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Dicas para saber como foi o dia do seu filho na escola

“Como foi a escola hoje?”.

Se o seu filho nunca responde, essas 10 perguntas vão te ajudar.

Nós, pais, sempre queremos saber como foi o dia dos nossos filhos na escola. O que aprenderam, com quem brincaram e se aconteceu algo fora do esperado.
Apesar das 4 ou 5 horas por dia cheias de atividades e vivências, a resposta mais comum pra “como foi a escola hoje?” é nada muito mais animador e detalhado do que “bem” ou “legal”.
A boa notícia é que temos como perguntar como foi a escola sem exatamente perguntar como foi a escola.

Isso mesmo, precisamos mudar as perguntas para eles mudarem as respostas.

Aqui vão 10 alternativas de perguntas mais eficazes:

1- Qual foi a coisa mais engraçada que aconteceu na escola hoje? E a mais chata?

2- Se você fosse o meu professor, o que você iria me ensinar? O que eu acharia muito difícil aprender?

3- Se alguém contasse que iria morar lá na lua, quem você gostaria que fosse? Por que?

4- Se você pudesse escolher alguém pra morar aqui em casa, quem seria? Por que?

5- Qual é o seu lugar predileto na escola? Quem também fica lá?

6- Qual atividade você gostaria que tivesse todos os dias na escola?

7- Alguma coisa deixou a sua professora feliz hoje?

8- Alguma coisa deixou a sua professora brava hoje?

9- Alguém precisou de ajuda? Você ajudou?

10- Se a mamãe aparecesse na hora do recreio lá na escola, do que você e seus amigos me ensinariam a brincar?

Essas são apenas algumas sugestões, mas você pode formular inúmeras novas perguntas. O segredo é transformar uma pergunta muito genérica em outras mais específicas e, se possível, adicionar uma pitada de humor (o que as crianças adoram).
Outra dica importante é: não brigue com o seu filho pela informação que ele te traz com frases como “Não acredito que você fez isso! Não quero mais isso, hein?” Lembre-se, para eles é muito fácil simplesmente não responder. Nesses casos em que ele te conta algo não muito positivo sobre o seu comportamento, ouça atento e diga “Filho, isso não parece ter sido muito legal, mas que bom que você está me contando”. Em um outro momento, sente com o seu filho e converse sobre alternativas mais saudáveis para o que aconteceu. Dessa maneira evitamos com que ele se sinta desencorajado em te contar outras vezes.

 

Capa: ShutterStock

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Piolho – Saiba o que é e como tratar

Oi M@es

Hoje vou falar sobre PIOLHO, ou melhor pediculose!!!

Pediculose é considerada uma infestação por inseto: o couro cabeludo fica cheio de piolhos e lêndeas.

O tempo de vida do piolho é de 30-40 dias,as fêmeas produzem 7-10 ovos por dia. As lêndeas são esses ovos presos no fio de cabelo por um material produzido pela fêmea. Esses ovos eclodem em 8 dias e temos mais piolhos.

O piolho se alimenta de sangue e ao picar sua saliva causa irritação que leva a coceira.

Quis explicar esse ciclo do piolho para vocês entenderem como é difícil quebrar esse ciclo de vida e como é a rápida a infestação.

A transmissão é muito fácil.

Os sintomas são muita coceira no couro cabeludo, pode até formar umas escoriações pela coçadura, presença de lêndeas (uma massinha branca aderida ao fio) principalmente atrás das orelhas e na nuca.

O tratamento é feito com medicações que matem os piolhos, existem medicações via oral mas que tem que ser associadas a medicações tópicas e o mais IMPORTANTE é a retirada das lêndeas. Oriento as pacientes a aplicar uma mistura de água e vinagre e passar o pente fino para retirar-las

O tratamento tem que ser repetido em uma semana para melhor eficácia.

Cuidados importantes para prevenção: checar sempre o couro cabeludo dos filhos procurando se há lêndeas , reparar se está coçando.

Caso seu filho tenha PIOLHO avisar na ESCOLA e ficar em casa nos primeiros dias de tratamento para evitar que contamine outras crianças!!!!!!

Foto capa: Shutterstock

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Dicas para organizar a rotina escolar dos filhos

Olá M@es,

Frequentemente vejo no grupo alguns comentários envolvendo “esquecimento” de algum compromisso escolar dos filhos. Como todas nós temos inúmeras outras tarefas diárias, é natural que vez ou outra deixemos passar alguma coisa.

Hoje darei algumas dicas para evitar que isso aconteça, focando na rotina dos pequeninos, e darei continuidade ao assunto num próximo post, abordando a importância de ajudarmos os filhos a criarem responsabilidade e disciplina nos estudos, necessários para o bom desempenho escolar.

As crianças mais novas (do berçário à pré-alfabetização) tem uma rotina escolar mais tranquila em função da idade, portanto poucos são os compromissos com atividades extra-classe. Porém, sabemos que são vários os comunicados diários na agenda envolvendo eventos escolares, festas de aniversario dos coleguinhas, solicitações de materiais especiais, encontro de pais, avisos de passeios, etc… Para ajudar no gerenciamento de tanta informação, algumas medidas simples são bastante eficientes:

  • Consultar a agenda escolar todos os dias – às vezes, por distração,  deixamos de olhar as agendas das crianças, e quando nos damos conta, encontramos alguns bilhetes “vencidos” nela. Acostume-se a fazer isso sempre no mesmo horário, assim rapidamente se tornará um hábito. Ao receber os comunicados, imediatamente decida o destino dos mesmos: guardar, agendar, descartar. Dessa forma as chances de perder a data (e o aviso) são quase nulas.
  • Sincronizar a agenda das crianças com as nossas – a melhor forma de não esquecer um compromisso é anotando (e confiar na memória é a pior, acredite!). Nossa agenda de compromissos deve ser única, independente do método utilizado, assim a visualização do dia, da semana ou mesmo do mês fica muito mais fácil e conseguimos nos programar e incluir compromissos de forma mais lógica. As formas de agendar são muitas, e devemos escolher a que melhor funciona pra nós (eu, por exemplo, não troco a velha agenda de papel por nada… tenho a sensação de que ao anotar meus compromissos usando canetas coloridas, rabiscando o que me der vontade, já inicio o processo de memorização). Ainda existem os aplicativos, os calendários de mesa, os planejamentos semanais ou mensais, enfim, o método ideal é o que mais nos agrada.

Um detalhe importante: quanto mais filhos, maiores as chances de nos perdermos entre tantos compromissos, por isso nossa memória jamais deve ser a única responsável pelo armazenamento de tanta informação… Afinal, a última coisa que queremos é vê-los decepcionados porque esqueceram um prato de doce para a festa junina, ou não levaram o presentinho do amigo aniversariante… E quem nunca? Somos mães, podemos errar, mas muitas vezes podemos evitar!

rotina-escolar-1 rotina-escolar-2

 Beijos a todas!

 

 colaboradores-formaesLuciana Collin, 35 anos, Personal Organizer  
 Graduada e Pós Graduada em Fisioterapia,  
 Graduada e Mestre em Moda, Arte e Cultura 
 Mãe do Thiago, 4 anos.                      
 www.organizecomestilo.com
 Instagram: @organizecomestilo
 Facebook: Organize com Estilo

 

(obs: imagens ilustrativas, retiradas da internet)

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10 dicas para escolher a escola do seu filho

Olá meninas,

Sabemos que a decisão da escolha da escola dos pequenos envolve inúmeros fatores, mas o que queremos com esse post é citar alguns pontos que vocês precisam pensar e colocar na balança antes de realizar a matricula.

1)  Pesquise e busque referências:

Não existe um limite de escolas que você deva visitar antes de fazer sua escolha. O importante é você se sentir bem e encantada. Mas além das primeiras impressões é preciso buscar referências. Faça uma lista e converse com outras mães. Nessa fase o ideal é ter o maior numero de indicações possíveis, analise todas as possibilidades e anote suas prioridades.

2) Custo:

Manter um filho na escola nos dias de hoje é algo pesado e que demanda um planejamento. Não adianta escolher uma escola que não cabe no seu orçamento e sofrer depois. Portanto, nossa dica é que você primeiro estipule uma faixa de valor que pode gastar e enumere as escolas que estão dentro.

Não esqueça de contabilizar os passeios oferecidos durante o ano, os materiais usados e o uniforme.

3) Localização e Horários:

Sei que muitas podem discordar, mas eu sou do time que acredita que escola boa, é escola perto de casa ou do trabalho dos pais. Facilita a rotina, por que sabemos que levar e buscar no transito da nossa cidade necessita além de muita paciência um planejamento extra caso o trajeto seja mais longo; e em casos de emergência, estamos por perto. É importante também buscar uma escola que atenda seu horário, para pais que trabalham fora é essencial saber a tolerância para entrada e para a saída.  Devemos sempre perguntar como fica por exemplo se por acaso você atrasar pra buscar.

4) Faça uma visita:

Quando sua lista de opções estiver montada, agende visitas em cada uma delas. De preferencia por conhecer as escolas em seu horário de funcionamento e caso isso não seja possível repense se é mesmo a melhor opção. Observe a segurança, se tem escadas, como são os brinquedos no parquinho. Não esqueça de levar uma listinha com perguntas, aproveite o momento e tire todas suas dúvidas.

6) Principios:

Não tenha duvidas em escolher a escola que tenha mais semelhanças com o estilo de vida da sua família e do seu filho. Não busque opções fora da realidade de vocês.

Lembre-se que a escola deve ser a extensão da sua casa. Impossível dar certo se forem completamente diferentes.

7) Calendário e Alimentação:

Essa observação é muito importante para que não hajam  frustrações futuras.

Pergunte sobre o calendário e datas comemorativas. Muitas escolas não comemoram o dia das mães ou dia dos pais e sempre vejo isso como motivo de reclamações nas rodinhas de mães. Existem também escolas que tem comemorações pequenas e outras grandiosas gerando um custo extra que pode assustar no fim do ano.

Como é realizado os aniversários na escola? Pode trazer alimentos de fora? os pais podem ou não participar?

A alimentação é um item muito importante: quando oferecida pela escola é normalmente baseada com orientações de uma nutricionista, facilitando a introdução de alimentos saudáveis e balanceados. Quando a criança pode levar seu lanche de casa, se prepare pois as familias são diferentes e claro irão surgir pedidos inusitados após determinada exposição a alguns alimentos.

8) Pessoas:

Além da infraestrutura que a escola oferece o mais importante são as pessoas. É com elas que seu filho passará grande parte do tempo.

É difícil avaliar antes de frequentar realmente,  mas observe a recepção, o segurança, a diretora, a educadora. A forma como foi tratada ao telefone e pessoalmente.

A equipe é suficiente? Qual número de professoras e auxiliares para determinada quantidade de crianças?

9) Leve as crianças:

Se depois de visitar algumas opções da lista ainda tiver duvidas, leve seu filho para conhecer e sinta sua reação.

10) Siga seu coração:

Lembre-se que a escola deve passar não só o conteúdo adequado mas transmitir valores.  Leve em consideração TODAS as suas anotações mas siga seu felling de mãe e não tenha medo de trocar caso tenha feito a escolha errada.

Boa sorte!!!

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Manual de etiqueta na ESCOLA

Faz tempo que quero fazer esse post!!!

Conversando com varias amigas que os filhos estão em escolas diferentes, todas sem exceção passam pelos mesmos “probleminhas” no convívio em grupo.

Então vale dizer que essas regras são e devem ser seguidas em qualquer tipo de convivência; pode ser no clube, na escola, no seu condomínio.

O certo é que o seu direito termina quando começa o do outro.

Nós temos q dar exemplos se queremos uma sociedade um pouco melhor e menos egoísta amanhã. Com atitudes as vezes bem pequenas causamos um impacto em outras famílias. Reflexão!!!

 

Manual de etiqueta na escola.

 

- Respeite as regras:

Se elas existem tem um motivo, é impossível qualquer grupo sobreviver sem elas. As pessoas são diferentes e se cada uma resolver fazer da sua forma o caos está armado. Se você não concorda com as regras da escola, mude. Existem várias opções, basta escolher uma que combine com vocês.

 

- Participe:

Se informe, leia agenda, pergunte para o seu filho o que ele fez, quem são os amiguinhos…. vá as reuniões sempre que possível, converse com os outros pais.

 

- Pense no próximo:

Essa dica vale para a vida né?

Antes de tomar qualquer atitude, pense nas outras pessoas. A escola é formada por um grupo, portanto nada de pensamentos individualistas.

Vai fazer uma festinha?  Convide TODOS ou NENHUM

Vai mandar um lanchinho especial? Envie para TODOS ou para NENHUM.

Tente sempre pensar em como se sentiria se o SEU filho fosse aquele que ficasse de fora. Não faça com os outros, aquilo que não gostaria que fizessem com você.

 

- Porta da escola:

Respeite as regras de transito.

É ali que a maioria dos pais se encontram, é também por ali que conseguimos captar a personalidade (e educação) de cada um. Tem os que furam fila, tem os que não estão nem ai pra hora do Brasil e ocupam duas vagas, ficam longos minutos batendo papo e nem sequer percebem que poderiam ser mais gentis e tentar amenizar o transtorno da entrada e da saída, tem os que são simpáticos, tem os práticos e tem os que se incomodam com tudo isso. (EU!)

 

- Convivio:

Lembre-se: você é adulto e seu filho e colegas de turma são crianças! Não queira resolver ou tirar satisfação de algum desentendimento, briga ou até mesmo mordida com outra criança que não seja a sua.

Por mais que seu filho volte para casa mordido ou machucado, o que aconteceu na escola foi resolvido na escola. Uma coisa é conversar com a professora ou coordenadora – o que é totalmente compreensível – outra coisa é conversar e tirar satisfação com uma criança ou até mesmo com seus pais.

 

- Valores:

Não torne seu filho uma criança com valores distorcidos, brinquedos caros devem ser deixados em casa.

Muitas escolas adotam o “Dia do Brinquedo” com objetivo maior de socialização: dividir, emprestar, partilhar…  e não exibir. Dê preferência para jogos que incentivam a brincadeira em grupo.

E não deixe seu filho levar brinquedos fora do dia combinado. Ele não é especial e não deve ser diferente dos outros colegas.

Demonstre para seu filho o quanto você gosta e valoriza a escola. Elogie, mostre respeito pelos trabalhos elaborados por ele (desenhos, colagens, atividades) enviados para casa.

 

- Dica de OURO:

Quem educa é pai e mãe! A escola auxilia, portanto não transfira e nem cobre responsabilidades que são suas.

 

** Texto com colaboração de mães amigas!

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A escola do seu filho pode ser ainda melhor.

Sabemos que não existe escola perfeita não é? Mas uma quaaase perfeita pode e deve existir. Conversando com muitas mães, resolvi unir nesse post tudo que tem de mais legal acontecendo nas escolinhas de educação infantil por ai.

A ideia desse texto é ser compartilhado e levado até as escolas, quem sabe com planejamento dá pra implantar algumas sugestões e proporcionar ambientes mais seguros e práticos; agradando os pais e facilitando o dia a dia das famílias.

Comunicação com os pais:

– Fotos sempre alegram corações. Pais e mães AMAM receber fotos dos seus pequenos.

– CD com musicas que as crianças cantam na escola para que os pais saibam cantar em casa.

– Relatório semanal por email com as atividades e seus objetivos pedagógicos, faz com que os pais se sintam presentes.

– Casos de agressão como mordidas são tratados com naturalidade e a escola não conta aos pais do aluno mordido quem é o aluno mordedor.

– Grupo fechado de pais e equipe da escola no facebook. Com fotos e videos dos pequenos e interação dos pais.

– Responsáveis pela escola sempre disponíveis na entrada e na saída para troca de informações rápidas com os pais.

– DVD com vídeos feitos durante o ano, das atividades e desenvolvimento das crianças.

– Livro com as principais atividades, desenhos, música entregues por trimestre.

– Reuniões individuais com os pais.

– “Dica de lanche”, quando a criança experimenta algo do amigo e gostou os pais são avisados..

– “Roda de pais”, é uma reunião com pais, psicóloga, fono e diretora. É bom saber que muitos amiguinhos estão passando pelas mesmas coisas e interação entre os pais.

Alimentação:

– Geladeira, para armazenar o lanche enviado pelos pais ou lanche oferecido pela escola

– Cardápio saudável e balanceado

– Hora da fruta (servir todas as frutas antes de iniciar o lanche)

– Atenção  e as restrições alimentares

– Cardápio de almoço e jantar disponível no site da escola.

– Campanha da Pat Feldman #aguanalancheira

Festas:

– Festinhas de aniversário simples, com bolo caseiro e comidinhas de crianças.

– Quando as famílias fizerem festas fora da escola só poderão convidar se incluírem TODOS os alunos da sala.

Integração dos alunos e diferenciais pedagógicos:

– Foto da familia para colocar numa arvore na sala de aula, para que as crianças se sintam seguras e todos os outros colegas se familiarizem com os pais e irmãos dos amiguinhos.

– Não comemorar dia das mães ou pais e sim o “dia da família”. Evitando tristeza e constrangimento para as crianças.

– Participação dos avós na sala de aula; onde são convidados para passar algumas horas ensinando algo ou contando histórias.

– Horta; as crianças podem plantar, colher e depois comer.

– Presença de animais na escola: coelho, tartaruga, calopsita

– Feira de troca de uniformes usados.

– Espaço arborizado e seguro

– Liberdade dos pais dentro da escola, podendo ir e vir.

– Mascote, as crianças levam o mascote para passar o final de semana em casa num esquema de rodizio, os pais tiram fotos e depois compartilham com os colegas.

– Aula de musica

– Culinária

– Parque molhado (são atividades envolvendo água nos dias muito quentes).

– ‘Ciranda do livro’; cada criança compra um livro da lista indicada e passa uma semana com o livrinho’ em casa com o compromisso dos pais lerem com ela na hora de dormir. No dia determinado devolvem e trocam os livros.

– Assim que as crianças chegam na sala de aula todos lavam as mãos, evitando a transmissão de doenças.

– INCLUSÃO levada a sério com  profissionais preparados para receber crianças especiais com necessidades de qualquer natureza.

**Lembrando que as sugestões foram tiradas de depoimentos reais de m@es mais reais ainda!!!

A Escola é uma extensão de nossa casa, por isso é preciso escolher com muito carinho e atenção.

Um beijão

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Viva!!! As férias acabaram!!! – Por Sabrina Martins Schvarcz

formaes

Foi com muita alegria e com um certo brilho no olhar, que eu deixei meus cinco filhos na porta da escola na última segunda-feira: Luana, 10 , Alex, 8 , e as trigêmeas Melissa, Cecilia e Laura, de 2 anos e 3 meses. E no meio de muito choro de criança, e de lágrimas de pais ainda em fase de adaptação, despedi-me dos meus filhos mais velhos, e vi minhas três pequeninas sendo levadas por suas novas professoras, também contribuindo com suas porções generosas de lágrimas, beicinhos, e chorinhos.

Passei pelo portão e suspirei aliviada: “Ufa, as férias acabaram!”. E que atire a primeira pedra aquela mãe de cinco filhos que deu férias para a babá e viajou sozinha com a trupe para o Ceará! Com direito a catorze dias de banho frio, dezoito trocas de fraldas por dia, filho perdido no Beach Park, passeio com a criançada no circo, e show de horror no voo de volta para São Paulo. Afinal, quem poderia imaginar que as três chorariam tanto para sentar ao meu lado? E que eu, mesmo inundada do maior amor do mundo, tenha sido fabricada como todas as outras mães, apenas com dois lados?

Mas a verdade é que, na contramão da maioria das mães que conheço,  sou uma mãe desprendida dos filhos. Não sei se por instinto de sobrevivência, por herança genética, ou por coincidência do destino. Mas que fique bem claro, que por falta de amor, definitivamente não é.

Porque amar não é só proteger, é também deixar cair, e ensinar a levantar. Amar, não é dar de tudo, é também ensinar que nem sempre podemos ter tudo o que queremos. Amar, não é sofrer pelo filho, mas enchê-lo de coragem para que possa superar os desafios do mundo. É ensinar a subir os degraus, enquanto ainda podemos estar embaixo da escada, amortecendo a queda. Essa é a parte mais difícil da maternidade: saber quando precisamos fechar as portas, para que sozinhos eles possam encontrar e abrir as janelas da vida.

Nós mães desempenhamos um papel fundamental no processo de autonomia e construção da autoestima de nossos filhos. Eles começam a existir dentro de nós, e mesmo após o parto, são seres extremamente dependentes da mãe.  Por esse motivo, “cortar o cordão umbilical” é algo que não se faz apenas com a tesoura. Leva tempo, exige coragem, maturidade e aceitação por parte dos pais. Porque o tempo é implacável, e o crescimento é algo natural, irreversível e fatal.

Ainda assim, na difícil e excitante arte de criar filhos, não existe certo e errado. O que existe, são comportamentos mais ou menos adequados, opiniões diversas de especialistas e leigos, o famoso sexto sentido de cada mãe, e ainda o tempo de cada criança.  O que é indiscutível neste processo, é a capacidade dos filhos em captar nossas aflições e ansiedades, de sentir nossa insegurança e nosso medo, e de nos fazer questionar toda nossa existência com alguns minutos de manha, choro, dor, ou sofrimento.

E por que é que estou entrando nesse assunto? Porque eu não me considero uma mãe desnaturada, mas nem tampouco uma mulher-maravilha! Eu tenho também minhas inseguranças e questionamentos no que se refere a criação dos meus filhos.

Desde que as trigêmeas nasceram, li muito sobre o universo dos múltiplos, pesquisei opiniões de especialistas, pais, profissionais, e optei por criá-las da forma mais independente possível uma da outra. Separei lençóis, toalhas e roupas desde a maternidade, todas devidamente etiquetadas com o nome, em suas respectivas gavetas. Procurei sempre vestir as meninas com roupas diferentes, respeitando o estilo, as características, e as preferências de cada uma. É claro que algumas vezes não resisto e coloco roupas iguais para fazer uma “graça”, especialmente com as duas idênticas (Melissa e Cecilia são univitelinas e Laura é fraterna). Essa é uma “satisfação” pessoal que só quem é mãe de gêmeos idênticos é capaz de entender… Mas que segundo a maioria dos especialistas, reflete de maneira negativa na construção da individualidade de cada uma delas.

E de tanto ver a Cecilia olhando no espelho e dizendo “é a Melissa”, de ver a Laura sempre de canto brincando sozinha, e de ver ainda que quando a Melissa se machuca, a Cecilia chega a se morder só para ter um machucado também, resolvi mudar radicalmente o rumo dos trilhos. Uma semana antes do reinício das aulas, procurei a coordenadora  da escola e pedi para que separassem as trigêmeas de sala. Mas aí veio a dúvida cruel: como separar três gêmeas em duas classes?

Minha prioridade era separar as idênticas, para que elas adquirissem uma identidade própria, e deixassem de ser a “Ciça-Melissa”, como são chamadas por muitos amiguinhos. Pensei em fazer a transição aos poucos, começando com as três na mesma sala, para que pudessem conhecer os novos amigos. Dessa forma, poderia deixar a separação oficial para o segundo semestre, de forma que a Melissa, que é mais líder, ficaria sozinha com os amigos antigos, e a Cecilia e a Laura ficariam juntas na outra sala, com os amigos novos. Minha ideia me pareceu brilhante, mas a opinião da coordenadora foi bem diferente:

“Se vai separar, melhor que seja desde o início. E deixa a Melissa sozinha na sala nova, porque ela logo vai fazer novas amizades. Se deixar a Cecilia e a Laura na classe nova elas terão uma à outra e não sentirão necessidade de interagir com os novos colegas.” Engoli seco. Como assim? Deixar a Melissa sozinha? Em uma classe com crianças que ela não conhece e que ainda estão se adaptando à escola? Enquanto todos os amiguinhos que ela adora e já conhece estão na outra classe com as outras duas irmãs? Pausa para um momento de pânico, exteriorizado por mim em forma de olhos arregalados e silêncio, seguido por novas palavras da coordenadora:  “Se for muito sofrido para elas, voltamos atrás e tentamos em uma outra oportunidade. Mas separar gêmeos é o procedimento indicado pela escola, e quanto mais cedo, menos traumático para eles.”  Com sua voz calma e tranquila, e a experiência de tantos anos trabalhando com educação infantil, ela me convenceu.

Decisão tomada, sofrimento encerrado. Apliquei táticas neurolinguísticas para me nutrir de muita segurança e firmeza na hora de contar a novidade para o marido, com a babá, a tia, o tio, a irmã, o irmão, o avô, a avó. Todos morrendo de pena da Melissa, e eu, dura na queda, cheia de confiança na minha pequena. Chamei a Melissa e expliquei “Mel, a Cecilia e a Laura vão ficar em uma classe com a professora Ana, e você vai ficar na outra classe com a professora Carol, tá? Não precisa chorar, você vai ter uma classe só sua e vai fazer novos amiguinhos! Vai ser muito legal!” Dei um sorriso amarelo e ela respondeu: “A Mel vai na ota casse, né?”. E eu pensei comigo mesma, coitadinha da Mel, não entendeu nada…

Mas uma semana se passou e querem saber?  Ela tinha entendido cada palavra do que eu falei. E a coordenadora, pelo menos nesse caso, estava cheia de razão. E muito embora a Cecilia tenha chamado a Mel por diversas vezes durante o dia,  ela parou um pouco de copiar a irmã em tudo, e a tomar para si características que nem são dela! Sempre que a Ciça chama pela Mel, as professoras estão autorizadas a levar uma para ver a outra. E a Melissa depois de passar um tempo na classe das irmãs fala para a professora: “Calol eu quelo i pa minha casse. Essa não é a casse da Mel”. Na hora do parque elas brincam juntas, e no momento da despedida Melissa sempre conforta a irmã: “Ciça, você é com a Laula, a Mel é sozinha na ota casse. Não picisa cholá.”

Por mais difícil que seja lidarmos com o fato de que nossos filhos estão crescendo e se tornando cada dia mais independentes de nós, precisamos aprender a encontrar alegria na conquista da autonomia. Não podemos deixar que nossa insegurança se transforme em sofrimento, pois dessa forma estaremos interferindo diretamente nos anseios, medos e comportamentos que eles terão ao longo da vida.

É preciso ver magia naquele momento em que eles viram as costas e entram na escola sem nem olhar para trás. É preciso aplaudir e comemorar o primeiro passeio com a escola, a primeira noite na casa da vovó, o primeiro acampamento, a primeira viagem sem filhos. Tudo tem seu encanto e sua pureza, até mesmo o momento em que eles estão prontos para viver o primeiro amor. Mas esse já é assunto para uma próxima vez.

 
formaes SABRINA MARTINS SCHVARCZ, 
 Jornalista por formação, bailarina por paixão, 
 mãe por vocação e 
 diretora do BALLET CARLA PEROTTI por opção.
 http://bcperotti.com.br
categorias: Vida de Mãe

A temida adaptação na escolinha…

Meninas esse tópico é o numero 1 lá no grupo do face.

Como muitas mamães estão passando por isso agora, resolvi contar como foi por aqui. Pesquisei muito na época e nossa adaptação foi incrivelmente tranquila (o que não aconteceu nesse ano, na volta as aulas, mas isso é tópico para outro post)

Miguel já esta na escolinha desde o ano retrasado passado (iniciou com 1 ano e 1 mes) e essas são as minhas dicas para essa fase:

O mais importante de tudo: PASSE SEGURANÇA!!!

Mesmo que você esteja se remoendo por dentro, demonstre calma, converse.

NUNCA MENTIR!!!!

Os pais precisam ter certeza de que estão fazendo a melhor escolha, para transmitir essa segurança aos pequenos.

É comum a criança apresentar nessa fase mudanças de comportamento, como agressividade, regressão, ou dependencia; que melhoram à medida que ela vai se sentindo mais próxima das professoras e a colegas.

Mande na mochila algum objeto importante para criança como chupeta, naninha, ursinho, etc (isso pode ajudar a acalma-la)

Não mude nada da rotina da casa nesse periodo. Uma coisa de cada vez. Nada de tirar a chupeta, a fralda, mudar de quarto…

Tente todos os dias no caminho, contar para os pequenos o que você vai fazer enquanto ele estiver na escola.

NÃO ATRASE NOS PRIMEIROS DIAS!!! (a verdade é que nao devemos atrasar nunca, mas com esse caos de transito que temos na cidade muitas vezes, contra nossa vontade imprevistos podem acontecer)

Aqui entra a SEGURANÇA que falei: mostre firmeza na hora de entregar na escola. Sempre carinhosa, deixe a criança caminhar sozinha ou de mãos dadas. NUNCA no colo dos pais. Abaixe-se a altura do filho, olhe nos olhos, de um beijo. Se ele chorar, tenha calma!!!!

Evitem a curiosidade, não fiquem espiando por janelinhas ou portões.

Preparem-se para recaídas: as crianças podem ficar bem nos primeiros dias e depois fazer manha para entrar. Isso é normal depois que passa a fase da curiosidade.

Não negociem a permanência na escola em troca de guloseimas ou brinquedos.

Observem os sinais de ALERTA: Acredito muito que forçar não seja o melhor a se fazer!!! Nesse momento acho que cabe uma conversa franca entre os pais e a escola.

Deixar um filho na escola não é facil!!! Sempre vem a “dona culpa” rondar a nossa vida!!!

Boa sorte  e paciência a todas as MOMS que estão passando por isso!!!

Acreditem: Sempre dá tudo certo e é ÓTIMO para eles!!! (fala aqui a mãe experiente!!! rs)

Ahhhh uma coisa boa que esqueci de contar: a carinha deles na saída, quando nos encontram é inesquecivel!!!

Conte pra nós como foi a sua adaptação!

Beijos

Rê Costa

categorias: home

Existe escola perfeita?

 

Nessa época de matrículas e rematrículas essa pergunta é feita por muitos pais. Na verdade a resposta é simples. Não, não existe escola perfeita, porém os motivos que me levam a responder assim essa pergunta são muitos.

A parte pedagógica, ou seja, o que a escola ensina de conteúdos, ler e escrever, fazer contas entre tantas outras coisas, é feita mais ou menos do mesmo jeito em todas as escolas e poderia inclusive ser feita em casa.

O que diferencia uma escola da outra na realidade, é o que está por trás do que é ensinado. Os valores, princípios de convivência, enfim todo o resto que permeia o ensino curricular.

Cada escola transmite aquilo que acredita e cada família deve escolher a escola baseado nisso.

Existe escola perfeita para determinado filho e determinada família. A escola perfeita para vocês é aquela em que se sintam em casa. Onde os valore e princípios transmitidos sejam os mesmos que são transmitidos em casa.

Não podemos escolher a escola dos nossos filhos pensando em localização, aspectos financeiros e tantos outros motivos. Tudo isso pode ser organizado de outras formas. É preciso escolher aquela escola em que vocês pais acreditem que é aquela que vai colaborar na formação do caráter, além da formação acadêmica.

Visitem escolas, conversem com outros pais, sintam e ouçam outras crianças. A escola perfeita para cada um existe sim. E se no caminho escolhas não tão boas sejam feitas, mudar é sempre válido. Crianças se adaptam muito mais facilmente as mudanças do que nós adultos, podem ter certeza disso.

 

olivia quartim- formaesOlivia Quartim
Pedagoga e psicopedagoga
M@e do Gabriel com 5 anos
oliviaquartim@hotmail.com

 
 

** Olivia, é pedagoga e psicopedagoga e atuou em salas de aula de educação infantil, fundamental I e educação especial por 13 anos. Hoje em dia se dedico a escrever textos diversos (principalmente sobre educação), dar aulas particulares e outros projetos na área da educação.

categorias: home

Ballet Carla Perotti

 

 

Moms, falamos do Ballet Carla Perotti, nesse post aqui.(clique)

 

Uma escola com mais de 40 anos de experiência no ensino especializado de ballet clássico para crianças a adultos, a partir de dois anos de idade.

 

Hoje venho contar uma novidade.

 

Para felicidade de muitas mamães, inaugurou uma nova unidade no Morumbi.

 

Fica na rua Dr. Guilherme Dumont Vilares, 2278

 

Valendo o mesmo desconto de 20%, e isenção da taxa de matricula para Moms com carteirinha.

 

A escola oferecerá aulas experimentais na semana de 28/01 a 01/02. Agende a sua!!!

 

Vejam que lindo o espaço:

 

 

 

Maiores informações:

(11) 3501-6755

atendimento@bcperotti.com.br