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5 dicas práticas para quem está preparando o enxoval do bebê.

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Olá M@es!

Já falamos aqui sobre organização dos brinquedos das crianças, e agora o post será voltado mais para o início da maternidade: a montagem e organização do enxoval do bebê.

Quem já tem filho sabe o tamanho da alegria que é receber a notícia da gravidez. Mas, logo após a euforia do momento, a primeira dúvida que começa a invadir nossos pensamentos é o enxoval: o que comprar? quanto comprar? onde comprar?

Quando temos tudo em mãos, a próxima etapa: quando lavar? como guardar?

Para tentar resolver um pouco essas questões, falaremos a seguir sobre dicas práticas, que podem ser muito eficientes nesse momento mágico de nossas vidas

1. Contenha o impulso:

Na minha opinião, essa é a dica mais importante (e que eu sinto muito não ter cumprido, rs). A tendência da maioria de nós, principalmente na primeira gestação, é querer comprar TUDO que encanta nossos olhos. O resultado é um acúmulo de itens desnecessários, o que implica diretamente em uso irracional do espaço destinado.

Hoje em dia, existem várias “listas prontas” fornecidas por lojas, ou mesmo na internet. Essas listas servem apenas para um direcionamento, não devem ser seguidas à risca. Minha dica nesse caso é pedir conselhos para uma amiga próxima que já tem filho, levando em conta a época que o seu irá nascer, o seu estilo de vida, o espaço disponível e o orçamento.

2. Conforto em primeiro lugar:

Junto com a irresistível vontade de comprar o mundo, vem o desejo de vê-los vestidos como membros da família real todos os dias. Acredite: nem mesmo esses bebês suportariam tamanho desconforto. Até os 6 meses de idade, período em que o bebê passa muito tempo deitado, a prioridade deve ser dada às roupas confortáveis, e as mais “arrumadinhas” reservadas apenas às ocasiões especiais (que não são muitas). Devemos levar em conta também o custo-benefício das peças adquiridas. E por benefício, neste caso, subtende-se a praticidade e facilidade que ela nos oferece. Bebês necessitam de trocas de várias vezes ao dia, e roupas difíceis atrasam bastante esse processo.

3. Tamanhos das roupas:

Normalmente montamos o enxoval do bebê com certa antecedência ao seu nascimento, e compramos roupas até mais ou menos 1 ano de sua vida. Os tamanhos devem ser bem distribuídos entre as peças, vale a pena fazer uma espécie de “check list”, e ir anotando e conferindo quantas peças você já tem de cada tamanho, assim as chances de acumular muitas repetidas serão mínimas. Tamanho RN deve ser comprado, porém poucas peças. Normalmente elas duram apenas o primeiro mês. Vale mais a pena comprar mais de última hora (em caso de prematuros) do que perder várias peças sem uso.

Leve sempre em conta o clima em relação ao tamanho que está comprando. Às vezes não resistimos a um belo vestido de verão, e nem nos damos conta que estaremos no inverno quando chegar a hora de usá-lo.

4. Organização:

O ideal é que por volta do sétimo mês o quarto esteja pronto, com todas as roupas lavadas, passadas e guardadas, afinal, além de começarmos a ficar mais indispostas nessa época, a partir daqui o bebê pode chegar a qualquer momento.

A cômoda (trocador) será um lugar indispensável para os cuidados com o bebê. Nela devem conter os principais itens para as trocas, de forma que tudo esteja à mão sem que tenhamos que descuidar do bebê, porém sem aglomeração: Fraldas, água, pomada, algodão, cotonete, aspirador nasal, remedinhos e vitaminas do dia a dia, termômetro são suficientes para a bandeja (ou gaveta principal). Nas outras gavetas devem estar à mão os “paninhos” auxiliares (fraldas de boca, de ombro, babadores, cueiros, etc), bodies, culotes, pijamas, meias, enfim, roupinhas do dia a dia que são trocadas muitas vezes.

A bolsa de passeio pode ficar sempre preparada para as saídas, com todos os itens que precisamos levar, deixando para completar apenas com as trocas de roupas de acordo com o passeio.

Bebês possuem muitos acessórios (miudezas) que vão sendo usados conforme vão se desenvolvendo. Separe uma caixa tipo container para deixá-los todos juntos, etiquete com uma lista do que contém, e dessa forma, você não corre o risco de não encontrar no momento que precisar.

5. Guardando as roupinhas:

Como teremos roupas grandes desde o nascimento do bebê, o ideal é separá-las por tamanhos e deixar no armário apenas as que estão em uso e as um tamanho acima (ex: ao nascer, o bebê deve ter roupas até tam. 3 meses no armário). Quando as maiores começarem a ser usadas as seguintes (aqui, no caso, tam. 6 meses) podem começar a ser lavadas para entrar em uso (e as que não servem mais são retiradas). Esse tipo de rodízio permite que tenhamos acesso somente às peças com tamanho adequando, evitando ao máximo a perda das mesmas sem uso.

E as roupas grandes? O ideal é que sejam separadas em caixas (que podem ser decoradas, virando um item decorativo no armário) etiquetadas por tamanho. As caixas que são esvaziadas para as roupas que entram em uso servirão para as próximas de tamanhos ainda maiores que começarão a surgir.

As roupinhas em uso devem ser guardadas sob “categorias”: bodies manga curta, manga longa, macacões curtos, longos, camisetas, culotes, shorts, conjuntos, enfim, quanto mais bem localizadas estiverem, menos dificuldade você terá para encontrar o que quer. Muitas vezes, não somos as únicas a acessar os pertences do bebê, por isso a importância da boa organização. Etiquetas são sempre úteis para sinalizar o conteúdo das gavetas: use sem moderação!

M@es, aqui está um pouquinho da experiência que fui adquirindo como mãe e profissional, é um prazer compartilhá-las com vocês. Espero que seja útil, e quaisquer dúvidas em relação ao tema, estou à disposição. Muito obrigada!

luciana collinLuciana Collin, 35 anosPersonal Organizer, 
Graduada e Pós Graduada em Fisioterapia, 
Graduada e Mestre em Moda, Arte e Cultura
Mãe do Thiago, 4 anos.
www.organizecomestilo.com

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2 comentários

  1. Paula

    Adorei as dicas!!!! ótimas!

  2. Paula

    Que máximo essas dicas . Adorei!