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categorias: Vida de Mãe

Dicas para saber como foi o dia do seu filho na escola

“Como foi a escola hoje?”.

Se o seu filho nunca responde, essas 10 perguntas vão te ajudar.

Nós, pais, sempre queremos saber como foi o dia dos nossos filhos na escola. O que aprenderam, com quem brincaram e se aconteceu algo fora do esperado.
Apesar das 4 ou 5 horas por dia cheias de atividades e vivências, a resposta mais comum pra “como foi a escola hoje?” é nada muito mais animador e detalhado do que “bem” ou “legal”.
A boa notícia é que temos como perguntar como foi a escola sem exatamente perguntar como foi a escola.

Isso mesmo, precisamos mudar as perguntas para eles mudarem as respostas.

Aqui vão 10 alternativas de perguntas mais eficazes:

1- Qual foi a coisa mais engraçada que aconteceu na escola hoje? E a mais chata?

2- Se você fosse o meu professor, o que você iria me ensinar? O que eu acharia muito difícil aprender?

3- Se alguém contasse que iria morar lá na lua, quem você gostaria que fosse? Por que?

4- Se você pudesse escolher alguém pra morar aqui em casa, quem seria? Por que?

5- Qual é o seu lugar predileto na escola? Quem também fica lá?

6- Qual atividade você gostaria que tivesse todos os dias na escola?

7- Alguma coisa deixou a sua professora feliz hoje?

8- Alguma coisa deixou a sua professora brava hoje?

9- Alguém precisou de ajuda? Você ajudou?

10- Se a mamãe aparecesse na hora do recreio lá na escola, do que você e seus amigos me ensinariam a brincar?

Essas são apenas algumas sugestões, mas você pode formular inúmeras novas perguntas. O segredo é transformar uma pergunta muito genérica em outras mais específicas e, se possível, adicionar uma pitada de humor (o que as crianças adoram).
Outra dica importante é: não brigue com o seu filho pela informação que ele te traz com frases como “Não acredito que você fez isso! Não quero mais isso, hein?” Lembre-se, para eles é muito fácil simplesmente não responder. Nesses casos em que ele te conta algo não muito positivo sobre o seu comportamento, ouça atento e diga “Filho, isso não parece ter sido muito legal, mas que bom que você está me contando”. Em um outro momento, sente com o seu filho e converse sobre alternativas mais saudáveis para o que aconteceu. Dessa maneira evitamos com que ele se sinta desencorajado em te contar outras vezes.

 

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Como iniciar a educação financeira nas crianças

Educação Financeira:

Mesmo muito antes de saber fazer contas, as crianças já vão nos observando e entendo, aos poucos, o papel do dinheiro nas nossas vidas. Ensiná-las desde cedo como administrar o seu próprio dinheiro, aumentam as chances delas terem uma relação saudável com suas finanças no futuro.

Mas como e quando iniciar?

A partir dos 3 anos, a criança já pode ter um cofrinho. É interessante que ela entenda que há um lugar para guardar o dinheiro e, também, que é preciso juntar um pouco para comprar algo.

Com 4 anos já conseguimos dar a noção para a criança de trabalho e salário. De uma maneira adaptada ao universo da criança, essa noção é super saudável. Além de ela ir aprendendo a lidar melhor com o seu dinheirinho, ela também vai entendendo que as coisas não aparecem como mágica em casa, que alguém teve que trabalhar duro para conquistá-las e isso aumenta a gratidão e reconhecimento da criança pelo esforço de seus pais.

A melhor forma de iniciar é escolher alguns atividades que seriam passíveis de remuneração.

Alimentar o cachorro, arrumar a cama, retirar o lixo, ajudar a por a louça na máquina, ajudar a lavar as roupas, etc… Perceba que são comportamentos de “trabalho” e não de bons modos como “não gritar com a mamãe”. Para esses, existem outras estratégias que não são associadas a dinheiro.

Comece escolhendo 1 dessas atividades e estipule uma quantia para ele. Introduza um novo “trabalho” a cada 5 dias, mais ou menos.
Crianças precisam de consequências rápidas para se manterem interessadas, por isso, não demore muito para dar a bonificação para ela depois do “trabalho” e, no início, incentive ela a comprar já no final de semana alguma coisinha para ela. Assim ela consegue perceber mais claramente a relação entre trabalho, dinheiro e aquisição. Um cofrinho daqueles que abrem embaixo são ótimos para isso.
Uma vez que a criança já tem clara essa relação, vale a pena ir mostrando que também há a opção de “poupar”. “Você pode comprar esses adesivos agora ou juntar mais um pouco e, semana que vem, comprar aquela pulseirinha.”

Quando os pequenos já conseguem fazer contas, é interessante dar uma semanada. Ela pode ter um valor “x” fixo e um valor variável dependendo do “trabalho”. É importante explicar e ir dando autonomia para a criança fazer as próprias escolhas. “Se você comprar esse brinquedo caro, não vai conseguir compras as figurinhas que você quer essa semana, tudo bem?” Se a criança optar por comprar, deixe ela arcar com a consequência de não ter a figurinha. Por mais difícil que seja, se aliviarmos muito as consequências, não conseguimos ensinar de forma efetiva para os pequenos como controlarem seus impulsos, fazer escolhas conscientes e como gastar melhor suas economias.

Vale lembrar que as crianças estão aprendendo algo que é difícil até para os adultos, então tenha bom senso, paciência e explique bem as opções que ela tem. Outro ponto importante é que nada substitui o exemplo. Seu filho tende a ter, no futuro, uma relação com o dinheiro parecida com a que ele presencia em casa. Não adianta ensinar a criança a economizar se não é o que ela vê no dia a dia. Talvez, se necessário, seja uma boa hora para fazer alguns ajustes na educação financeira de toda a família.


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Como lidar com as crianças no divórcio

Quem está passando pela separação: Lembre-se, filhos querem ver mães e pais satisfeitos, felizes. Se forem juntos: que maravilha, se separados, bola para frente. Um novo processo será percorrido, até a adaptação da nova realidade. Assim como tudo o que é novo em nossas vidas. Acho que é bacana a criança saber que batalhamos pela nossa felicidade – ela não cai do céu, não vem do outro! E saber também que todo mundo merece uma segunda chance para ser feliz,  inclusive a mamãe e o papai!

A separação, por mais amigável e madura que seja, é sempre um processo de luto, tanto para os adultos como para as crianças. E, como todo luto, envolve dor e precisa de tempo para ser elaborada.

Ressalto que para cada faixa etária há pontos mais críticos para lidar com o assunto. Quanto maior a criança espera-se  um maior recurso psíquico para lidar com a perda. Alguns sintomas comuns: alterações de apetite, no sono, maior irritabilidade, agressividade, inibições no comportamento, isolamento. É importante também avisar a escola sobre o que está acontecendo e para que vocês possam contar com uma rede adicional para detectar esses sintomas.

Seguem algumas dicas para facilitar esse processo:

  1. Converse: Tentar criar e manter um canal para que a criança expresse o que sente, sem pressionar uma positividade forçada. Raíva, tristeza são esperadas, se vc puder escutar isso sem se angustiar muito, melhor! Dor e sofrimento fazem parte da vida, apesar da gente querer protegê-los de tudo, a vida não é assim!
  2. Menos ódio: Quanto menor a dinâmica de ódio na cabecinha da criança, mais fácil será! Afinal aquele serzinho ama e muito os dois. Preservar a figura paterna ou materna, evitar a alienação parental, o que é inclusive considerado crime, galera! Não usem a criança como pombo correio, conversem entre si. Mesmo que o divórcio não seja amigável, vcs vão precisar ao menos se tolerar.
  3. Manter a rotina com ambas as famílias: Tentar, na medida do possível, fazer com que a criança não perca o convivio com os primos, avós e tios dos dois lados. Manter a rotina parecida com a vida de antes ajuda a sentir que ela continua pertecendo àquele grupo e é amada por ele.
  4. A culpa não é dela: Comunicar às crianças que na separação não há culpa alguma dela, que é uma questão só do casal. Pode parecer óbvio, mas muitas crianças carregam esse peso da culpa. Por isso a importância de comunicar isso.
  5. Para as crianças maiores, se fizer parte da realidade economica da família, o uso do celular facilita o dia a dia da comunicação com os pais.
  6. Para crianças pequenas não há necessidade de muitas informações, elas não conseguem reter tudo, mas a regularidade das visitas ajuda muito organizar sua cabecinha. É esperado e normal que regridam um pouco, voltando por exemplo, a  usar fraldas, chupeta, etc…
  7. Jogue aberto, mas com cuidado de não ferir a criança por uma questão que não é dela. Falar que o relacionamento deu certo sim, só que durou “x” anos ajuda também. Geralmente a família precisa de um novo balanço até economico, a criança saber disso não é ruim. Mas não deixe a sentir um peso.
  8. Garanta que você vai estar lá para sempre, elogie a criança quando possível. Dê ainda mais carinho.Tolere algumas atitudes que não eram dela, conte que você sabe que vai passar!

Já tive potenciais pacientes que vieram procurar terapia para os filhos,apenas por que se separam, mas as crianças pareciam bem saudáveis, não fazia o menor sentido… Não é porque houve uma separação que existe a  necessidade de terapia, deve-se estar atento para os sintomas.

 

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categorias: Vida de Mãe

Piolho – Saiba o que é e como tratar

Oi M@es

Hoje vou falar sobre PIOLHO, ou melhor pediculose!!!

Pediculose é considerada uma infestação por inseto: o couro cabeludo fica cheio de piolhos e lêndeas.

O tempo de vida do piolho é de 30-40 dias,as fêmeas produzem 7-10 ovos por dia. As lêndeas são esses ovos presos no fio de cabelo por um material produzido pela fêmea. Esses ovos eclodem em 8 dias e temos mais piolhos.

O piolho se alimenta de sangue e ao picar sua saliva causa irritação que leva a coceira.

Quis explicar esse ciclo do piolho para vocês entenderem como é difícil quebrar esse ciclo de vida e como é a rápida a infestação.

A transmissão é muito fácil.

Os sintomas são muita coceira no couro cabeludo, pode até formar umas escoriações pela coçadura, presença de lêndeas (uma massinha branca aderida ao fio) principalmente atrás das orelhas e na nuca.

O tratamento é feito com medicações que matem os piolhos, existem medicações via oral mas que tem que ser associadas a medicações tópicas e o mais IMPORTANTE é a retirada das lêndeas. Oriento as pacientes a aplicar uma mistura de água e vinagre e passar o pente fino para retirar-las

O tratamento tem que ser repetido em uma semana para melhor eficácia.

Cuidados importantes para prevenção: checar sempre o couro cabeludo dos filhos procurando se há lêndeas , reparar se está coçando.

Caso seu filho tenha PIOLHO avisar na ESCOLA e ficar em casa nos primeiros dias de tratamento para evitar que contamine outras crianças!!!!!!

Foto capa: Shutterstock

categorias: Vida de Mãe

O que você precisa saber sobre a Influenza A H1n1

Olá m@es!
Hoje vim aqui para falar para vocês um pouquinho sobre a gripe influenza A (H1N1).

De fato nesse ano a situação está um pouco diferente do que o habitual, muitos casos já confirmados antes mesmo de Abril (a maioria deles em março/ 2016); o que tem gerado muita preocupação entre os pais – muitas mães me procuraram no consultório com relatos de casos na escola dos filhos, e muitas dúvidas sobre quando e como vacinar seus filhos para protegê-los.

Vou focar mais na prevenção, mas acho válido colocar aqui a tabela clássica da Organização Mundial de Saúde que diferencia os sintomas da gripe comum e da gripe A:

tabela-gripe

Como forma de prevenção, devemos evitar lugares fechados com aglomeração de pessoas, lavar sempre as mãos e se possível passar álcool gel, evitar colocar as mãos nos olhos, nariz e boca quando estiver em locais públicos; pois o vírus é transmitido tanto através do contato com saliva e espirros, mas também indiretamente pelas mãos e superfícies contaminadas.

A vacina é uma forma importantíssima de prevenção da doença e todas as crianças (acima de 6 meses de idade) devem tomar!
Na rede pública ela ainda não está disponível, a promessa é para final de abril/ 2016 e serão imunizadas as pessoas com doenças crônicas, aquelas com mais de 60 anos, profissionais da saúde, a população indígena, crianças entre 6 meses e 5 anos, gestantes e também mulheres que tiveram bebês nos últimos 45 dias antes da campanha.

Nas clínicas particulares temos a vacina trivalente 2016 para gripe, e em algumas delas também tem a tetravalente.

Na vacina 2016 (tanto a trivalente quanto na tetravalente) temos a mesma cepa de H1N1 da vacina 2015, pois ainda não houve detecção de mutação no vírus que justificasse uma mudança.
Por isso muita gente tem ficado na dúvida se há necessidade de revacinar (pois já recebeu essa cepa na vacina de 2015).

Quem tomou vacina em 2015 precisa tomar novamente!!!

A proteção dura em média 3 a 4 anos, mas os títulos de anticorpos vão caindo com o passar do tempo e como após a vacina demora 15 dias para subir os anticorpos a recomendação é tomar o quanto antes.

A diferença entre a trivalente e a quadrivalente é o fato dessa última possuir em sua composição uma cepa a mais de influenza B.

Na trivalente temos a proteção para 2 tipos de Influenza A (H1N1 e H3N2) e 1 tipo de Influenza B.

Na quadrivalente temos  2 tipos de Influenza A (H1N1 e H3N2) e 2 tipos de Influenza B. A cepa a mais de Influenza B que existe na quadrivalente não tem sido muito frequente.

Como a maioria dos casos confirmados do surto que estamos tendo nesse ano continua sendo pelo H1N1, sugiro que mesmo quem só encontrou a trivalente vacine com a mesmo quanto antes, pois os títulos de anticorpos sobem em média 15 dias após a aplicação da vacina.

Importante frisar: a vacina tetravalente que está disponível por enquanto na rede particular (GSK) só pode ser administrada para as crianças acima de 3 anos. Antes disso, só a trivalente mesmo!

Para o tratamento das pessoas infectadas o medicamento Tamiflu é importante para os grupos de risco (bebês menores de 2 anos, gestantes e idosos).

Como esta em falta (em São Paulo o hospital Emilio Ribas ainda esta fornecendo) devemos priorizar os grupos de risco e acompanhar de perto os demais casos.

Sempre importante consultar o seu médico, que irá monitorar os sintomas e lhe dar a melhor orientação.

Me coloco a disposição para qualquer dúvida que vocês tiverem.

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categorias: Mãe da Semana

A criança de cada signo – por Melissa Mell

A Astrologia é uma ótima ferramenta para conhecer a personalidade da criança. Através dela, é possível saber mais sobre as qualidades de nossos amores e também conhecer os aspectos mais difíceis do filhote ou da filhota.

Quanto mais soubermos sobre nossos pequenos, mais saberemos lidar com eles, ajudá-los a desenvolver suas potencialidades e a trabalhar seus defeitos.

Com vocês, a criança de cada signo:

A criança de Áries:

Impacientes, corajosos e determinados, esses carneirinhos costumam ter o humor instável. Quando se menos espera, surgem explosões emocionais, que passam como as tempestades de verão, pois logo o bom humor está de volta e sua cria nem percebe que pode ter magoado alguém. Não se deixe enganar pela sua dureza: a criança de Áries é muito sensível debaixo de toda a sua “casca grossa” e precisa demais de uma mãe amorosa que fortaleça a sua confiança em si e no mundo.

A criança de Touro:

Calmos, maduros e muito sensoriais, assim são as crianças de Touro. Têm seu próprio ritmo, um ritmo mais lento, por isso precisam de mães com paciência. Paciência para que possam fluir e desabrochar sem pressa, paciência para não forçá-los a mudar de ideia, pois sua famosa teimosia não funciona bem com imposições, mas pode ceder a argumentos lógicos e conversas inteligentes. Comilões, preguiçosos e amorosos, são bebês muito gostosos e crianças adoráveis.

A criança de Gêmeos: 

Inquietos, inteligentes e muito ligeiros, assim são os geminianos. Se você tem um filho desse signo precisará ser muito rápida, estar sempre alerta e ter a mente preparada para suas inúmeras perguntas. Dá gosto de ver a curiosidade desses pequenos e seu interesse no mundo ao redor. Extremamente criativos e artísticos, os pequenos de Gêmeos adoram desenhar, ler e têm muita imaginação. Estimule sua capacidade de se comunicar e de fantasiar, seja pelas palavras ou através da arte.

A criança de Câncer: 

Emotivos e introvertidos, nada tem mais influência na formação da personalidade de um caranguejinho do que o ambiente em que cresce, que precisa ser acolhedor e tratá-lo com muito amor e cuidado. Isto vale principalmente para sua amada mamãe, a quem veneram mesmo depois de crescidos. Esta mãe deve ser doce e dar importância às lágrimas de seu pequeno, para evitar que este se torne um serzinho magoado e isolado. Precisa ser sensível o suficiente para demonstrar o tempo todo que sua criança é muito especial, amada e apreciada sem, contudo, mimá-la e protegê-la além da conta.

A criança de Leão: 

Bem humorados, generosos, orgulhosos e alegres, os leões e leoazinhas costumam brilhar por onde passam. Mais do que qualquer outra criança, precisam de atenção e não suportam rejeições ou pequenas humilhações: jamais dê uma bronca em seu filho deste signo na frente dos outros.

Como são vaidosos, precisam ser admirados, mas tenha cuidado para não criar uma criança excessivamente mimada, que age como se tivesse nascido para mandar e não leva os sentimentos dos outros em consideração.

 

A criança de Virgem: 

Inteligentes, responsáveis e disciplinadas, as crianças deste signo costumam ser filhos exemplares e fáceis de lidar. Adoram agradar e precisam muito de aprovação, pois fazem tudo para alcançar a perfeição. Detestam errar e, se você acha seu pequeno crítico com você, não faz ideia do quanto é crítico a si mesmo. Por esse excesso de rigidez e por serem tão realistas, os virginianos precisam muito ser crianças: exagere nos carinhos, tire o peso precoce que carregam nos ombrinhos e estimule a fantasia e imaginação, para tornar suas vidinhas tão disciplinadas mais doces.

A criança de Libra:

Equilibrados, educados e justos, estes pequenos não gostam muito de fazer escolhas, principalmente se sentem que podem magoar alguém ao escolher. Precisam de um pouco de cada coisa, precisam de calma, precisam de tempo. Gostam de ambientes tranqüilos, do que é bonito, de ver desenhos mais suaves e ouvir músicas mais calmas. Nada de deixá-los ver programas que mostrem violência ou que fiquem ao seu lado enquanto você assiste novelas com brigas e gritos- e evite discussões em sua presença.

A criança de Escorpião: 

Corajosos, fortes e inteligentes, os escorpiõezinhos são duros na queda e super perceptivos: nem tente esconder deles seu estado de espírito. São fascinantes, inteligentes e magnéticos, mas precisam de uma mãe que não se dobre diante deste seu poder hipnótico. Não seja bruta, mas mostre quem é a autoridade na relação.

Gostam de privacidade e precisam ter seus segredos: jamais leia o diário ou quebre a confiança de uma criança de Escorpião. São leais e protetores com os seus, mas tendem a ser vingativos com quem os magoa.

A criança de Sagitário: 

Agitados, amistosos e felizes, os pequenos centauros e as centaurinhas de Sagitário são os palhacinhos do Zodíaco. Quando pequenos, precisam de companhia e, mesmo sendo independentes, não gostam muito de ficar sozinhos. Adoram perguntar e aprender, haja paciência para tantas perguntas- e ai de você se der aquelas respostas vagas ou sem sentido, pois essas crianças não suportam ser subestimadas.

Por serem sinceras ao extremo, apreciam a honestidade. São seres livres e precisam de movimento, de espaço e da natureza.

A criança de Capricórnio: 

Sérios, reservados e extremamente maduros, parecem que já nascem adultos. Não é raro que você se sinta sem jeito ou boba depois de fazer uma gracinha, sem sucesso. Não desanime: os capricornianos são felizes do jeito deles e têm um senso de humor deliciosamente sarcástico.

Não desistem fácil, não gostam de ir mal na escola ou de deixar alguma tarefa de lado, mesmo que para brincar. São as crianças mais gratas do Zodíaco. Seja uma mãe responsável, respeite sua discrição e aja com sabedoria: este é o modo de chegar ao coraçãozinho rochoso dos pequenos capricornianos.

A criança de Aquário: 

Muito originais, evoluídos e independentes, os pequenos de Aquário têm uma mente que voa tão rápido que, às vezes, sofrem quedas e pequenos acidentes ao tentar acompanhá-la- ou por estar com o pensamento em outro lugar. Por ter tendência a ser avoada, esta criança precisa ter sua concentração estimulada.

Bem humorados, não costumam guardar rancor ou dar atenção à coisas mundanas e mesquinhas. Amam as pessoas, a liberdade e são felizes em sistemas menos conservadores. Precisam de uma mãe que os deixem ser o que são e que não queira que eles sejam como todo mundo, mas que os ensine a funcionar em nossa sociedade.

 

A criança de Peixes: 

Sensíveis e sonhadores, os peixinhos são um encanto! Nos seduzem com seus olhos brilhantes e é quase impossível não navegar com eles nos mares de fantasia e imaginação em que habitam. Precisam de disciplina, pois tendem a desprezar rotinas e horários.

Amam as artes, a música e a dança. Precisam saber de suas qualidades, pois têm certa fragilidade e insegurança. Não seja ríspida com um filho de Peixes, isso faz com que ele se perca em um mar de melancolia e mágoa. Leve seus sonhos a sério e estimule sua natureza imaginativa para que ele cresça forte e confiante.

melissa-mell Mãe dos gêmeos Miguel e Isadora, 
 nascidos em 2013, trabalha como redatora desde 2004. 
 É formada em Psicologia pelo Mackenzie, 
 com especialização em Psicossomática 
 (Sedes Sapientiae) 
 e Psicobiologia (Unifesp). 
 Sempre se interessou por terapias 
complementares, oráculos e energias, 
assuntos que estuda há muitos anos.
categorias: Decoração

Como usar flores na mesa da sua festa – Toque da Formiga – For Mães

Oi meninas! O #toquedaformiga hoje falaremos sobre as flores que tanto são usadas nas decorações infantis.

Eu, particularmente acho que festa infantil não é casamento. Nas minhas decorações sempre uso arranjos florais verdadeiros, mas mais singelos (exatamente por ser infantil). Mas isso é bem pessoal e vai muito de gosto da cliente e da decoradora, ou da mamãe festeira que monta as mesas.

O que é muito importante lembrar é que se você não for contratar uma florista profissional, precisa sempre limpar as flores, tirar as folhas. Caso contrário, além do seu arranjo ficar ‘caseiro’ ele não fica bonito.

Eu não sou florista, então não posso dar dicas aqui de como montar seu arranjo. Cada um na sua especialidade né? Mas, posso ajudar a como inserir no contexto da decoração.

Flores em festa de menino: não abusem em arranjos robustos. Não podemos esquecer que, mesmo em chás de bebês ou aniversário deles pequenininhos, são temas e festas masculinas. As flores muito delicadas e em quantidade grande dão um ar mais feminino a decoração. Usem flores maiores, as pequenas também são muito delicadas.

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Uma coisa que fica bem legal e dá um super efeito visual é usar topiaras (podem ser até artificiais). O efeito é lindo e super bacana!

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Para as meninas, aí sim já podemos usar muito mais quantidade e flores mais delicadas e melhores. Os arranjos, eu também aposto nos mais singelos (são festas infantis e não evento adulto) e ainda assim o efeito é lindo e complementa perfeitamente o conjunto, a estética e a decoração!

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Também vale lembrar que as flores nunca devem confrontar com os balões. Eles devem estar harmonizados nas cores e nas quantidades para não ficar nem muito vazio e muito menos, muito cheio!

Agora, mão na massa pra colorir e florir seu evento!

 

colaboradores-toque-de-formiga  Sabrina Alves Martinho Espinós
  Formada em Arquitetura e Urbanismo, 
  mas escolheu seguir o coração festeiro, 
  criou e se dedica exclusivamente ao Atelier Maria Formiga. 
  Mãe do Matheus, Rodrigo e Maria Luisa.
  www.mariaformiga.com.br
  Face: www.facebook.com/Atelier.Maria.Formiga
  Instagram: @maria_formiga
categorias: Vida de Mãe

Quando é hora de parar

Meu dia começou cedo como de costume. Na verdade, era ainda madrugada quando minha pequena Cecilia, que desfraldou há duas semanas, fez xixi na cama. Chegou do meu lado chorosa e meio dormindo, e eu levantei, troquei o pijama da pequena, coloquei-a na cama com a irmã Melissa, e voltei a dormir.

Algumas horas depois, recebi a visita do meu chicletinho Laura. Como já estava quase na hora de levantar, puxei ela para cima da cama e deitamos abraçadinhas. Seria uma delícia se eu ou ela tivéssemos conseguido dormir, mas definitivamente Deus não me deu, e nem deu a nenhum dos meus filhos, o dom da cama compartilhada. Entre socos, roncos e pontapés, ficamos nos estranhando por mais alguns minutos, até que o despertador deu o tiro de misericórdia: hora de levantar!

O relógio marcava seis e quarenta quando entrei na sala, e minha filha mais velha já estava prontinha sentada no sofá teclando no celular. Luana, que tem onze anos e é uma menina bastante responsável, acorda sozinha todos os dias, se arruma, toma café e vai para escola de perua, pois entra mais cedo que os irmãos. Fiz o cheque para pagar o motorista, me despedi, e fui acordar o resto da filharada.

Milagrosamente, meu filho Alex, de 9 anos, levantou de primeira. Fato inédito, já que Alex é um dorminhoco nato, daqueles que quando bebê dormia no trocador antes mesmo de ser colocado no berço.  Mas ontem à noite, combinamos que se ele não desse trabalho para acordar, eu o deixaria dormir meia hora mais tarde. E já pensando em ter mais tempo de minecraft antes de dormir, ele logo pulou da cama e fez valer mais uma conquista. Alex é meu filho mais difícil que mais demanda energia na hora de fazer barganhas. É preciso muita paciência e disciplina para lidar com esse meu filho negociador e viciado em joguinhos eletrônicos.

Minhas trigêmeas já foram mais fáceis de serem acordadas. Ultimamente têm chorado para sair da cama, o que com o frio que tem feito pela manhã é até compreensível. Mas o pior de tudo, é que aos sábados, domingos e feriados, como num passe de mágica, elas acordam sozinhas, serelepes e bem humoradas às seis e meia da manhã. Por mais que eu me esforce, não consegui ainda encontrar uma explicação aceitável para esse fenômeno catastrófico e antinatural, e me recuso a aceitar que aos três anos de idade elas saibam diferenciar uma sexta-feira de um sábado sem que eu lhes diga nada. Mais uma das muitas ironias da maternidade, que nem Freud nem Einstein conseguem explicar, e nem Piaget ou Pinochet, conseguem resolver.

Para tornar o processo triplo de trocar de roupa, tomar café, pentear os cabelos e escovar os dentes, eu já preparo as lancheiras na noite anterior, deixo as malas prontas, e arrumo a mesa do café antes de acordá-las. Mas ultimamente, o que tem resolvido mesmo, é mergulhar de cabeça no universo mágico das minhas pequenas, e passar minha manhã adestrando três lindos cachorrinhos: Fifi Melissa, Nina Cecilia e Bob Laura. Enquanto minhas filhas meninas-humanas são chatinhas para acordar, não querem colocar uniforme, não gostam dessa e daquela meia, não deixam pentear o cabelo e fazem escândalos absurdos por causa da cor de um canudo para tomar um simples iogurte, meus cãozinhos são dóceis, bonzinhos, obedientes e amáveis. Basta eu dizer: “Fifi, vem colocar a roupa para ir para a escola de cachorros!”, e lá vem ela toda serelepe e sorridente, abanando seu rabinho imaginário para mim. Ajeita as patinhas para colocar a calça e a blusa, senta para colocar a meia e o tênis sem reclamar. Da mesma forma, basta eu chamar uma vez: “Nina, venha que sua comida já está no seu pratinho!”, que ela vai engatinhando até a cozinha e come toda a comidinha com gosto, raspando o prato sem reclamar. “Bob , vem colocar um enfeite no pelo que hoje é dia de ballet dos cachorros!”, e latindo, minha terceira cachorrinha vem feliz e contente colocar lacinhos, escovar os dentes e pentear os cabelos! E então todos saem pela porta feito música de orquestra, da qual sou maestrina soberana,  orientando e conduzindo minha filarmônica.

Encontrar poesia às sete horas da manhã em uma casa com cinco crianças não é tarefa fácil. Fácil mesmo, e quase inevitável, é render-se aos gritos, berros, manhas, castigos, ameaças e palmadas. Mas cansada desse reco-reco desestimulante, resolvi entrar para o clube do au-au. E passar a manhã latindo poderia soar trágico se não tivesse se tornado tão cômico.

E o motivo desse transbordar repentino de romantismo materno, tem uma explicação bastante razoável: eu pedi demissão. Pedi demissão do cargo de mulher maravilha e resolvi dar um tempo do trabalho. Se parei ou fui parada, depende um pouco do ponto de vista, mas o fato é que tirei das minhas costas um fardo equivalente a toneladas e toneladas que eu jamais seria capaz de mensurar. O peso da culpa, do fracasso, das tentativas frustradas, da falta de tempo, das bolas quadradas que eu ia entregando para todos durante o dia, sempre tentando fazer o melhor, mas sem conseguir fazer ao menos o mínimo necessário. No fim das contas, eu já estava praticamente inerte no meu próprio emaranhado de coisas para fazer e por fazer. Presa em uma teia de tarefas que eu ia deixando para trás ao longo dos dias, e que eu ia carregando pela rua feito bolas de presidiário. Nos últimos meses o cansaço era tanto que eu já nem produzia mais nada. E ficava cansada não pelo que fazia, mas pelo que deixava de fazer. Pelas consultas médicas esquecidas, os aniversários ignorados, os presentes não comprados, os convites não enviados, os livros de escola não providenciados, as contas vencidas, a bagunça, o medo, o caos. Um caos externo e interno que causou um desespero tão grande, que literalmente começou a me faltar o ar. E com o alarme de emergência tocando, veio o pânico. Pânico de sair para trabalhar, pânico de cuidar dos cinco filhos, pânico de olhar para tudo que não estava sendo feito. Pânico de viver. E foi então que marido e eu decidimos que era hora de aposentar meu vestido de super-herói.

Na primeira semana em casa, eu dormi. Aprontava as crianças para a escola, voltava para cama e dormia até meio dia. Lentamente, comecei a também enxergar as coisas ao meu redor. Primeiro eu avistei uma montanha de sacolas, entulhos e coisas num canto do meu quarto. Malas de viagens que fiz há seis meses atrás, roupas para doar, para vender, para arrumar. Sacolas e mais sacolas com material de trabalho, brinquedos velhos, carrinho de bebê, moisés, cabide, perfume velho, carregador de celular, vaso quebrado, porta retrato sem foto,  grade de berço e uma infinidade de quinquilharias e objetos não identificados. Só uma pergunta me vinha à mente: Há quanto tempo eu mantinha este depósito dentro do meu quarto sem nem ao menos perceber?

Aos poucos fui me entregando a outras vontades então desconhecidas. Vontade de ir ao supermercado e ver a geladeira cheia de iogurtes para agradar o marido. Vontade de ir ao hortifrúti comprar as frutas preferidas para o lanche das crianças. Vontade de parar naquele açougue que eu passei na frente outro dia, com promoção de filet mignon. Eu sempre fiz as compras da casa, mas não tinha ideia do preço das coisas. E da mesma forma, as datas, os nomes, as consultas, as listas, os preços, tudo foi virando informação passageira, que eu ouvia, mas não escutava, olhava, mas não via.

Nesse primeiro mês longe do trabalho, tenho dedicado uma parte do meu tempo a arrumar uma casa. Afinal, arrumando fora, é que começo o meu processo de arrumação interior. Ao mesmo tempo que vou me desfazendo de roupas velhas, brinquedos quebrados e objetos sem utilidade, também vou deixando para trás sentimentos ruins, cobranças, mágoas, desilusões. Sem pressa, eu vou tirando os nós da minha alma e buscando um destino mais sereno, sem tantas pedras no caminho, que já não aguento carregar.

Durante meus novos dias cheio de horas, vou do inferno ao céu e do céu ao inferno inúmeras vezes. Tem dias que minha cama parece ter um ímã contra o qual não consigo e nem quero resistir. Meu colchão me abraça e me enfraquece, e lá eu fico, na minha areia movediça de culpas e cobertores. Percebo então que ficar em casa não é só flores como eu pensava. Não produzir é um prato cheio para a inércia e para a depressão. Ainda mais na era dos smartphones, que te dão a falsa ilusão de que se está vivendo pelo simples fato de estar conectada com o mundo.

Eu sinto falta de trabalhar, embora no momento não sinta vontade de ir. Ainda tenho medo das muitas bolas de ferro que me aguardam, com suas algemas sem chaves e sem segredos. Por hora, vou me dedicar a desfazer meus nós, deglutir meus sapos, e silenciar a minha mente, para que então eu possa ouvir a voz dos meus filhos soando novamente como música para meus ouvidos.

Tem outros dias que acordo tranquila e serena, cheia de vontade de viver e de recuperar o tempo perdido na exaustiva missão de ser mulher maravilha. Tenho tido momentos preciosos ao lado de amigas queridas, minha melhor terapia desde então. Nossos almoços, cafés, jantares, idas ao salão e passeios no shopping, são minha dose diária de endorfinas, meu momento de lembrar que apesar de estar sem trabalhar, eu ainda posso ser somente eu em alguns momentos. E entre momentos de calmaria e preguiça, vou abrindo espaço para a mãe que há em mim ter vontade de voltar para casa mais cedo, disposição para curtir a filharada, e principalmente para compor minhas sinfonias.

Maternidade é algo difícil de se dosar. Se você se entrega demais, ela te engole, se não dá o suficiente, te degola. Agora posso dizer que tenho tempo para mim e para os meus filhos, e que esse tempo que tenho com eles cresceu em quantidade e qualidade. O que era antes como uma rosa cheia de espinhos, hoje é um bosque de cerejeiras em flor. As crianças estão mais calmas, mais tranquilas, e me ouvem muito melhor agora que não grito o tempo inteiro. A verdade, é que o tempo é nosso bem mais precioso. Mas ele é intocável, e está em constante movimento, como um eterno fio e água escorrendo por entre os dedos. A vida passa rápido demais, e é preciso parar de vez em quando, antes que a nascente se transforme em um grande rio de águas passadas. Por isso existe a hora de plantar, a hora de colher, e a hora de parar. Como diria o grande sábio Mark Twain: “Quando você estiver sem tempo para descansar, esta é exatamente a hora certa.”

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colaboradora SABRINA MARTINS SCHVARCZ, 
 Jornalista por formação, bailarina por paixão, 
 mãe por vocação e 
 diretora do BALLET CARLA PEROTTI por opção.
 http://bcperotti.com.br


Imagem Capa: Shutterstock
categorias: Vida de Mãe

Dicas para organizar a rotina escolar dos filhos

Olá M@es,

Frequentemente vejo no grupo alguns comentários envolvendo “esquecimento” de algum compromisso escolar dos filhos. Como todas nós temos inúmeras outras tarefas diárias, é natural que vez ou outra deixemos passar alguma coisa.

Hoje darei algumas dicas para evitar que isso aconteça, focando na rotina dos pequeninos, e darei continuidade ao assunto num próximo post, abordando a importância de ajudarmos os filhos a criarem responsabilidade e disciplina nos estudos, necessários para o bom desempenho escolar.

As crianças mais novas (do berçário à pré-alfabetização) tem uma rotina escolar mais tranquila em função da idade, portanto poucos são os compromissos com atividades extra-classe. Porém, sabemos que são vários os comunicados diários na agenda envolvendo eventos escolares, festas de aniversario dos coleguinhas, solicitações de materiais especiais, encontro de pais, avisos de passeios, etc… Para ajudar no gerenciamento de tanta informação, algumas medidas simples são bastante eficientes:

  • Consultar a agenda escolar todos os dias – às vezes, por distração,  deixamos de olhar as agendas das crianças, e quando nos damos conta, encontramos alguns bilhetes “vencidos” nela. Acostume-se a fazer isso sempre no mesmo horário, assim rapidamente se tornará um hábito. Ao receber os comunicados, imediatamente decida o destino dos mesmos: guardar, agendar, descartar. Dessa forma as chances de perder a data (e o aviso) são quase nulas.
  • Sincronizar a agenda das crianças com as nossas – a melhor forma de não esquecer um compromisso é anotando (e confiar na memória é a pior, acredite!). Nossa agenda de compromissos deve ser única, independente do método utilizado, assim a visualização do dia, da semana ou mesmo do mês fica muito mais fácil e conseguimos nos programar e incluir compromissos de forma mais lógica. As formas de agendar são muitas, e devemos escolher a que melhor funciona pra nós (eu, por exemplo, não troco a velha agenda de papel por nada… tenho a sensação de que ao anotar meus compromissos usando canetas coloridas, rabiscando o que me der vontade, já inicio o processo de memorização). Ainda existem os aplicativos, os calendários de mesa, os planejamentos semanais ou mensais, enfim, o método ideal é o que mais nos agrada.

Um detalhe importante: quanto mais filhos, maiores as chances de nos perdermos entre tantos compromissos, por isso nossa memória jamais deve ser a única responsável pelo armazenamento de tanta informação… Afinal, a última coisa que queremos é vê-los decepcionados porque esqueceram um prato de doce para a festa junina, ou não levaram o presentinho do amigo aniversariante… E quem nunca? Somos mães, podemos errar, mas muitas vezes podemos evitar!

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 Beijos a todas!

 

 colaboradores-formaesLuciana Collin, 35 anos, Personal Organizer  
 Graduada e Pós Graduada em Fisioterapia,  
 Graduada e Mestre em Moda, Arte e Cultura 
 Mãe do Thiago, 4 anos.                      
 www.organizecomestilo.com
 Instagram: @organizecomestilo
 Facebook: Organize com Estilo

 

(obs: imagens ilustrativas, retiradas da internet)

categorias: Vida de Mãe

10 Dicas para ajudar as crianças a desenvolver hábitos saudáveis

Você pode ajudar seu filho a desenvolver hábitos saudáveis logo cedo que lhe trarão uma vida de benefícios.  Como mãe ou pai, você pode incentivar o seu filho a avaliar as escolhas alimentícias e desenvolver o habito de praticar atividades físicas.  Aqui estão algumas dicas para você começar essa jornada:

1) Seja um bom exemplo 

Você não tem que ser perfeita o tempo, mas se seus filhos veem você comendo direito e se exercitando, eles notarão os seus esforços. Você passará a mensagem de que cuidar da saúde é importante para sua família.

2) Mantenha as coisas positivas

Crianças não gostam de escutar o que eles não podem fazer, faça o oposto, diga a eles o que eles podem fazer.  Mantenha as coisas divertidas e positivas.  Todos gostam de ser reconhecidos por um trabalho bem feito.  Celebre o sucesso e ajude as crianças e adolescentes a desenvolver uma auto estima positiva.

3) Faça a família inteira se mexer 

Planeje atividades para toda família se exercitar juntos.  Andem a pé, de bicicleta, façam jardinagem ou brinquem de pega pega no jardim, Todos se beneficiarão com o exercício e com o tempo que passarão juntos.

4) Seja realista

Determinar metas realistas e limites são o segredo do sucesso quando se adota uma nova atitude ou comportamento.  Pequenos passos e mudanças graduais podem fazer uma grande diferença na sua saúde com o passar do tempo, então comece devagar e sempre.

5) Limite TV, vídeo Game e tempo no computador 

Esses hábitos levam ao sedentarismo e ao consume excessivo de “junk food,” o que aumenta o risco de obesidade e doença cardiovascular.  Limite tempo em frente a TV/Vídeo Game/Ipad a 2 horas por dia.

6) Incentive atividades físicas que eles realmente gostem 

Toda criança é única. Deixe seu filho experimentar diversas atividades diferentes até encontrar uma que ele/ela realmente ame fazer. Eles praticarão por mais tempo o que eles realmente amarem fazer.

7) Escolha recompensas verdadeiramente gratificantes 

Não recompense as crianças com TV, vídeo game, balas ou outras besteiras por um trabalho bem feito. Encontre outros meios para celebrar um bom comportamento.

8) Transforme a hora do jantar na hora da família 

Quando todo mundo senta junto para comer, existe menos chances da criança comer as comidas erradas ou comer fora de hora.  Envolva seus filhos no planejamento e na preparação da refeição.  Assim todos desenvolvem bons hábitos alimentares juntos e o tempo de qualidade com a família será um bônus adicional.

9) Transforme a leitura de rótulos em um jogo 

A família toda irá aprender o que é bom para a saúde e se tornar mais consciente do que consome.  É um habito que ajuda a mudar o comportamento para a vida toda.

10) Envolva-se  

Seja um defensor da causa por crianças mais saudáveis. Insista em boas escolhas alimentares na escola. Certifique-se que os profissionais de saúde de seus filhos estejam monitorando indicadores cardiovasculares, como IMC, pressão arterial e colesterol. Contate funcionários públicos em assuntos do coração. Faça sua voz ser ouvida.

 

Texto original aqui

 

 juliana-solano-colaboradoraJuliana Solano,
 Finanças e gestão de empresas pela Boston University 
 Empresária, corretora de seguros e tradutora
 Mãe do Gabriel, 4 anos

Imagem capa: www.shutterstock.com