo: durante o dia a criança brinca normalmente, corre, joga futebol, vai à escola. E à noite surge aquela dor inexplicável, que a criança não consegue nem mesmo dar a localização exata.

 

A dor do crescimento tem as seguintes características:

– não interfere nas atividades diárias;

– tem duração variável, de poucos minutos a algumas horas;

– melhora espontaneamente sem medicamentos ou com massagem local;

– não é contínua, há períodos de melhora que variam de dias a semanas;

– não é acompanhada de inchaço articular, claudicação ou febre;

– acomete os dois lados;

– a criança sempre tem aspecto saudável.

 

A dor é comum no final da tarde e à noite.

A criança realmente sente dor, não é manha, mas os fatores psicológicos podem predispor a criança a sentir essa dor.

Cerca de 30% das crianças também reclamam de dor de barriga e cabeça. Em alguns casos observam-se problemas emocionais, como ansiedade e problemas de relacionamento. Pode haver coincidência com mudanças na vida da criança, como o nascimento de um irmão ou mudança de escola.

Além disso, se os pais tiveram a dor quando pequenos, as chances de os filhos passarem pelo transtorno são grandes.

Não é necessário tratamento medicamentoso para a dor de crescimento, e há melhora com o passar do tempo. Massagens e compressas quentes são indicadas para aliviar, assim como a prática de exercícios físicos de baixo impacto, como a natação.

 

Não se pode esquecer que algumas doenças infecciosas e oncológicas podem se manifestar com dor nas pernas, que nestes casos costuma ser de forte intensidade e acompanhada de outros sintomas, como os abaixo.

 

Sinais de alerta para as crianças e adolescentes com dor músculoesquelética:

1. Dor localizada em um único ponto (exemplo: um joelho, um tornozelo, etc).

2. Mancar (claudicação).

3. Dor nas costas, mesmo em crianças que usem mochilas, especialmente ao acordar pela manhã.

4. Dificuldade na realização das atividades diárias, como brincar, correr ou praticar esportes.

5. Inchaço em uma ou mais articulações.

6. Febre persistente, não associada à infecção aparente.

7. Emagrecimento exagerado em um curto espaço de tempo (poucos meses).

8. Pouca melhora com massagem ou analgésicos comuns.

9. Fraqueza muscular (dificuldade para subir escadas ou para levantar objetos pesados).

 

Algumas crianças que apresentam dor depois de exercícios físicos têm aumento da frouxidão dos ligamentos, o que acarreta uma condição chamada hipermobilidade articular (articulações mais flexíveis). Pode se localizar nas mãos, braços, pernas e coluna. Nos casos de dor intensa, devem ser evitados o balé e alguns esportes de alto impacto, como o futebol e o basquete. Natação e a hidroginástica são indicadas na maioria dos casos.

 

Em algumas crianças a dor pode estar associada ao uso de videogames e computadores, caracterizando as lesões de esforço repetitivo. O problema é decorrente de movimentos contínuos nos períodos de estudo ou lazer, posturas inadequadas e estresse emocional. A dor se acompanha de sensação de “queimação” ou de peso, e às vezes vem acompanhada de formigamento nas extremidades dos dedos. Pode atingir punhos, antebraços, mãos e coluna.

 

O uso de computadores e videogames por crianças deve ser restrito a uma ou duas horas por dia, no máximo, com supervisão dos pais. Dessa maneira, evita-se uma sobrecarga do sistema músculoesquelético, além do estresse relacionado à esta situação. Para os adolescentes que utilizam muito o computador, a melhor forma de prevenir as lesões é a manutenção de uma postura correta. Devem ser orientados exercícios de alongamento e relaxamento dos braços, punhos, mãos e coluna por cerca de dez minutos a cada hora.

 

Muito importante ressaltar que é fundamental SEMPRE consultar o seu pediatra no caso de dúvidas, a auto-medicação pode ser muito perigosa!

 

Coloco-me à disposição para qualquer esclarecimento.

 

Um beijo à todas e uma ótima semana!

flavia-mariano-120x120 Dra. Flávia Mariano
 CRM 127047
 Pediatra e Neonatologista
 Mãe da Gabi, 3 anos
** Fontes: Sociedade Brasileira de Pediatria
                     Sociedade Brasileira de Ortopedia Pediátrica
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Um dia tudo mudou…

A mãe de um menino lindo de 1 ano de idade, recebeu a notícia que ninguém gostaria de ouvir: Estava com câncer de mama.

Vejam o texto que ela preparou, cheio de verdades, vida, alegria, esperança e principalmente muito amor!

Tenho certeza que servirá para todos aqueles que passaram, passam e poderão um dia passar por isso.

Ela pediu para se manter no anonimato porque muitas pessoas de seu convívio ainda não sabem da doença.

 

“Um dia tudo mudou, de repente, sem aviso. Perdi o controle que eu achava que tinha sobre minha vida, com os meus planos cuidadosamente traçados para o futuro. Em uma tarde como outra qualquer, durante uma consulta médica de rotina com o meu ginecologista, descobri um câncer na minha mama direita. Eu, que já tinha sido assaltada algumas vezes nessa cidade maluca, senti novamente um revólver apontado pra mim. Só que dessa vez, ninguém queria o meu celular, a minha bolsa ou meu relógio. Era a minha vida que estava em jogo e não dependia de mim entregar nada para me livrar daquilo. Acho que é assim que as pessoas se sentem quando recebem uma notícia dessas. Fiz mil exames de imagens e uma biópsia. Era uma quarta-feira. Na sexta veio o resultado, era maligno. Além disso, era grande e agressivo. Meu mundo desabou. O pânico se instalou e eu comecei a tremer de verdade. Com os olhos inundados de medo, disse olhando fundo para o meu médico enquanto o chacoalhava pelos braços “Não me deixe morrer! Eu preciso criar o meu filho! Não posso morrer agora”. Ele me olhou fixamente de volta e afirmou “Não vou deixar, te prometo”.

Assim fui para um mastologista que me examinou e me disse que o melhor tratamento para o meu caso seria começar pela quimioterapia. Com a cabeça baixa e os braços esticados sobre a mesa do consultório, comecei a chorar de novo. Quimioterapia? Eu? O que vai ser de mim? Vou aguentar? Vai dar certo? E meu cabelo? Só quem vive um momento assim entende que o cabelo já não é uma questão de vaidade, pura e simplesmente. Ainda mais quem sempre cuidou dele com tanto carinho, como eu. Como boa leonina que sou, meu cabelo era a minha força. Pelo menos eu achava que era. E desde pequena eu era assim. Passava horas na farmácia vendo as novidades e era ótima para “descobrir” um bom produto! E fazia um baby-liss como ninguém… Como sinto saudades dele… É como se um grande amigo tivesse ído embora. Quando alguém me dizia, tentando me consolar, que um dia ele voltaria a crescer, em nada amenizava a minha dor. Não importa se ele irá voltar. A dor da despedida acontece, inevitavelmente.

Saí de lá com uma consulta marcada com um oncologista, um dos melhores do país. Graças a Deus eu tinha os recursos materiais para me tratar no melhor centro de oncologia da América Latina. E nessa roda viva, eu mal conseguia chegar perto do meu filho, com 11 meses na ocasião. Eu pensava que ele não deveria mais se apegar à mim, pois eu poderia morrer em breve. Eu tentava, mas uma voz negativa me dizia que se eu não estivesse mais por perto em pouco tempo, ele precisaria aprender a viver sem mim. E assim eu me afastava e chorava em silêncio no quarto. Pensei muitas vezes que, se eu morresse, ele nem se lembraria de mim no futuro, a não ser por fotografias e histórias que o meu marido iria contar. Como doía… E sempre, depois de me afastar daqueles bracinhos pequenos, uma onda de culpa se instalava no meu coração. Eu passei a viver um misto de emoções. Ao mesmo tempo que queria abraçá-lo e não soltá-lo nunca mais, até o último minuto, não conseguia olhá-lo nos olhos, pois não queria que ele visse lá no fundo, o meu medo. E ele sentiu que alguma coisa estava errada. Voltou a acordar várias vezes à noite, inquieto. Foram dias muito tristes. Mas eles continuaram a passar, a despeito da minha vontade. Graças a Deus.

Chegou então o dia da consulta e fui apresentada ao plano de guerra: 6 sessões de quimio, uma cirurgia e possíveis sessões de radioterapia. Nessa ordem. O meu câncer era realmente grande, mas tinha cura. O médico então me olhou e me perguntou “quando vc quer começar?” Eu respondi “agora Doutor, pode ser?” E ele surpreso me olhou e eu completei “É que hoje faltam 6, mas amanhã faltarão 5”. Ele me aplaudiu com um olhar de admiração e correu para preparar o meu leito. Enquanto a enfermeira procurava a veia para começar a infusão, eu respirei fundo, de mãos dadas com o meu marido e rezei. Rezei para todos os santos que eu conhecia. Pedi pelos meus avós que já haviam partido, por Deus e por Nossa Senhora. E esse pedido sempre foi o mesmo “me deixem ver o meu filho crescer”. Em pensamento, conversei com o meu corpo, convoquei as minhas células saudáveis, como um general reúne um exército, e pedi que fossem fortes. Expliquei que para vencermos essa guerra, algumas precisariam morrer para que outras pudessem viver. Toquei a minha mama, quase toda tomada pelo tumor e ali mesmo me despedi. De ambos. Agradeci à ela por ter alimentado o meu filho e perdoei o meu tumor, por ter que nos separar.

Hoje, já se passaram 64 dias e já fiz a minha quarta sessão. Meu cabelo se foi, mais rápido do que eu gostaria. A despedida foi dolorida, mas foi suportável. Me recusei a me olhar no espelho de frente, sem peruca, por alguns dias. Mas no meu tempo, sem forçar a barra, encarei o espelho e pensei “que amor próprio é esse que precisa de um cabelo para existir?”. E passou. Era mais uma batalha que eu vencia nessa guerra. Voltei a ficar com o meu filho (nunca consegui me afastar de fato), a beijá-lo e abraçá-lo todas as vezes que não estava fora de casa me tratando. Expliquei à ele, na esperança de que ele entenderia, que a mãmae estava dodói e que para sarar tinha que tomar um remédio chato. Por isso, de vez em quando, precisaria parar para descansar no meio do dia. Ele voltou a ficar calmo, a domir a noite inteira. Acho que ele entendeu alguma coisa.

Aos poucos fui aceitando a realidade como uma benção e não mais como um castigo. Entendi que o plano de Deus não era me levar, pois o tumor regrediu muito já na primeira aplicação. Foi quando percebi que “quase morrer” era um presente. Tive recaídas de choro, de indignação. Mas a realidade era melhor do que eu imaginei no começo. Muitas vezes desejei que o tempo passasse mais depressa, para que eu pudesse “acordar” daqui há um ano. Mas nessas horas, eu via o meu filho começando a andar e desejava que o tempo parasse. Foi então que fiz as pazes com o tempo. Entendi que ele passa no compasso certo, nem mais rápido, nem mais devagar. Entramos em um acordo e passei a viver no “agora”. Deixei de me preocupar se conseguirei ter mais filhos no futuro, pois basta um (vindo de nós ou de outra pessoa) para uma mulher se tornar mãe. Graças a Deus eu já tenho o meu pequeno milagre.

Estou escrevendo aqui para tentar ajudar as mães que estão passando por isso. Mas também para dizer às outras que a vida é feita no hoje, no agora. Que não importa o que ela nos dê, somos capazes de aguentar. Venha o que vier.

Quem me conhecia teve muito medo que eu entrasse em depressão, que eu não seguraria a onda. No entanto, movida pelo amor do meu filho, pela esperança dos meus pais e pelo carinho da minha família, dos amigos e da minha fé, eu me levanto todos os dias cedo, me arrumo, passo uma bela maquiagem, coloco a peruca e sigo em frente.

Hoje eu consigo respeitar o tempo como quem adora um santo. Deixei de me preocupar se me filho começaria a andar com 1 ano ou antes disso. Não me preocupo mais com bobagens dessa natureza… Se ele já tem todos os dentes previstos para a sua idade, se ele vai falar cedo ou tarde, se vai gostar de matemática ou se vai ficar de recuperação um dia. Cada um tem o seu tempo. E com ele não podemos negociar. Temos que respeitar o seu compasso.

Hoje sei que tudo passa, os maus e os bons momentos. Dos maus, levaremos lições importantes e a certeza de que somos fortes. Levaremos também amigos mais fiéis que se mostraram mais especiais quando a vida apertou pra valer. Dos bons, levaremos as lembranças que nos farão sorrir sem percebermos, quando lembrarmos de um momento feliz no intervalo da novela. Assim, sem querer. Levaremos fotografias de sorrisos e abraços tiradas com o coração. E para sempre, teremos a certeza de que o tempo cura, a alma e o corpo.

Um beijo à todas e me desculpem pelo texto longo…”

Mãe anonima.

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Atividade fisica e nutrição na gestação

A influência da nutri­ção e atividade física no período gesta­cional vem recebendo destaque por sua importância na promoção da qualidade de vida e saúde da mamãe e bebe.

A gravidez é um período de intensas modifi­cações no organismo da mulher e mudanças nos habitos alimentares e atividade física podem afetar a quantidade de energia necessária para o desenvolvimento fetal, portanto o acompanhamento nutricional da gestante garante um aporte energético necessário para o controle adequado de ganho de peso materno e fetal, evitando uma possível competição biológica que comprometa o bem-estar de ambos.

As alterações fisiológicas que acontecem na gestação, interferem no metabolismo de todos os nutrientes.  É necessária a reposição adequada na dieta de  carboidratos, proteínas, gorduras, vitaminas A, C, D, E, K, B1, B2, B6, B12, niacina, ácido fólico, ácido pantotênico, cálcio, fósforo, ferro, magnésio, zinco, cobre, selênio, sódio, potássio, cloro e iodo.

A gravidez e o exercício alteram o gasto energético, assim como a homeostase cardiovascular e respiratória, e a gestante ativa necessita consumir ao menos 300 calorias por dia a mais do que as 300 calorias já recomendadas para a gestante eutrófica (IMC entre 18,5 -24,9) não ativa, no segundo e terceiro trimestre gestacional.

Outro ponto  importante é a hidratação, que deve estar bem monitorada sempre. A falta de água no organismo pode levar a quadros de  hipertermia ou  desidratação,  interferindo negativamente na saúde da mamãe e do bebê. Se hidratar bem durante a gestação e na prática da atividade física, é ideal para suprir toda expansão de água corporal, mantendo a temperatura do corpo basal.

Na elaboração do cardápio da mamãe, é necessário o entendimento do dia a dia da gestante, seus hábitos alimentares e atividade física que pratica. Essas informações associadas a fatores como peso pré-gestacional, peso atual, estágio da gravidez, condição física, intensidade e duração do treino, darão condições para o nutricionista desenvolver um trabalho personalizado.

Devido a individualidade biológica do ser humano, quanto mais personalizada a dieta e o programa de treinamento, melhor será o potencial de desenvolvimento fisiológico da gestante e do bebê. A seguir explico um pouco sobre cada nutriente e sua função no organismo.

A gestação é uma fase especial onde a mulher busca o melhor para seu bebê. Essa motivação intrínseca representa um excelente momento para melhorar hábitos alimentares e qualidade de vida.

 

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 colaboradores- karyna-pugliese Karyna Pugliese, 
  Nutricionista Clínica e Esportiva - CRN 11651,
  Mãe do Ghad de 2 anos.
  www.clinicaolimpiadas.com.br
categorias: Vida de Mãe

Seu filho esta gaguejando? Já ouviu falar em Disfluência Normal da Fala?

Certo grau de disfluência, ou gagueira, é normal na fala de todos nós.

Todos conseguimos citar um momento, ou uma situação embaraçosa em que gaguejamos, seja ao falar em público, ou com um desconhecido, ou em uma língua estrangeira… muitas vezes, nem nos damos conta.

Em relação a criança, há uma disfluência da fala descrita como normal que faz parte do processo de aquisição da linguagem e tende a desaparecer sozinha.

-“Meu filho está tão falante”;

-“Cada dia que passa meu filho tem falado mais”;

-“Você não acredita o que meu filho disse hoje”…

(Fala comum entre os pais)

O desenvolvimento normal da linguagem acontece de uma maneira tão natural, tão rápida que nem nós pais que estamos presentes no dia a dia nos damos conta. De um dia para o outro, eles parecem dizer tudo e passam a conversar como gente grande…

E neste meio tempo tão despercebido pode aparecer a tal “disfluência”, “gagueira”, que deixam os pais preocupados…

Esta disfuência esta relacionada com este momento em que a criança passa a produzir suas próprias sentenças, e nestas precisam escolher entre uma ou outra palavra do seu agora vasto vocabulário. E isso faz parte da aquisição da linguagem.

É claro que o grau de disfluência varia muito de criança para criança.

Apesar de ser normal, é preciso alertar os pais de que, quanto mais  tranqüila for a reação deles em relação a esta disfluência dos filhos, com mais naturalidade a criança passará por este processo.

Importante também dizer que dependendo do grau da disfluência, e da preocupação dos pais, é interessante  procurar uma ajuda fonoaudiológica para tranquilizar, porque o modo com que os pais lidam com essa fala colabora com  o processo normal da aquisição da linguagem ou até atrapalha e muito, podendo se tornar realmente uma gagueira.

Quando a criança começa a falar, o adulto interfere com dicas sobre a melhor forma de não gaguejar:

-“Pense antes de falar”;

-“Respire fundo”;

– “Fale devagar” …

Os pais ao invés de ajudar estão brecando a fala da criança e criando uma tensão. Por isso, é importante que os pais busquem orientação sobre a melhor forma de lidar com a disfluência dos filhos para não agravar um quadro que pode passar naturalmente.

O que se espera é que os pais, sim, tenham calma e mais atenção ao que a criança está falando do que como ela está falando, deixando que ela se expresse livremente, seguindo para a fluência.

A gagueira normal tende a aparecer entre os 2/3 anos e não incomoda nem inibe a criança.

O problema começa quando a criança evita falar em certas situações ou com determinadas pessoas, pois mostra que está criando mecanismos na tentativa de escapar da disfluência, o que agrava o problema.

Aproximadamente, a partir dos 4 anos, se esta disfluência continuar, é interessante uma interferência fonoaudiológica, pois nesse momento a criança passa a perceber a própria disfluência e a reação que provoca nos outros.

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 Carolina Batista Costa, 
 Fonoaudióloga, CRFa. 12.347,
 Mãe do Nicolas, 4 anos

 

categorias: Receitas

Antes de matar uma fada clique aqui!!!

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Diz a lenda que cada vez que uma mãe da “miojo” (macarrão instantâneo) para uma criança, morre uma fada!

É bemmm dramático mesmo, mas essa é a intenção!!!

Antes de sair matando fadas por ai, preparamos esse post cheio de receitinhas que salvam os dias de correria.

Pra quem quiser saber mais sobre os motivos de não se render ao preparo em 3 minutos, clique aqui.


Macarrão cabelinho de Anjo com brócolis

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250 gramas de macarrão cabelinho de anjo

2 floretes de brócolis

1 Dentes de alho

Meio copo de leite, leite de soja

Queijo parmesão ralado

Azeite

Sal

 

Modo de preparo:

Coloque a massa para cozinhar

Enquanto você espera, pique as florzinhas de brócolis em partes menores e colocar à parte.

Descasque o dentes de alho e reserve.

Antes de terminar o cozimento do macarrão, coloque o brócolis picado na panela de macarrão e deixe ferver juntos.

Enquanto cozinha o macarrão e brócolis, aqueça uma colher de sopa de azeite  numa frigideira grande em fogo baixo e coloque os dentes de alho. Mantenha o fogo baixo, assim o alho vai ter tempo para dar sabor.

Despeje o macarrão escorrido e brócolis na frigideira com óleo quente e o alho em fogo baixo e acrescente o leite.

Adicione sal a gosto e sirva.

 

 

 Mini penne na manteiga com ervas

Mini penne ao limão

 

1 punhado de mini penne

1 colheres de sopa de manteiga

Manjericão a gosto ou só cheiro verde

Sal a gosto

 

MODO DE PREPARO:

Ferver a água para cozinhar o macarrão com um fio de azeite e uma pitada de sal

Acrescente o macarrão e prepare-o até que fique al dente

Escorra o macarrão mas não lave-o

Coloque em um recipiente e acrescente as ervas e a manteiga já fora do fogo.

 

 

 Macarrão ave maria com frango e legumes

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– frango em cubos médios ou desfiado

– macarrão ave maria

– 1 cebola pequena cortada

– tempero verde a gosto

– ervilha

– milho

– cenoura ralada

– abobrinha ralada

– sal a gosto

 

MODO DE PREPARO:

Refoque a cebola e todos os legumes, depois acrescente o frango já cozido em cubos.

Ao mesmo tempo cozinhe o macarrão e depois misture com o preparado. Regue um fio de azeite e sirva.

 

 

 Omelete com queijo branco

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– 2 ovos

– queijo minas em cubos

– sal a gosto

 

MODO DE PREPARO:

Corte o queijo minas em cubinhos,

Numa vasilha bata os ovos com um garfo e incorpore o queijo

Numa frigideira antiaderente, coloque os ovos misturados.

Quando a maioria do omelete estiver numa consistência fácil de virar, pegue uma tampa maior ou igual a frigideira e use como apoio para virar e fritar dooutro lado.

 

Bom feriado!!!!

Beijocas

Rê Costa