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Bronquiolite – O que é e como prevenir.

Olá queridas M@es, hoje vou falar para vocês sobre BRONQUIOLITE.
Por ser uma doença cujo pico acontece nos meses mais frios (outono e inverno), têm-se falado muito ultimamente sobre bronquiolite, que é uma das principais causas de internação infantil nessa época do ano.
A bronquiolite é a inflamação dos bronquíolos, a parte mais fininha da via aérea que leva o ar para os pulmões. Essa inflamação provoca um edema (inchaço) das vias aéreas e aumento da secreção no seu interior, dificultando a respiração.
Os principais causadores da bronquiolite são os vírus respiratórios, e o mais comum e que causa quadros mais graves é o VSR (vírus sincicial respiratório). Outros vírus que também podem causar a bronquiolite são o adenovírus, rinovírus, parainfluenza, influenza e o metaepneumovírus. Eles são os vírus que causam as gripes e resfriados comuns em crianças e adultos, mas nos bebês, além do resfriado eles podem atingir o pulmão, causando essa inflamação nos bronquíolos.

O VSR (vírus sincicial respiratório) é altamente contagioso e pode permanecer ativo em superfícies (mesas, corrimão, maçanetas…) por várias horas. É transmitido pelo contato com uma pessoa infectada, através de tosse ou espirros, pela saliva ou secreções. E também pelo simples fato de estar no mesmo ambiente que uma pessoa infectada. Caso a pessoa com o vírus espirre ou tussa, não lave a mão que foi usada para proteger o rosto, e na sequência passe a mão em uma dessas superfícies que falei acima, por exemplo. Aí outra pessoa passa a mão em uma dessas superfícies e leva ao nariz/ boca… Pronto! Foi infectada pelo vírus também!

Por isso é tão importante ter o hábito de lavar sempre as mãos, de passar álcool gel, e evitar ficar colocando a mão no nariz/ boca e/ olhos em locais públicos.
E também por isso que nós pediatras também pedimos tanto para evitar lugares fechados e com grande concentração de pessoas agora no inverno, principalmente se estiver com bebês, que têm o sistema imunológico “imaturo” e são mais suscetíveis a pegar infecções.
Mamães resfriadas devem lavar bem as mãos várias vezes ao dia, ter um álcool gel sempre à mão e usar máscara quando for amamentar.

O vírus sincicial respiratório é muito comum e existe no mundo inteiro. Praticamente todas as crianças terão tido contato com ele até os 3 anos de idade; mas enquanto algumas desenvolvem somente quadros brandos, como resfriados, outras (geralmente as mais novas) podem ter casos mais graves, com necessidade de internação.
Normalmente as crianças acima de 2 anos que entram em contato com o VSR não desenvolvem a bronquiolite, apenas um quadro de resfriado simples.
Pode-se pegar o VSR mais de uma vez, mas em geral as infecções subsequentes são mais brandas que a primeira infecção.

Os principais fatores de risco para desenvolver bronquiolite são:
– Prematuridade
– Baixo peso ao nascer
– Idade inferior a 3 meses
– Crianças com doença pulmonar, neurológica ou cardíaca prévia
– Imunodeficiência
– Fumo passivo
– Frequentar berçário / escolinha
– Ter irmãos mais velhos que frequentemente trazem infecções respiratórias para casa
– Ambientes frios (o vírus costuma circular com mais facilidade no inverno)

O período de incubação do VSR é de 2 a 5 dias, e os primeiros sintomas são inespecíficos, típicos de qualquer resfriado (coriza, espirros, tosse e febre baixa).
Na maioria das crianças o vírus fica restrito às vias aéreas superiores e o quadro não evolui muito a partir daí. Porém em alguns casos (principalmente nas crianças mais novinhas) o vírus pode alcançar áreas mais profundas da árvore respiratória, atacando os brônquios e bronquíolos, levando à bronquiolite.

Na bronquiolite os sintomas surgem após 2 a 5 dias de resfriado, apresentando os seguintes sintomas:

– Broncoespasmo (chiado no peito)
– Cansaço para mamar e engasgos durante a mamada
– Recusa alimentar
– Letargia e sonolência
– Tosse persistente, que pode durar mais de 2 semanas

O pico dos sintomas costuma ocorrer entre 5 a 7 dias do início do quadro, e a recuperação completa geralmente se dá em 1 a 2 semanas, mas pode demorar até 4 semanas nos casos mais graves (que geralmente foram aqueles que precisaram de internação).
O diagnóstico da bronquiolite é clínico, baseado nos sintomas e no exame físico.
Quando se faz necessária a internação, RX de tórax, hemograma, PCR, e outros exames podem ajudar na condução do caso).

TRATAMENTO

Assim como na gripe/ resfriado, não há um tratamento específico para a bronquiolite. Nos casos mais leves, repouso, antitérmicos caso haja necessidade, lavagem nasal com soro fisiológico e inalação também com soro. Muitas vezes também recomendamos sessões de fisioterapia respiratória, que ajudam muito na eliminação das secreções.

Se houver algum grau de broncoespasmo, a utilização de broncodilatadores está indicada e em alguns casos, oxigênio (obviamente em ambiente hospitalar).

Claro que toda orientação e conduta terapêutica deve ser feita pelo pediatra que examinou a criança, seja no consultório ou no pronto-socorro.

Portanto, como podemos ver a melhor medida é mesmo a prevenção!

Não existe vacina para esses vírus que causam a bronquiolite, somente temos o Palivizumab (um anticorpo monoclonal contra o VSR), mas seu uso não previne a infecção pelo vírus. Apenas evita as formas graves na população de alto risco (menores de 1 ano nascidos abaixo de 28 semanas de gestação, menores de 2 anos de idade portadores de algumas cardiopatias e algumas doenças pulmonares). Seu alto custo limita o uso em larga escala, por isso o governo brasileiro disponibiliza essa medicação somente para esses casos especiais.

Lavem bem as mãos e consulte sempre seu pediatra!!!

Um grande beijo,

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Alimentos proibidos nos primeiros anos de vida

Resolvi escrever esse post pois antes de ser mãe eu não sabia que existem alguns alimentos proibidos para as crianças pequenas por riscos de alergia ou intoxicação.

Sempre que posso tento explicar as pessoas da família e divulgar, porque muita gente não tem essas informações.

Lembrando, existem vários alimentos que não DEVEMOS oferecer, mas essa lista não diz a eles. (ficam para um próximo post)

Aqui estão os alimentos PROIBIDOS pelos pediatras e a idade correspondente:

  • OVO: melhor dizendo, a clara do ovo. Pode causar alergias no bebê, e por isso deve ser introduzida aos poucos a partir da liberação do pediatra. Aqui aconteceu com o Murilo aos 8 meses. Além disso, é importante evitar alimentos e preparações que contenham em sua composição, como bolos, biscoitos, iogurtes e risotos.
  • LEITE DE VACA: Da mesma forma que o ovo o leite de vaca pode causar alergias no bebe. A maioria dos pediatras liberam após o primeiro ano, converse com o seu.Além de não oferecer  nutrientes importantes como ferro e zinco contem altas concentração de proteínas que provocam indigestão e podem causar alergia.
  • MEL: O mel está contraindicado para bebês de até 2 ano de idade, pois pode conter a bactéria Clostridium botulinum, que libera toxinas no intestino causando o botulismo,E como a flora intestinal do bebê ainda não está completamente formada não consegue combater os micro-organismos que contaminam os alimentos, sendo importante evitar o uso de QUALQUER tipo de mel.
  • MORANGO e KIWI: Risco de alergia através dos carocinhos. Introduzir após a liberação do pediatra, normalmente depois do primeiro ano de vida e procurar oferecer orgânicos.
  • AMENDOIM: As frutas oleaginosas como amendoim, castanhas e nozes são alimentos alergênicos, por isso é recomendado EVITAR até os 2 anos de idade e estar sempre atento ao rótulo dos alimentos.
  • ADOÇANTES: Os adoçantes só devem ser dados para crianças de qualquer idade se forem recomendados pelo médico ou no casos de doenças como a diabetes.
  • FRUTOS DO MAR: Devido ao alto risco de alergia também só deve ser oferecido com liberação do pediatra e atenção dos pais.

Mais uma vez volto a dizer, existem vários alimentos que não devem ser oferecidos, entre eles, doces, bolachas recheadas, refrigerantes, embutidos, gelatinas, chocolate, etc…

Mas esses acima estão na lista dos PROIBIDOS e que devem ser introduzidos com calma e autorização do médico.

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Quais os motivos do seu bebe acordar durante a noite?

Seu filho não dorme bem??

Claro que se esse for o seu caso é obvio que não é algo que você queira, mas você sabe quais são os prejuízos dessa ausência de horas suficientes de sono para cada idade?

Achamos muito importante oferecer essa informação:

– Falta de atenção

– falta de cognição

– dificuldade de aprendizado

– transtornos do crescimento.

 

Os padrões de sono e de alimentação do bebe não se definem logo após o nascimento. O recém-nascido precisa de 3 a 6 semanas para se adaptar a nova vida. Nos primeiros meses, o bebê pode ter dificuldade em adormecer durante o dia e/ou à noite.

 

Por que eles acordam tantas vezes durante a noite?

Os motivos podem ser:

 

– Dentes:

O rompimento dos dentes é um fator que leva os bebés a despertarem durante a noite. Esta fase começa por volta dos seis meses de idade e pode prolongar-se por muitos meses.

 

– Fome:

Muitos bebes acordam com fome mas logo que são alimentados (amamentação) voltam a dormir.

 

– Falta dos pais:

Muitos bebes tem habito de adormecer no colo dos pais, são embalados, ninados, levados a passear de carro ou levados para cama dos pais. Esses bebes não conseguem aprender a se acalmar e adormecer sozinhos. Portanto quando despertam não conseguem voltar a dormir.

 

– Picos de crescimento:

São determinados marcos no desenvolvimento, que duram alguns dias e podem ser o motivo do despertar do bebe durante a noite. Os picos acontecem por volta dos  7-10 dias de idade, 3 e 6 semanas e 3, 6 e 9 meses de idade.

 

– dor:

Qualquer tipo e mal estar pode fazer com que o bebe acorde, assim como nós. Uma infecção ou uma cólica pode alterar o sono por um período. Portanto é importante sempre investigar as causas.

 

– Super estimulação:

Passar da hora de dormir e muita agitação pode fazer com que seu bebe não consiga descansar e acorde chorando varias vezes durante a noite.

 

– Ansiedade da separação:

Momento em que o bebe percebe que não é um ser único junto com sua mãe. A medida que desenvolvem uma maior independencia eles podem acordar mais vezes.

 

– Chupeta:

Muitos bebes estão acostumados a dormir sugando e acordam se a chupeta cai durante o sono.

A solução nesse caso é ensinar o bebe a recoloca –la, para isso você pode deixar várias espalhadas por perto ou dentro do berço.

 

Atenção!!!

Observe sempre seu bebe.

Se ele continua a despertar é fundamental  a visita ao seu pediatra.

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Tudo o que você precisa saber sobre os cuidados com a pele do bebê

No post de hoje você encontra todas as respostas sobre como lavar o enxoval para a chegada do bebe e nos seus primeiros anos de vida e os quais os cuidados devemos ter com a pele.

Duvidas reais, por mães reais e esclarecidas pelo Dr. Domingos Mantelli e especialistas da R&D Unilever.

 

  1. CARLA MARCONDES: Olá. Gostaria de saber como podemos preparar as roupas para a chegada do bebê. Como devemos lavá-las e guarda-las? Com quanto tempo antes da chegada do bebê, devemos lavar todo o enxoval?

Dr. Domingos Mantelli – O ideal é lavar todas as roupas que você comprar. Lembrando sempre, é claro, de usar produtos específicos para isso. Recomendamos que seja realizado em torno de 30 a 36 semanas de gestação para, caso ocorra um parto prematuro, tudo já estará em ordem. Guarde sempre em lugares arejados.

R&D Unilever – É fundamental lavar todas as roupas do bebê antes de usá-las, pois sua pele é muito sensível nos primeiros anos de vida. Antes de colocar as roupas na máquina, acomode-as em saquinhos de lavagem, principalmente as luvinhas, meias e sapatinhos, que são peças mais delicadas. Não misture as roupas do bebê com as de outras pessoas e lembre-se de colocar a dosagem de detergente e amaciante de acordo com as recomendações das embalagens dos produtos. Use produtos que foram desenvolvidos especialmente para serem usados nas roupas dos bebês.  As marcas Omo e Comfort, por exemplo, possuem produtos específicos como o detergente Omo Puro Cuidado e o amanciante Comfort Puro Cuidado, que são hipoalergenicos e dermatologicamente testados. Um cuidado em dobro para roupinha do seu bebê.

Escolha o ciclo especial para roupas delicadas. Opte por tecidos de algodão na hora de comprar a roupa do bebê. Além disso, evite centrifugar as mais delicadas, como a lã, pois este processo pode danificá-las. Por fim, seque as roupas ao sol e passe-as com ferro quente do lado avesso, a alta temperatura ajuda a esterilizar as peças.

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  1. RAQUEL BASTON: Olá! A partir de que idade as roupas da criança podem ser lavadas junto com a dos adultos e qual a melhor forma de lavar roupas de que ficam encardidas, como uniformes?

Dr. Domingos Mantelli – As roupas podem ser lavadas juntas a partir dos 3 anos. As muito encardidas, o ideal é deixar primeiro de molho para tirar a sujeira mais grossa, e depois proceder com a lavagem habitual.

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  1. JULIANA ANNUNCIATTO: Ah mais uma dúvida: preciso lavar a roupa do bebê separada da família até qual idade? Tem que secar do avesso ou não? Tudo deve ser passado?

Dr. Domingos Mantelli – Até 3 anos o ideal é lavar separado. Quanto a secagem não há uma obrigatoriedade em ser do avesso. Quanto a passar, orientamos que faça.

R&D Unilever – É importante separar as roupas dos pequenos até, pelo menos os dois anos de idade. Além desta divisão, nunca se deve lavar as peças íntimas junto com as roupas da família e, principalmente, as das crianças. Sobre o processo de lavagem para as roupas dos bebês, deve-se respeitar as indicações dos rótulos das embalagens e optar por produtos que não agridam a pele – os hipoalérgicos e dermatologicamente testados -, como por exemplo.  Além disso, é importante  escolher o ciclo de lavagem mais apropriado da máquina de lavar. Seguindo estas recomendações, não é necessário lavar as roupas dos bebês do avesso. Após a lavagem, seque as roupas ao sol e passe-as com ferro quente do lado avesso, a alta temperatura ajuda a esterilizar as peças.

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  1. JULIANA ANNUNCIATTO: Oi, como posso hidratar o rosto do meu bebê de 3 meses e meio? E posso usar protetor solar? E repelente?

Dr. Domingos Mantelli – Hidratação deve ser realizada com hidratantes hipoalergênicos específicos para bebês dessa idade, sempre com a orientação do pediatra. Protetores solares existem alguns específicos para crianças a partir de 3 meses. Já os repelentes, apenas após 6 meses.

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  1. JULIANA FELICIANI: Olá. Como proteger a pele do bebê do ressecamento agora no inverno?Só hidratante não está resolvendo. Obrigada!

Dr. Domingos Mantelli – Se a hidratação apenas não está resolvendo, orientamos procurar a orientação de um pediatra, pois nesse caso podemos estar diante de algum quadro de dermatite, e isso requer tratamento específico.

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  1. ADRIANA BAILONE: Gostaria de saber o que fazer durante a infância, para que a criança não desenvolva alergia contra produtos que usamos nas roupas. Eu sou alérgica até hoje e isso me incomoda muito.

Dr. Domingos Mantelli – Ideal é sempre usar produtos hipoalergênicos, específicos para crianças e com a orientação e aval do pediatra.

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  1. MÔNICA SILVA: Os sachês que muitas de nós colocamos nas gavetas para dar um cheirinho nas roupas é prejudicial? Com qual idade o bebê pode frequentar uma praia e quais os cuidados, além de protetor solar?

Dr. Domingos Mantelli – Se o cheiro não for muito intenso, não há problemas. Quanto à praia, recomendo que o bebê tenha acima de 3 meses, de preferência em início da manhã ou final da tarde para fugir dos picos de sol.

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  1. LUANA FEDATO: Como a pele do bebê é mais sensível e precisa de proteção, como fazer nos dias de calor pra evitar as brotoejas? É o tecido? Qual o mais adequado?

Dr. Domingos Mantelli – Principalmente usar roupas adequadas, ventiladas e leve.

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  1. RAQUEL ITMURA: Precisa hidratar a pele do bebê depois do banho? E no inverno, o rosto fica ressecado, até vermelhinho, o que fazer?

Dr. Domingos Mantelli – Não há necessidade de realizar hidratação depois do banho de rotina. Já no inverno, pode ser necessário. Nesse caso, apenas produtos indicados pelo pediatra.

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  1. KALINE GASPARINE: A partir de qual idade podemos usar qualquer tipo de perfume e creme na pele dos nossos filhos?

Dr. Domingos Mantelli – O uso de qualquer cosmético ou fragrância, deve sempre respeitar as recomendações do fabricante quanto à idade.

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  1. VANESSA ROMERO: Logo que o bebê nasce a pele fica bem ressecadinha e descascando. Qual a melhor maneira de controlar a hidratação da pele do bebê?

Dr. Domingos Mantelli – Primeiramente o pediatra deverá avaliar o bebê. Evite banhos muito quentes e realize a hidratação com óleos ou creme específicos para recém-nascidos.

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  1. GABRIELA FEDATO: Alguns bebês recém-nascidos ficam com uma manchinha roxa no bumbum. O que é isso? É normal?

Dr. Domingos Mantelli – Pode ser muitas coisas. Mas, geralmente, são benignas e não trazem maiores problemas. Porém, apenas o pediatra, após avaliação, poderá dar o diagnóstico correto, e as orientações necessárias.

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  1. JOSY SARDINHA: Gostaria de saber como cuidar do couro cabeludo do bebê, tem algum tratamento especial?

Dr. Domingos Mantelli – Existem escovas específicas que ajudam na limpeza do couro cabeludo, eliminando a sua descamação excessiva.

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  1. JOANA ALVES: Com que frequência devemos hidratar a pele do bebê?

Dr. Domingos Mantelli – Dependendo de cada caso. Via de regra, uma vez ao dia.

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  1. ANA KIKA LANARIAdorei! Borá lá! O que é melhor, usar sabão de coco em pó ou líquido? 

R&D Unilever – Por ter a pele mais sensível que as dos adultos, os bebês necessitam de cuidados especiais na hora de lavar as roupas. Por isso, o mais importante no momento de escolher os produtos para a lavagem das roupas dos pequenos é verificar se eles são hipoalérgicos e dermatologicamente testados. Isso significa que o produto não causou alergia ou qualquer reação alérgica em contato na pele durante os testes realizados. Para completar a lavagem recomendamos o uso do amaciante Comfort Puro Cuidado que também passou por rigorosos testes.

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  1. GABRIELA CHALEMAté qual idade devemos lavar as roupas com sabão especial?

R&D Unilever – Até os 2 anos de idade, a pele dos pequenos ainda é muito sensível e necessita de atenção especial. Durante este período, é importante escolher produtos que não agridam a pele dos bebês, como os hipoalérgicos, com PH neutro e dermatologicamente testados.

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  1. FERNANDA BIZÉ melhor lavar as roupas das crianças separadas das dos adultos? Até que idade?

R&D Unilever – É importante separar as roupas dos pequenos até, pelo menos os 2 anos de idade. Além desta divisão, nunca se deve lavar as peças íntimas das demais roupas da família e, principalmente, das crianças. Sobre o processo de lavagem para as roupas dos bebês, deve-se respeitar as indicações dos rótulos das embalagens e optar por produtos que não agridam a pele dos pequenos, como os hipoalérgicos e dermatologicamente testados, como por exemplo o detergente OMO Puro Cuidado e o amaciante OMO Puro Cuidado.  Além disso, é importante seguir o ciclo da máquina de lavar para roupas delicadas. Seguindo estas recomendações, não é necessário lavar as roupas dos bebês do avesso. Após a lavagem, seque as roupas ao sol e passe-as com ferro quente do lado avesso, a alta temperatura ajuda a esterilizar as peças.

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  1. ANA KIKA LANARI:
    O ideal é fazer alguma migração aos poucos para o esquema de lavagem do resto da família??Sempre fiz direto com 2 anos…Mas me disseram que pode começar aos poucos com algumas peças antes disso…

R&D Unilever – O ideal é a partir dos 3 anos

 

 

Este post conta com o apoio de uma empresa que confiamos

 

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Você canta para seu filho?

Tenho certeza que se você é mãe já cantou para seu bebê alguma vez!

Não sei qual a explicação para isso, mas o fato é que assim que nos tornarmos mães, o espirito “cantora” vem a tona e a musica passa a ser nossa aliada em vários momentos.

Até aquelas mães mais tímidas usam esse artificio. E não se preocupe com o ritmo ou afinação. Isso não importa para os bebês.

Você sabe por que isso acontece?

Os sons são reconhecidos pelo feto dentro do útero. Além dos batimentos cardíacos da mãe os timbres da voz também são notados. Por isso quando o bebe nasce ele já reconhece a voz da mãe, e isso faz com que ele se acalme e se sinta bem, cada vez que você fala ou canta.

Você não esta sozinha nessa maluquice!! Eu adoro cantar para meu bebê mas já me senti muitas vezes uma boba cantando e fazendo gestos para que ele coma, ou pra que pare de chorar.

O negócio funciona mesmo e tem explicação cientifica!

Ouvir música contribui para o desenvolvimento dos bebês, estimula a audição e a fala e ajuda no desenvolvimento intelectual, sensorial e motor.

Agora imagina unir a musica a voz da mãe. Pois é, casamento perfeito. Por isso acalma tanto as crianças.

Estudos têm mostrado que a frequência cardíaca do bebê reage à voz da mãe, diminuindo cada vez que a escuta. Muitas vezes os recém-nascidos até são capazes de virar a cabeça para o local de onde vem a voz da sua mãe.

Se você ainda não canta para seu bebe, tente. Se solte e comece já!!!

Só trará benefícios para vocês.

Foto capa: Shutterstock

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Como lidar com as crianças no divórcio

Quem está passando pela separação: Lembre-se, filhos querem ver mães e pais satisfeitos, felizes. Se forem juntos: que maravilha, se separados, bola para frente. Um novo processo será percorrido, até a adaptação da nova realidade. Assim como tudo o que é novo em nossas vidas. Acho que é bacana a criança saber que batalhamos pela nossa felicidade – ela não cai do céu, não vem do outro! E saber também que todo mundo merece uma segunda chance para ser feliz,  inclusive a mamãe e o papai!

A separação, por mais amigável e madura que seja, é sempre um processo de luto, tanto para os adultos como para as crianças. E, como todo luto, envolve dor e precisa de tempo para ser elaborada.

Ressalto que para cada faixa etária há pontos mais críticos para lidar com o assunto. Quanto maior a criança espera-se  um maior recurso psíquico para lidar com a perda. Alguns sintomas comuns: alterações de apetite, no sono, maior irritabilidade, agressividade, inibições no comportamento, isolamento. É importante também avisar a escola sobre o que está acontecendo e para que vocês possam contar com uma rede adicional para detectar esses sintomas.

Seguem algumas dicas para facilitar esse processo:

  1. Converse: Tentar criar e manter um canal para que a criança expresse o que sente, sem pressionar uma positividade forçada. Raíva, tristeza são esperadas, se vc puder escutar isso sem se angustiar muito, melhor! Dor e sofrimento fazem parte da vida, apesar da gente querer protegê-los de tudo, a vida não é assim!
  2. Menos ódio: Quanto menor a dinâmica de ódio na cabecinha da criança, mais fácil será! Afinal aquele serzinho ama e muito os dois. Preservar a figura paterna ou materna, evitar a alienação parental, o que é inclusive considerado crime, galera! Não usem a criança como pombo correio, conversem entre si. Mesmo que o divórcio não seja amigável, vcs vão precisar ao menos se tolerar.
  3. Manter a rotina com ambas as famílias: Tentar, na medida do possível, fazer com que a criança não perca o convivio com os primos, avós e tios dos dois lados. Manter a rotina parecida com a vida de antes ajuda a sentir que ela continua pertecendo àquele grupo e é amada por ele.
  4. A culpa não é dela: Comunicar às crianças que na separação não há culpa alguma dela, que é uma questão só do casal. Pode parecer óbvio, mas muitas crianças carregam esse peso da culpa. Por isso a importância de comunicar isso.
  5. Para as crianças maiores, se fizer parte da realidade economica da família, o uso do celular facilita o dia a dia da comunicação com os pais.
  6. Para crianças pequenas não há necessidade de muitas informações, elas não conseguem reter tudo, mas a regularidade das visitas ajuda muito organizar sua cabecinha. É esperado e normal que regridam um pouco, voltando por exemplo, a  usar fraldas, chupeta, etc…
  7. Jogue aberto, mas com cuidado de não ferir a criança por uma questão que não é dela. Falar que o relacionamento deu certo sim, só que durou “x” anos ajuda também. Geralmente a família precisa de um novo balanço até economico, a criança saber disso não é ruim. Mas não deixe a sentir um peso.
  8. Garanta que você vai estar lá para sempre, elogie a criança quando possível. Dê ainda mais carinho.Tolere algumas atitudes que não eram dela, conte que você sabe que vai passar!

Já tive potenciais pacientes que vieram procurar terapia para os filhos,apenas por que se separam, mas as crianças pareciam bem saudáveis, não fazia o menor sentido… Não é porque houve uma separação que existe a  necessidade de terapia, deve-se estar atento para os sintomas.

 

Imagem capa: Shutterstock

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Saiba como lidar com o medo do seu filho

O medo é uma sensação que proporciona um estado de alerta demonstrado pelo receio de fazer alguma coisa, geralmente por se sentir ameaçado, tanto fisicamente como psicologicamente. (Wikpedia)

Sentir medo é natural na infância.

Não devemos ignorar os medos das crianças, nosso papel é sempre oferecer apoio e ajuda para supera los.

Sabendo disso listamos algumas dicas para vocês, mas claro que se o senso de mãe tocar mais alto e o simples medo se transformar em algo que atrapalhe a vida da criança não exite em procurar ajuda especializada. Fale com seu pediatra ou procure um psicologo.

Como podemos ajudar?

– Conversar sobre o medo.

– Se colocar sempre a disposição quando o medo se manifestar.

– Procure algo lúdico para ajudar. Pode ser um livro, um objeto que traga segurança a criança ou mesmo kits contra o medo.

Olha essa ideia que achamos na internet: Spray anti-monstro – recipiente com água para espirrar em baixo da cama quando acordar com medo.

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imagem: Google

Ou uma lanterna magica para os que tem medo do escuro:

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– Não ignore o medo, mas também não o enfatize, não de importância além do normal

– Nunca de bronca e diga para a criança enfrentar o medo, isso só piora o sentimento.

– Nunca chame de medroso nem compare a criança.

– Não RIA dos medos do seu filho.

– Importante: não transmita os SEUS medos para seus filhos.

– Evite assustar as crianças com historias de bruxas, fantasmas, monstros, etc…

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Imagens: ShutterStock

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Alimentos que devemos evitar pelo risco de engasgo nas crianças

Crianças precisam estar sempre sob cuidados, principalmente na hora da alimentação.

O engasgo representa um sério risco às crianças. A obstrução das vias aéreas por alimentos é a principal causa de lesões entre crianças e se não for tratada com rapidez pode levar à morte.

Vocês sabiam que o engasgo ou sufocamento esta em quarto lugar na lista de causas de mortes acidentais em crianças menores de 5 anos?

Atenção ao oferecer esses alimentos:

  • Amendoim e oleaginosas em geral:

Além de ser um alimento com grande risco de alergia, eles tem o formato propenso a engasgos.

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  • Pipoca:

Grande risco de ser aspirado pois as crianças vão engolir muitas vezes sem mastigar, e qualquer distração, risada, brincadeira ou susto pode causar o acidenteshutterstock_86732695

  • Uvas, tomate cereja e ovo de codorna:

Devem ser servidos cortados no sentido longitudinal e depois cortados novamente em vários pedaços, como a imagem mostra  No caso das uvas retire também os caroços.

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  • Salsicha:

Esse alimento não deveria ser oferecido para crianças mas como sabemos que muitas consomem, ai vai a dica importante: nunca deixe inteira na mão da criança ou cortada em rodelas. Faça um corte longitudinal e depois pique em vários pedacinhos.

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  • Balas e Chicletes:

Algumas balas possuem formatos que podem deslizar inteiras facilmente pela garganta da criança, obstruindo diretamente a passagem de ar.  Até os 5 anos de idade, as crianças não tem coordenação suficiente para mastigar balas nem chicletes.

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Imagens: ShutterStock

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Dicas para preparar e organizar o enxoval do seu bebê

Uma das maiores preocupações das mamães, principalmente as de primeira viagem é o enxoval.

Como preparar, como evitar gastos desnecessários e como cuidar das peças. É um mundo totalmente novo e por isso é normal acontecerem erros e exageros na preparação.

Antes de iniciar as compras deve-se levar em consideração as necessidades de cada família e ficar muito atento às estações do ano.

Bebês recém-nascidos até 3 meses dormem praticamente o tempo todo, portanto priorize roupas confortáveis e de fácil colocação.

As melhores peças para essa fase são com tecido de algodão, tecido macio e confortável ao toque e de preferência com elásticos na cintura.

O mesmo vale para a roupa de cama e banho. Quanto mais macio o tecido for, melhor para a pele do bebê.

Não podem faltar: macacões, conjuntinhos e bodies. (muitos bodies!!!)

Evite camisetas, calças jeans e outras peças de difícil colocação e de tecidos mais ásperos.

Você pode incluir também vestidinhos, desde que consiga colocar um body embaixo ou até use alguns conjuntos de calças quem imitam meias calças, assim fica super charmoso e confortável para o bebê.

Compre bodies lisos para poder combinar com as outras peças de roupa. Sempre compro vários brancos, porque são super práticos de usar!

Depois de todo enxoval escolhido, vamos falar sobre o momento de organizar e se preparar realmente para a chegada do bebê.

Antes de qualquer coisa é preciso lembrar que todas as roupinhas, mantas, toalhas e roupas de cama precisam ser lavadas antes de usar e o ideal é iniciar essa lavagem das peças a partir de 32 semanas de gravidez.

Aqui em casa sempre separo tudo conforme o tamanho e vamos lavando aos poucos e de acordo com a necessidade.

Portanto, as primeiras roupinhas a serem lavadas são as peças que serão usadas na maternidade e as de tamanho RN – 0 a 3 meses

As roupas devem ser lavadas na máquina por que assim todos os resíduos de produto e sujeiras são retirados.

Algo que devemos dar importância é o produto que vamos escolher. Sempre escolha um sabão líquido e amaciante específicos para a pele de bebê e dermatologicamente testados.

Minha escolha e indicação: Comfort Puro Cuidado que é hipoalergênico e dermatologicamente testado, o que evita problemas de alergia ou de cheiro muito forte nas roupas dos pequenos, o que é ótimo! Eu usei sem medo!comfortprodutoOutra dica muito importante é: Não misture as roupas do bebê com outras roupas do restante da família na mesma lavagem, para evitar o contato das peças com sujeira, suor e outros tipos de resíduos.

Peças delicadas podem ser colocadas naqueles saquinhos próprios para lavagem direta na máquina.

Após a lavagem, guarde as roupas nas gavetas do trocador, para que fiquem sempre com fácil acesso e ao alcance das mãos na hora da troca.

Além dos itens do bebê no quartinho e na cozinha precisamos também preparar a lavanderia antes de recebê-los.

Veja aqui o que não pode faltar:

– 02 baldes – um para lavar e outro para enxágue (ou uma máquina de lavar)

– 01 borrifador (com água) para ajudar a passar as roupas

– Cesto de roupa suja (que pode ser uma gaveta do trocador se tiver espaço sobrando)

– Cesto de roupa limpa, para separar a roupa antes de passar.

O que vocês fazem por ai? Tem mais alguma dica para a lavanderia dos bebês?

*** Fonte: Carol Baldin, Baby Planner – http://www.carolbaldin.com/

 

 

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categorias: Vida de Mãe

Um pediatra na minha casa?

Após uma noite agitada e depois de trocar várias mensagens com a pediatra do Murilo, resolvi testar o site Dr.Vem!  A proposta deles é oferecer uma consulta pediátrica a domicílio. Atualmente o serviço atende apenas a cidade de São Paulo e deve expandir para outras cidades em breve!

Funciona assim:

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Você se cadastra no site, consulta seu CEP para saber se o Dr.Vem! já atende sua região. Depois coloca as informações sobre o paciente e explica o motivo da solicitação. Após alguns minutos recebe um telefonema do médico (a)  para uma espécie de triagem.

Essa conversa serve para entender se a consulta domiciliar pode ser aplicada a nossa necessidade. É nesse momento que verificam se o caso é mais grave e existe a recomendação de uma ida ao pronto-socorro e se o paciente precisa de exames complementares, por exemplo.

Como nosso caso se encaixava perfeitamente na proposta do Dr.Vem!, combinamos a consulta para algumas horas depois.

A Dra. Fernanda Trolezi chegou na nossa casa com um kit que incluía aparelho de pressão, otoscópio para o ouvido, esteto para auscultar o coração e a respiração, além de balança e até aquela “régua” para medir a criança.

Expliquei a ela os sintomas e depois de examiná-lo foi constatado que ele não estava com os ouvidos inflamados como eu suspeitava. Aquela agitação toda pode ter acontecido devido algum desconforto com nascimento dos dentinhos.

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Me tranquilizei e fiquei mais ainda satisfeita quando a Dra. Fernanda explicou que, como coloquei o email da nossa médica no cadastro do site, ela receberia em algumas horas um relatório sobre nossa consulta.

O pagamento é feito via cartão de crédito através do site na hora do chamado e somente é debitado após o término da consulta. A nota fiscal é enviada por email – se o seu convênio médico aceita reembolso é só mandar o recibo como numa consulta tradicional.

Nessa época do ano onde os P.S. dos hospitais estão completamente lotados e com toda a correria da cidade grande, o serviço prestado pelo Dr.Vem! é exatamente o que uma mãe procura: Atendimento rápido, eficiente e super humanizado no conforto da sua casa.

Gostei tanto dessa nova opção de consultas para os meus filhos que me sinto ate mais segura.

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