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Dicas para saber como foi o dia do seu filho na escola

“Como foi a escola hoje?”.

Se o seu filho nunca responde, essas 10 perguntas vão te ajudar.

Nós, pais, sempre queremos saber como foi o dia dos nossos filhos na escola. O que aprenderam, com quem brincaram e se aconteceu algo fora do esperado.
Apesar das 4 ou 5 horas por dia cheias de atividades e vivências, a resposta mais comum pra “como foi a escola hoje?” é nada muito mais animador e detalhado do que “bem” ou “legal”.
A boa notícia é que temos como perguntar como foi a escola sem exatamente perguntar como foi a escola.

Isso mesmo, precisamos mudar as perguntas para eles mudarem as respostas.

Aqui vão 10 alternativas de perguntas mais eficazes:

1- Qual foi a coisa mais engraçada que aconteceu na escola hoje? E a mais chata?

2- Se você fosse o meu professor, o que você iria me ensinar? O que eu acharia muito difícil aprender?

3- Se alguém contasse que iria morar lá na lua, quem você gostaria que fosse? Por que?

4- Se você pudesse escolher alguém pra morar aqui em casa, quem seria? Por que?

5- Qual é o seu lugar predileto na escola? Quem também fica lá?

6- Qual atividade você gostaria que tivesse todos os dias na escola?

7- Alguma coisa deixou a sua professora feliz hoje?

8- Alguma coisa deixou a sua professora brava hoje?

9- Alguém precisou de ajuda? Você ajudou?

10- Se a mamãe aparecesse na hora do recreio lá na escola, do que você e seus amigos me ensinariam a brincar?

Essas são apenas algumas sugestões, mas você pode formular inúmeras novas perguntas. O segredo é transformar uma pergunta muito genérica em outras mais específicas e, se possível, adicionar uma pitada de humor (o que as crianças adoram).
Outra dica importante é: não brigue com o seu filho pela informação que ele te traz com frases como “Não acredito que você fez isso! Não quero mais isso, hein?” Lembre-se, para eles é muito fácil simplesmente não responder. Nesses casos em que ele te conta algo não muito positivo sobre o seu comportamento, ouça atento e diga “Filho, isso não parece ter sido muito legal, mas que bom que você está me contando”. Em um outro momento, sente com o seu filho e converse sobre alternativas mais saudáveis para o que aconteceu. Dessa maneira evitamos com que ele se sinta desencorajado em te contar outras vezes.

 

Capa: ShutterStock

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Cartilha da Babá – Dicas para contratar

Este assunto é sempre polêmico e cada uma de nós tem a sua própria opinião.

O fato é que, quem depende da babá para deixar os pequenos, precisa estar sempre alerta.

Afinal, elas passam boa parte do tempo cuidando do nosso bem mais preciso.

Quem me mandou essas dicas foi uma amiga e psicóloga, Adriana Micelli Baptista,  que trabalhou durante anos com seleção de babás, uma “cartilha” para nos ajudar nessa escolha, que está se tornando cada dia mais difícil.

Vamos lá.

 

Para selecionar uma babá é sempre bom marcar uma entrevista e já pedir para ela trazer os seguintes documentos:

 

– RG;

– CPF;

– Comprovante de residência (que nem todas têm);

– Carteira de trabalho;

– Cartas e telefones de referência que ela tenha;

– Certificados de curso que tenha feito.

 

O ideal é tirar uma copia dos documentos que a babá trouxer.

 

Com os dados do RG você pega pela internet se existem antecedentes criminais.

Mas fique alerta, às vezes o sistema de dados do Tribunal de Justiça pode falhar. Quando isso acontece, a pessoa tem que ir a um poupa tempo e pedir pessoalmente o atestado de antecedentes criminais.

Nem todas as mãe pedem, mas infelizmente hoje em dia esse documento é muito importante.

Antes mesmo da entrevista, importante já saber qual a disponibilidade dela, por exemplo se pode dormir, caso seja o seu interesse (tem mães que precisam para dormir e aí as que não dormem nem adianta entrevistar).

 

É importante ver as experiências em carteira e pedir os telefones para checar. O ideal são os telefones fixos. Muitas passam referências falsas, que são fáceis de perceber.

Não esqueça de ligar e checar como foi o trabalho da babá nos outros empregos, se ela se dava bem com outros funcionários, o motivo da saída, etc.

Para a baba é importante que ela conte as experiências que teve, por exemplo, porque ou como escolheu ser babá e o que ela mais gosta na profissão.

 

Se você tiver um bebê, deve pedir para ela descrever como era a rotina do bebê que ela cuidava. No caso dela não ter cuidado profissionalmente, mas dizer que teve filhos, ou algo do gênero, peça para ela descrever como é a rotina de um bebê de x meses.

 

Se ela não mencionar, faça perguntas sobre como era higiene ao cuidar dos bebês, como cuidava das mamadeiras, como esterilizava, etc. Pergunte também se ela fazia diário do bebê para as mães que trabalham fora e, ainda, que dados ela anotava do dia a dia do bebê.

 

Se ela disser que tem experiência com mais velhos, pergunte como era a rotina também, se ela brincava com eles, quais brincadeiras ela gostava de fazer. Isso é importante porque daí você já percebe se a pessoa gosta mesmo do que faz.

 

Se ela disser que fazia a comida das crianças, perguntar mais detalhes, tais como, o modo de preparo e ingredientes que usava.

 

Com relação à escola, pergunte se ela que cuidava do material, se ela via a agenda de classe para mãe, se combinava atividades extra-escola com amiguinhos, se era ela quem levava a cursos extras, etc.

 

Dependendo da função que a mãe queira que a babá exerça, é importante deixar claro e perguntar se será possível. Exemplo: algumas mães querem babás arrumadeiras, ou seja, que arrumem a casa toda e não só as dependências do bebê. É bom acertar essas funções antes.

 

Importante perguntar como cuida de roupas e passar todas as regras da casa em relação a isso.

Pergunte sobre a família dela, marido, filhos, idades, quem vai cuidar dos filhos dela enquanto ela trabalha, se o marido não se importa que ela trabalhe, o que o marido faz.

Se ela tiver feito cursos, pergunte como foi o curso, se achou que aprendeu algo novo, contar algo que gostou. Pergunte se ela segue alguma religião, se pode usar calça no caso do uniforme. A questão do uso de uniforme deve ser informada antes.

 

É fundamental fazer um acerto em relação aos horários de entrada, saída, feriados, valor de condução, vestimentas, salário e período de experiência.

 

Por fim, parece besteira, mas já tive alguns problemas, é importante perguntar se a pessoa gosta ou não de animais como cães ou gatos, ou outros que habitem a casa. Muitas famílias têm animais de estimação e se a pessoa não tolera ou tem alergia, não haverá condições.