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Karen Larissa Sakai Kuga

Larissa

 

Iupiiiiiiii! Nem estou acreditando nisso! Chegou a minha vez… Quando apareceu uma janelinha no meu celular com a cara da Renata Costa, pensei: “Ops, o que será que eu fiz de errado no 4mom’s?”… E de repente vejo a frase: “Aceita ser a mom da semana?” PLOFT!!! Até pisquei e pisquei pra ver se eu estava enxergando direito, kkkkk… E depois veio o sentimento de preocupação, porque acho uma tremenda responsabilidade. Com tantas histórias lindas e emocionantes, a gente fica com receio né, de não saber o que falar, de escrever de menos ou demais. Mas vamos lá… E é com muita honra que paro aqui para contar pra vocês mom’s queridas, um resuminho da minha vida.

Nasci e cresci em Adamantina, interior de São Paulo. Cidade pacata, calma, e muito boa de se viver. Sou a mais velha de quatro irmãos. Minha infância foi ótima! Brinquei muito na rua, de esconde-esconde, pega-pega, mamãe da rua, riscava o chão com tijolo pra pular amarelinha, pulava elástico na calçada, enfim, infância de pé descalço, de liberdade, e longe da violência de cidade grande. Mas eu vivia vindo pra São Paulo, porque sempre tive parentes por aqui.

 

Meus pais sempre diziam, que quando a gente crescesse, mudaríamos pra São Paulo por causa dos estudos, faculdade e tal. E foi assim que aconteceu. Mudamos! E foi tudo bem difícil desde que chegamos. As nossas vidas mudaram da água pro vinho. Tudo diferente, tudo novo. Moramos em casa no início, num bairro da zona leste de São Paulo, e vou dizer que acho que fomos assaltados lá umas 12 vezes, sem exagero! Graças à Deus nunca estávamos em casa quando os ladrões resolviam fazer uma visitinha, e eles faziam a rapa! Até que acordamos pra vida e decidimos nos mudar para um outro bairro menos perigoso. Aí as coisas melhoraram.

 

Logo nos primeiros anos morando aqui em São Paulo, não me recordo exatamente a data, sofri um baita acidente, junto com toda a minha família dentro do carro. Um carro forte daqueles que transportam dinheiro ultrapassou o farol vermelho e nos pegou em cheio em plena Av Aricanduva. Todos se machucaram, menos meu pai, e a única que ficou em estado mais grave fui eu. Suspeita de traumatismo craniano, fraturas na bacia, e tornozelo, fiquei internada um tempão, perdi a memória, voltei a usar fraldas com 18 anos de idade, fiquei feito uma criança, usei cadeira de rodas, muletas, e enquanto estava me recuperando, passei um tempo na casa de uma tia que cuidava de mim para meus pais poderem trabalhar. Demorou um tempinho, mas me recuperei, graças à Deus. A memória voltou, fraturas corrigidas, e fiquei bem.

 

Passado isso, quando tudo estava aparentemente bem, minha irmãzinha caçula adoeceu, leucemia mielóide aguda. Foi uma facada no coração de todos nós. Do diagnóstico ao óbito foram 43 dias. Não sabemos até hoje há quanto tempo ela já estava doente. Era uma criança forte, saudável, vigorosa, comilona, brincava normalmente, mas seu nariz sangrava de vez em quando, e achávamos que era de calor, esforço físico, ou sei lá… Os sintomas que revelaram a doença foram hemorragia vaginal, muita perda de sangue. Foi horrível, muito triste. Perder um filho é a pior coisa que pode existir. Minha mãe ficou dilacerada, nós todos ficamos num buraco negro enorme com a falta da minha irmãzinha. Diante de tudo até pensamos em voltar para o interior, mas passando o tempo, com o apoio da família que se encontra toda aqui, resolvemos ficar.

E a vida seguiu…

 

Bom, vamos à parte feliz!
Conheci meu marido em 1999 numa balada! Lembram do Dado Bier na Juscelino? Então, foi lá. Tinha acabado de sair de um relacionamento e nem pensava em namorar tão cedo. Pois bem, mordi a língua, cuspi pra cima e caiu na testa! Era aniversário de um amigo do meu melhor amigo. Eu nem conhecia o cara, o aniversariante. Fui arrastada pra lá, não estava a fim mesmo, mas ainda bem que fui! Tinha uma prima minha de Adamantina passando as férias aqui em SP na minha casa, e ela conheceu um cara num karaokê que tínhamos ido na semana anterior. Ligou pro cara e convidou pra ir ao Dado Bier também e falou: “leva seus amigos!”. E tcharam… quem era um dos amigos??? Kkkkk Fomos apresentados na pista de dança, e na hora nem rolou nada, mas percebi que ele não tirava os olhos de mim! E eu lá dançando, dançando, toda toda, me achando. Não esqueço da roupa que eu estava… Blusa vermelha de um ombro só da M.Officer e saia preta tbm da M.Officer, justa, até os joelhos com um racho enorme em uma das pernas que ia até próximo da coxa, e sandálias pretas de saltos bem alto, lindas! (eu era magrinha, pesava uns 53kg… buaaaaá que saudades!).

 

Ficamos assim a noite inteira, um pra lá e outro pra cá, mas todos no mesmo grupo, dançando e pouco conversamos, aliás, quase nem falei com ele durante todo o tempo que ficamos lá. Jeito tímido, contido, na dele, do jeito que eu gosto. Tô fora dos caras que chegam chegando, odiava! Eis que na fila pra pagar na hora de ir embora, ele colou em mim, do meu lado, discretamente, mexendo na carteira… e puxou assunto. Trocamos telefone e ele me levou pra casa, juntamente com minha prima e o amigo dele. Não rolou nada naquela noite, nenhum selinho. Nos falamos no dia seguinte, liguei pra ele. Me deu uns cinco minutos e pensei: vou ligar! Acho que eu já sabia que valia à pena. E nos encontramos no mesmo karaokê em que minha prima havia conhecido o amigo dele. Conversamos muito, estávamos nos conhecendo, já que no primeiro dia foi só ele me olhando de longe e eu me sentindo, kkkk. E assim foi durante a semana também. Fomos ao cinema num dia, saímos pra jantar no outro… Ah o primeiro beijo não rolou no cinema! Dei uma de difícil, sabe como é né meninas! Acho que nos encontramos a semana inteira praticamente, e aconteceu o tão esperado primeiro beijo num barzinho, era julho, uma noite fria, à luz de velas. Foi lindo! Não esqueço. Namoramos por cinco anos, e durante esses cinco anos, terminamos e voltamos algumas vezes, mas o que está escrito, já está.

 

Meus ciclos sempre foram longos, mas naquele mês estava longo demais. E eu, nem tchum pra isso, nenhum pouco preocupada, totalmente tranqüila. Numa tarde de sábado, fomos à locadora pegar uns filminhos, e de repente ele imbicou o carro numa farmácia para comprar o teste de gravidez, sem me consultar nem nada! Tomei um susto! Porque tínhamos falado a respeito do atraso, mas que pra mim não era motivo nenhum de ficar encanada, NUNCA imaginei estar grávida! Chegamos na casa dele, fui pro banheiro, lemos as instruções do teste juntos, fiz o xixi com calma, deixei em cima da pia para aguardar o tempo necessário e fui pro quarto. Eu estava deitada na cama, despreocupada, tinha certeza que seria negativo, e o Rogério lá, sentado na frente do aparelhinho olhando para o visorzinho ansiosamente. Aí ele gritou: VOCÊ ESTÁ GRÁVIDA!!! E eu quase engasguei com o salgadinho… Meu Deus! O quê? Tem certeza? Olha direito! Deixa eu ver! Não acredito!… DUAS LISTRINHAS VERMELHAS E FORTES. A ficha não estava caindo, e pensei que o teste pudesse ser porcaria e conter algum erro de leitura. Saímos novamente e compramos mais dois testes, os dois mais caros da farmácia. Esperei pra acumular mais xixi… Fiz os dois de uma vez… E tcharammm… QUATRO LISTRINHAS VERMELHAS! Kkkkkk Olhamos um para a cara do outro, nos abraçamos, nos beijamos e falamos juntos: E agora??? Vamos casar!!!

 

Fiz faculdade de Direito. Foi no dia em que eu ia ser contratada para trabalhar no departamento jurídico de uma empresa, que saiu o resultado do beta positivo no laboratório, formalizando por completo a minha gravidez! Quando eu fui fazer a entrevista, eu já estava grávida, mas não sabia. Viajamos no Natal, pro interior de Minas, na casa de uma tia dele. E eu lá, morria de sono e só tinha vontade de ficar deitada. Ele reclamava comigo, achava que eu estava fazendo pouco caso, com cara de poucos amigos (e hoje eu relembro às vezes: “ta vendo, você me julgando na época e eu grávida!).

 

Passou reveillon, e me ligaram confirmando minha contratação. Providenciei documentos, estava tudo certo, ia começar na segunda. Claro que cheguei lá, e abri o jogo! Disse: “Vocês estão prestes a me contratar, mas acabo de descobrir que estou grávida!”… E é claro que não houve contratação. Me agradeceram pela sinceridade e me deixaram às portas abertas para futuramente tentar nova oportunidade.

 

Em um mês conseguimos organizar tudo para nosso casamento! Igreja, vestido, festa, buffet, banda, convites, padrinhos, daminhas e pajens (foram 8 criancas, quatro casais). Lembro que passei muito mal, muito mesmo! Enjôos, vômito, não conseguia comer nada, e nem sentir cheiro de nada, até o cheiro do marido me enjoava! Perdi 9 quilos no primeiro trimestre. E por isso, Rogério é que ia sozinho nos lugares, me passava a coordenadas por telefone, e assim fomos fechando os serviços para o nosso casamento relâmpago! O vestido de noiva. escolhi o primeiro que provei, e no meio da prova, corria pro banheiro vomitar! Mas os anjos estavam conspirando a nosso favor, pois não tivemos dificuldade alguma em conciliar a data escolhida com todos os serviços contratados. Foi maravilhoso! O casamento dos meus sonhos, apesar de toda a correria.

 

Tive um descolamento de placenta logo no primeiro trimestre, sem sangramento. Foi detectado no ultrassom de rotina. Fiquei de repouso quase que absoluto por conta disso, pernas pro ar e muito mimo. Apenas no segundo trimestre tudo ficou bem. Fui liberada do repouso, e vida normal. No restante, a gestação toda foi tranqüila. Com 39 semanas eu estava no comércio dos meus pais, e tive uma contração. Liguei imediatamente pro meu marido, que largou tudo e correu pra maternidade Santa Catarina, avisei a obstetra, e meu pai que me levou. Não tive dilatação, fiquei mais de vinte horas, induzimos o trabalho de parto, e nada. Fiquei esgotada! Falei pra minha medica (que era totalmente a favor do parto natural): “ Quero cesárea pelo amor de Deus!”. E assim veio ao mundo nosso tão amado Erick! Cheio de charme, pesando 3010kg e 49cm.

 

Moramos primeiro com minha sogra, e depois com minha mãe até nosso apartamento ficar pronto. Após o casamento demorou oito meses para a entrega das chaves. Ahhh… lar doce lar! Somente a partir daí é que tivemos a sensação de realmente estarmos casados, formando uma família, com privacidade em nossa casinha. Nos mudamos apenas com a cozinha totalmente pronta, sem móveis e sem nada. Fomos mobiliando aos poucos.

 

Decidimos que eu não ia trabalhar fora, e que ficaria em casa me dedicando ao Erick. E assim foi. Muito bom acompanhar de perto toda a vida de um filho! Seu crescimento, conquistas, fases, as primeiras palavras, primeiros passos, estar perto quando existe dor, ou febre, dar carinho, dar colo. Sou muito grata ao meu marido por isso. Não me arrependo de ter optado por isso, em momento algum.

 

Passado oito anos, veio a Larissa, nossa princesinha da casa, cheia de delicadeza e meiguices pra encantar ainda mais as nossas vidas. A segunda gestação foi excelente do início ao fim, sem qualquer problema, só o mal estar, náuseas e vômitos nos primeiros meses, 4 meses pra ser exata. Larissa nasceu também de cesárea, pesando 3855kg e 49cm, no Hospital e maternidade Albert Einstein.

 

Minha recuperação pós parto foi complicada. Tive um hematona de parede abdominal por causa da cesárea. Sentia muita dor, que não era dor dos pontos. Minha barriga não voltava ao normal nunca, sentia uma “bola dura” que doía demais. Quase um mês após muita dor, tivemos que drenar esse hematoma. Quando eu achava que tudo ia ficar, bem… comecei sentir uma outra dor, junto com o restinho de dor que eu ainda tinha do hematoma que estava sendo absorvido pelo organismo. Dessa vez a dor era nas costas e na lateral esquerda da coluna. Diagnóstico: pedras na vesícula. Com uma bebê de um mês em casa que mamava apenas peito, passei por nova cirurgia! Fiquei três dias internada, morrendo por dentro por causa da Larissa que estava LM exclusivo, e ficou três dias mamando mamadeira obrigatoriamente, tadinha.

 

Meus pais e minha sogra ficaram em casa com ela e com o Erick. No hospital fiquei tirando o leite, manualmente mesmo, desprezava tudo numa toalha de banho, e chorava ao mesmo tempo. Com isso, já mandava embora também toda a droga da anestesia que tomei durante a cirurgia. Tive uma complicação durante a cirurgia, e foi necessário um procedimento que era exatamente a especialidade do meu marido (ele é médico), que já estava no centro cirúrgico ao meu lado, assistindo e me acompanhando. Eu não sabia, mas o que eu tive era extremamente grave! Só soube disso depois, quando tudo estava bem.

 

Meu marido é um anjo em minha vida! Ainda quando namorávamos, ele praticamente salvou a vida do meu pai, que levou um tiro na boca, a queima roupa, num assalto que ocorreu em seu comércio. Os primeiros socorros foi meu marido quem prestou, num hospital próximo que encaminharam meu pai, e que não tinha estrutura nenhuma, só estagiários atendendo, e que não sabiam o que fazer com tanto sangue jorrando da boca do meu pai. Imediatamente ele já conseguiu a transferência para um hospital particular onde ele trabalhava. Cuidaram direitinho do meu pai lá, que foi submetido a uma cirurgia na boca, e ficou perfeito, sem sequela nenhuma. Eu agradeço muito por ter o Rogério como meu marido! Além de uma excelente pessoa, é uma pai exemplar e um marido muito atencioso e preocupado. Ainda bem que fui naquela noite ao aniversário no Dado Bier! 😉

 

Bom, passado os meus três dias de internação (que a princípio eram dois, mas por causa da complicação viraram três), tive alta e voltei pra casa voando pra perto dos meus filhos, morta de saudades! Com Erick foi tudo ótimo porque ele já é maiorzinho, entende melhor e não depende tanto de mim. Os avós deram bastante amor enquanto a mamãe estava no hospital.

 

Fiquei com receio da Larissa não querer mais peito já que tinha ficado durante três dias na mamadeira. Fiquei muito estressada, preocupada, ansiosa, e com um medo enorme do meu leite secar devido a toda situação. NÃO SECOU GENTE! Eu ainda tinha muuuuito leite, e minha pequenina pegou o peito direitinho, e desesperadamente mamou, mamou, mamou… e eu chorei, chorei, chorei… de emoção e alegria por estar em casa, sã e salva, pertinho daqueles que mais amo nessa vida! Final feliz!!! Graças à Deus, graças ao meu marido, e graças à todos que nos ajudaram e colaboraram durante essa fase difícil de nossas vidas, mas que passou e ficou lá pra trás, deletada.

 

Então é isso meninas! Espero que tenham gostado do resuminho da minha história, e obrigada por compartilhar comigo todos os dias, nossa tão deliciosa vida de 4mom’s! Beijo com carinho!

 

Eu era: magra, manequim 36, não tirava salto alto, vivia de cabelos soltos, lindos, compridos e impecáveis, era baladeira, amava cantar em karaokês, gostava de dirigir com som bem alto a qualquer hora do dia e da noite, adorava sair com amigos, dançar, e curtia carnaval.
Depois da maternidade eu sou: acima do peso, manequim 40, só procuro pelas vitrines de sapatilhas e rasteirinhas, sempre estou de rabo de cavalo, amo estar em casa com os filhos e o maridon, nunca mais fui a karaokês (a não ser em festas de família e amigos), e o som no carro é no volume 1 (não suporto mais barulheira),dificilmente saio com os amigos, carnaval nem na TV mais. Me tornei intolerante para certas coisas, tipo: de pessoas com tosse, eu corro, passo longe! E tenho medo e receio de estar com meus filhos nos lugares, por causa da violência, coisa que antes eu nem ligava. Saía de madrugada, pra lugares distantes, andava pelas ruas sem neuras, não me preocupava muito com isso.
Como descobriu a primeira gravidez? Não fui eu que descobri, foi o maridon. Ele comprou os testes de farmácia por causa do atraso na menstruação. Três testes POSITIVOS!!!
E a segunda? Após um curto, porém intenso período de tentativas para engravidar, nós tínhamos certeza que daquela vez seria BINGO!!! Porque fizemos monitoramento de ovulação, só monitoramento, sem remédios e sem qualquer outra intervenção. Só não estávamos acertando o diar. E de acordo com a equipe médica que nos acompanhou e orientou, NAQUELE EXATO DIA era certeza absoluta de sucesso! Com dois dias de atraso na menstruação corremos para o laboratório e colhi o beta. Resultado: POSITIVO LINDO!!!
A diferença de idade entre eles foi planejada? Sim. Queríamos que houvesse alguma diferença de idade entre os filhos, pra podermos curtir e dar atenção a um, e depois ao outro também, nas devidas proporções de idade e necessidades. Uns quatro ou cinco anos estava bom, mas foi indo… foi indo… e a diferença é de oito anos. Uma maravilha, porque apesar de começar tudo de novo, estou com pique total! Já estava com saudades na verdade, de amamentar, cheirinho de bebê pela casa, chorinho de madrugada, primeiros passinhos, banho na banheira, papinhas, enlouquecer na sessão baby das lojas no shopping (ainda mais agora com uma Princesinha… porque eu vou te dizer que “as mina pira” com tanta coisa linda pra admirar, comprar e se esbaldar na parte feminina das lojas desde bebê, Jesus!), assistir Discovery Kids, cantar musiquinhas de ninar, enfim, pra mim, foi ótimo essa diferença.
Pretende ter outros filhos? Ainda não fechamos a fábrica, maridon é quem vai operar. Aguardaremos mais um pouco para realizar a vasectomia. Se for da vontade de Deus existir um terceiro (a), ainda dá tempo!
Trabalha? Não trabalho fora, mas, como toda mãe que fica em casa sabe, a rotina é bem cansativa. Decidi não ter empregada todos os dias, apenas faxineira. Foi uma opção minha, então, é trabalho que nunca acaba! Se bem que tem dias que penso: “hoje não vou fazer nada, a não ser curtir meus filhos!” e assim faço, pego os dois e saio pra passear, dar uma volta no shopping, visitar vovó e vovô, etc… Porque a casa pode esperar, mas nossos filhos não! E eu também não sou de ferro.
Melhor distração: preciso dizer? rs… 4mom’s lóóóógico!!!! Grande motivo de ciúmes aqui em casa.
Ícone: Minha mãe! Deu conta de criar quatro filhos sozinha, sem babá, sem terapia, e hoje ainda é linnnnda de viver! (sem nenhuma cirurgia plástica). E Deus, que sempre está presente, em qualquer momento de nossas vidas.
Ser feliz é: estar com a família! Todos juntos, agarrados e dando muitas risadas! Ver meus filhos com saúde, alegres e com manifestações de carinho entre eles (choro quando vejo). Quando o maridon tem o fim de semana inteiro de folga do trabalho, aí ele é inteirinho nosso. E viajar pra um lugar bem gostoso, isso não poderia faltar!
O maior sonho: Ver meus filhos adultos, com boa formação, íntegros, seguindo sempre o caminho do bem, longe das drogas e de tantas outras barbaridades espalhadas pelo mundo afora. Estamos trabalhando pra isso!
Horas de sono por noite: umas 5 ou 6 horas, interrompidas por mamadas. Desde que me tornei mãe, NUNCA mais tive uma noite tranquila de sono inteirinha só pra mim. Bebo muita água o dia inteiro pra ajudar na produção do leite, então faço xixi o dia inteiro e a noite também, além de acordar para cobri-los, ver se está tudo bem, se estão respirando, etc… etc… (kkkkk a louca!).
Que horas curte o marido: quando os avós podem ficar com os netos, geralmente aos fds, ou eventualmente em algum dia da semana.
Uma dica para as futuras mom’s: Para ser mãe não existe segredo! É instintivo, é natural, já nascemos com esse dom. Cuidem com carinho de seus filhos, todo e qualquer gesto afetuoso eles sentem desde que são sementinhas, e é disso que eles precisam. Não deêm ouvidos a pitacos de fora, isso existirá sempre. Sigam seu coração, sua intuição e ignorem palpites não solicitados.
Uma receita infalível para os pequenos: rotina, beijos, muito carinho, atenção e um lar harmonioso.
Um programa inesquecível: Nossa primeira viagem com a família completa, que aconteceu nesse ano de 2013, na Páscoa, para o Iberostar na Bahia. Lembro que desde que levamos nosso filho lá pela primeira vez, ele nunca mais se esqueceu! Disse ser muito melhor que a Disney (que ele já foi umas 11 vezes). E um dia desejava voltar, mas com um irmão (a). Foi a primeiríssima viagem, o primeiro vôo da nossa Larissinha e seu primeiro banho de piscina! Foi inesquecível! A felicidade no rostinho do meu filho, não há palavras para descrever.
A viagem perfeita para os pequenos: para qualquer lugar que tenha como se divertir, correr, pular, brincar, se molhar, chupar sorvete, andar descalço, se sentir livre, e que tenha outras crianças também. Porque é simples proporcionar felicidade para os nossos pequenos. Não precisamos ir pra muito longe para poder ver os olhinhos deles brilhando e o sorriso lá nas orelhas. Como diz o meu marido: “se vc estiver em boa companhia, toda viagem, todo programa se torna o melhor programa do mundo!”.
Mas a Disney, quando possível, acho a viagem ideal! Tem tudo isso aí que eu citei acima. Qual criança não sonha em ir pra lá?! Eu sempre sonhei, mas só fui depois de adulta.
Karen x Karen: É difícil falar de si próprio, mas vamos lá… Sou do signo de Touro! Perfeccionista, autoritária, ciumenta, muito carinhosa e amorosa. Adoro ficar em casa aconchegada, mas também adoro passear. Sou consumista (nada exagerado), mas meu marido me breca! Gosto de conforto e de coisas boas, qualidade melhor do que quantidade, sempre. Tenho uma mania doida de cheirar tudo! Qualquer coisa! Comida em restaurante estão incluídos nesse ”qualquer coisa”, e meu marido morre de vergonha! Mas eu cheiro mesmo, dependendo do lugar discretamente, mas em outros não, chego perto da comida com o nariz e dou uma fungada, porque primeiro eu como com os olhos, depois com o olfato e só depois com a boca, fato! Sempre foi assim. Cheiro bom pra mim é uma coisa importante. Roupa cheirosa, toalha de banho, roupa de cama, cabelos dos filhos, cangote do marido, ambiente, comida, bebida, tudo! Tudo tem que estar com o cheiro bom. Será que isso é um problema?! rs…

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3 comentários

  1. Fabiola

    Linda sua estoria, parabens pela mulher que vc é !!!

  2. Adriana Masili

    Simplesmente amei sua hostória Karen! Vc sempre seguiu em frente, independente dos obstáculos! Guerreira, alto astral e linda, virei sua fã! Parabéns pela linda família! Bjus Dri

  3. Lidiane Costa

    Linda história! Me identifiquei em diversos momentos! Parabéns pela linda família que formou!