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Dor nas costas na Gravidez e na Amamentação

Vocês sabem das mudanças no corpo durante a gravidez. Imaginem tudo isso acontecendo quando já temos dois filhos e aquela rotina maluca. A terceira gestação pode até passar mais rápido mas as consequências físicas são percebidas antes e com maior intensidade.
Por isso hoje vou contar pra vocês como evitar dores nas costas na gestação e amamentação.

É super comum mulheres grávidas ou que estão amamentando apresentarem problemas ortopédicos e dores. Eu sofri bastante na gravidez da Maria Teresa e além das dicas que vamos dividir com vocês gostaríamos de deixar aqui esse vídeo do canal Tip Top Tube onde o Dr. Marcelo explica como podemos prevenir essas dores.

A postura que adotamos nesse período sobrecarrega a coluna e pode ocasionar esses desconfortos. Tanto nas gestantes como nas lactantes.

Fizemos um resuminho das dicas que me ajudaram muito e que podem ajudar vocês.

Para evitar a dor nas costas na gravidez:
– Controle do peso.
– Consciência postural
– Caminhadas
– Alongamento
– Exercícios de balanço pélvico

Para evitar a dor nas costas durante a amamentação:
– Amamentar num local adequado
– Usar um apoio para o bebe evitando sobrecarregar os braços e pescoço da mãe
– Encontrar uma posição em que a mãe fique mais relaxada.
– Descansar.

Não se esqueça: Caso as dores persistam você deve procurar um médico.

 

Este post conta com o apoio de uma empresa que confiamos

 

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Dicas para saber como foi o dia do seu filho na escola

“Como foi a escola hoje?”.

Se o seu filho nunca responde, essas 10 perguntas vão te ajudar.

Nós, pais, sempre queremos saber como foi o dia dos nossos filhos na escola. O que aprenderam, com quem brincaram e se aconteceu algo fora do esperado.
Apesar das 4 ou 5 horas por dia cheias de atividades e vivências, a resposta mais comum pra “como foi a escola hoje?” é nada muito mais animador e detalhado do que “bem” ou “legal”.
A boa notícia é que temos como perguntar como foi a escola sem exatamente perguntar como foi a escola.

Isso mesmo, precisamos mudar as perguntas para eles mudarem as respostas.

Aqui vão 10 alternativas de perguntas mais eficazes:

1- Qual foi a coisa mais engraçada que aconteceu na escola hoje? E a mais chata?

2- Se você fosse o meu professor, o que você iria me ensinar? O que eu acharia muito difícil aprender?

3- Se alguém contasse que iria morar lá na lua, quem você gostaria que fosse? Por que?

4- Se você pudesse escolher alguém pra morar aqui em casa, quem seria? Por que?

5- Qual é o seu lugar predileto na escola? Quem também fica lá?

6- Qual atividade você gostaria que tivesse todos os dias na escola?

7- Alguma coisa deixou a sua professora feliz hoje?

8- Alguma coisa deixou a sua professora brava hoje?

9- Alguém precisou de ajuda? Você ajudou?

10- Se a mamãe aparecesse na hora do recreio lá na escola, do que você e seus amigos me ensinariam a brincar?

Essas são apenas algumas sugestões, mas você pode formular inúmeras novas perguntas. O segredo é transformar uma pergunta muito genérica em outras mais específicas e, se possível, adicionar uma pitada de humor (o que as crianças adoram).
Outra dica importante é: não brigue com o seu filho pela informação que ele te traz com frases como “Não acredito que você fez isso! Não quero mais isso, hein?” Lembre-se, para eles é muito fácil simplesmente não responder. Nesses casos em que ele te conta algo não muito positivo sobre o seu comportamento, ouça atento e diga “Filho, isso não parece ter sido muito legal, mas que bom que você está me contando”. Em um outro momento, sente com o seu filho e converse sobre alternativas mais saudáveis para o que aconteceu. Dessa maneira evitamos com que ele se sinta desencorajado em te contar outras vezes.

 

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Vacina da Gripe 2018

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Bom dia queridas!

Hoje vamos falar sobre a vacina da gripe 2018, que já está disponível nas clínicas particulares e em breve também na rede pública.

Os vírus utilizados para a confecção da vacina são atualizados anualmente, e nesse ano a vacina brasileira contou com uma atualização na cepa de Influenza A H3N2.  Isso ocorreu pois essa forma do vírus circulou com força no hemisfério norte em janeiro desse ano, dobrando os casos de indivíduos infectados por influenza em relação à 2017 (com isso provocando a epidemia mais grave registrada nos EUA nos últimos 13 anos).

No hemisfério norte, a vacina acabou por não ser atualizada em tempo e por isso o vírus acabou fazendo mais vítimas.

A composição da vacina TRIVALENTE, que será disponibilizada na rede pública brasileira a partir de 23 de abril contém proteção para 3 subtipos de vírus influenza:

2 influenza A:

– A/Michigan/45/2015 (H1N1)pdm09
-A/Singapore/INFIMH-16-0019/2016 (H3N2)

e 1 influenza B:

-B/Phuket/3073/2013 (Yamagata)

Na rede particular além da vacina trivalente, há a TETRAVALENTE, que contém também o Influenza B da forma Brisbane/60/2008.

As RECOMENDAÇÕES para vacinação são as seguintes:

– todas as crianças de 6 meses a 5 anos de idade
– todos os adultos acima de 50 anos de idade
– todas as gestantes em qualquer fase da gestação
– todas as puérperas até 45 dias após o parto
– adultos e crianças acima de 6 meses de idade com doenças crônicas, cardíacas, pulmonares, renais ou metabólicas
– adultos e crianças acima de 6 meses de idade com hemoglobinopatias ou imunodepressão
– adultos e crianças acima de 6 meses de idade que tenham contato com pacientes de risco
– profissionais de saúde
– pessoas que cuidam das pessoas de risco

Além desse grupo, todos os adultos e crianças acima de 6 meses de idade que desejam reduzir a incidência de gripe também podem receber a vacina.

As CONTRAINDICAÇÕES são:

– crianças abaixo de 6 meses de idade
– pacientes com história de reação grave anterior à vacina da gripe
– pacientes com história de alergia grave ao ovo

**Já a campanha nacional (gratuita) é destinada aos mais vulneráveis, pessoas que podem desenvolver reações mais graves ao vírus; que são:

– crianças de 6 meses a 5 anos de idade
– gestantes e puérperas há menos de 45 dias
– idosos
– profissionais de saúde
– professores de rede pública ou privada
– portadores de doenças crônicas
– povos indígenas
– pessoas privadas de liberdade

Importante lembrar que a vacina da gripe NÃO CAUSA GRIPE. Ela é feita a partir de vírus morto, e não vivo atenuado como era feita há anos atrás. E também que após a aplicação, o organismo leva de 10 a 15 dias para desenvolver os anticorpos, daí a importância de vacinar logo agora no início do outono.

As reações mais comuns da vacina da gripe são uma leve dor e endurecimento no local da picada. Febre, dor muscular ou pele avermelhada são sintomas raros.

Enfim, espero ter ajudado e me coloco à disposição para eventuais dúvidas.
Um beijo,
Flávia Mariano

 

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Meu filho roí as unhas, e agora?

Seu filho roí as unhas?

 

Não é raro os pais trazerem a queixa de que seus filhos estão roendo as unhas e, por mais que já tenham explicado, dado broncas e inúmeras outras medidas, eles continuam a roer.
Este é um hábito que pode acontecer em todas as idades, mas normalmente começa na infância e início da adolescência. Estima-se que 30% da população mundial roa as unhas de forma compulsiva.
Esse comportamento indesejado pode vir por vários razões e, entre elas, a ansiedade. Nesse caso, roer as unhas seria uma maneira de alívio da tensão e pode aumentar em momentos mais delicados como época de provas, competições, troca de escola ou outras situações em que a criança se sente mais insegura. Não é incomum se criar um hábito de alívio de ansiedade. Algumas crianças (e mesmo adultos) podem comer de forma compulsiva, morder os lábios, balançar as pernas, entre outros.
Se seu filho apresentar um grau elevado de ansiedade, a melhor coisa a se fazer é procurar ajuda profissional. Isso porque o roer as unhas seria apenas um sintoma de um problema maior e, mesmo melhorando esse comportamento indesejado, outro pode aparecer no lugar.
Roer as unhas é um hábito difícil de tirar nas crianças por 3 razões: as unhas e boca  estão sempre acessíveis, a sensação de alívio (no caso da ansiedade) é imediata e, por uma questão de desenvolvimento, as crianças ainda tem dificuldade com o autocontrole.

 

O que podemos fazer para tentar aliviar o sintoma é:

 

1- Colocar algo com gosto ruim na unha das crianças. Algumas vezes não resolve, mas ajuda elas a, pelo menos, prestarem atenção no ato que, com o tempo, vira automático.

 

2- Deixar as unhas sempre cortadas e aparadas. Quanto mais “cantinhos”, mais tem aonde os pequenos morderem.

 

3- Explicar para a criança, com uma linguagem apropriada, sobre as sujeirinhas debaixo das unhas e a possibilidade de ficar mais doente. Isso ajuda ela a entender o porquê você irá “pegar no pé” dela.

 

4- Ajudar seu filho a identificar quais os momentos que aumentam as chances desse comportamento aparecer e, assim, também melhorar o autocontrole. A criança pode roer mais quando está na frente da tv, numa véspera de prova, no carro, enfim, mostrar pra ela que podem haver antecedentes que aumentam a probabilidade desse comportamento aparecer. Uma vez que ela os reconheça, fica mais fácil prevenir e controlar.

 

5- Quando a criança se sentir ansiosa, tente explicar o que vai acontecer e  achar “saídas” para aquela situação com ela. Ex. A criança está ansiosa porque vai numa festinha que não conhece ninguém. Você pode pensar com ela em algumas alternativas de como se apresentar, ajudá-la a pensar no que falar para as crianças e do que brincar. Se ela se sentir mais preparada, a tensão tende a baixar e  a necessidade de descarregar a ansiedade por meio de alguma compulsão também.

 

Atenção mamães: Sempre procure um profissional se o fato de roer unhas estives trazendo danos à criança como se machucar, ficar envergonhada por conta das unhas ou atrapalhar as relações entre pais e filhos na busca de solucionar o problema.

 

 

 

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Como iniciar a educação financeira nas crianças

Educação Financeira:

Mesmo muito antes de saber fazer contas, as crianças já vão nos observando e entendo, aos poucos, o papel do dinheiro nas nossas vidas. Ensiná-las desde cedo como administrar o seu próprio dinheiro, aumentam as chances delas terem uma relação saudável com suas finanças no futuro.

Mas como e quando iniciar?

A partir dos 3 anos, a criança já pode ter um cofrinho. É interessante que ela entenda que há um lugar para guardar o dinheiro e, também, que é preciso juntar um pouco para comprar algo.

Com 4 anos já conseguimos dar a noção para a criança de trabalho e salário. De uma maneira adaptada ao universo da criança, essa noção é super saudável. Além de ela ir aprendendo a lidar melhor com o seu dinheirinho, ela também vai entendendo que as coisas não aparecem como mágica em casa, que alguém teve que trabalhar duro para conquistá-las e isso aumenta a gratidão e reconhecimento da criança pelo esforço de seus pais.

A melhor forma de iniciar é escolher alguns atividades que seriam passíveis de remuneração.

Alimentar o cachorro, arrumar a cama, retirar o lixo, ajudar a por a louça na máquina, ajudar a lavar as roupas, etc… Perceba que são comportamentos de “trabalho” e não de bons modos como “não gritar com a mamãe”. Para esses, existem outras estratégias que não são associadas a dinheiro.

Comece escolhendo 1 dessas atividades e estipule uma quantia para ele. Introduza um novo “trabalho” a cada 5 dias, mais ou menos.
Crianças precisam de consequências rápidas para se manterem interessadas, por isso, não demore muito para dar a bonificação para ela depois do “trabalho” e, no início, incentive ela a comprar já no final de semana alguma coisinha para ela. Assim ela consegue perceber mais claramente a relação entre trabalho, dinheiro e aquisição. Um cofrinho daqueles que abrem embaixo são ótimos para isso.
Uma vez que a criança já tem clara essa relação, vale a pena ir mostrando que também há a opção de “poupar”. “Você pode comprar esses adesivos agora ou juntar mais um pouco e, semana que vem, comprar aquela pulseirinha.”

Quando os pequenos já conseguem fazer contas, é interessante dar uma semanada. Ela pode ter um valor “x” fixo e um valor variável dependendo do “trabalho”. É importante explicar e ir dando autonomia para a criança fazer as próprias escolhas. “Se você comprar esse brinquedo caro, não vai conseguir compras as figurinhas que você quer essa semana, tudo bem?” Se a criança optar por comprar, deixe ela arcar com a consequência de não ter a figurinha. Por mais difícil que seja, se aliviarmos muito as consequências, não conseguimos ensinar de forma efetiva para os pequenos como controlarem seus impulsos, fazer escolhas conscientes e como gastar melhor suas economias.

Vale lembrar que as crianças estão aprendendo algo que é difícil até para os adultos, então tenha bom senso, paciência e explique bem as opções que ela tem. Outro ponto importante é que nada substitui o exemplo. Seu filho tende a ter, no futuro, uma relação com o dinheiro parecida com a que ele presencia em casa. Não adianta ensinar a criança a economizar se não é o que ela vê no dia a dia. Talvez, se necessário, seja uma boa hora para fazer alguns ajustes na educação financeira de toda a família.


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4 dicas sobre o “Terrible Two”

Nenhuma criança ou pais escapam da famosa e temida fase do “terrible two”. Isso porque se trata de uma fase de desenvolvimento e não uma questão de personalidade.O que faz as birras, caras feias, desobediência e choros intermináveis aparecerem, é a combinação de 3 fatores: maior autonomia, uma compreensão parcial do mundo e pouco desenvolvimento da linguagem.

Vou explicar melhor o que é tudo isso com um exemplo: Imagina que você está usando uma faca pra cozinhar.

1- A criança consegue ter autonomia de ir até você, pedir do jeito dela e querer (querer muito) que você dê a faca pra ela. Ela não é mais um bebê passivo no mundo.

2- A criança já sabe que a faca serve para cortar (entender isso a torna muito mais atrativa), mas não entende que a faca também corta o dedo dela se ela pegá-la (compreensão parcial).

3- E pela linguagem ainda não estar desenvolvida, nem ela vai entender os seus argumentos e nem vai saber expressar a sua frustração em palavras quando você disser “não”! Ela vai se jogar no chão, chorar, gritar ou qualquer coisa assim.

A boa notícia é que com um pouco mais de desenvolvendo, o terrible two passa.

O que fazer nessa época:

1- Foque mais em consequências do que em “sermões”. Explique para a criança o porque não pode, claro, mas explicar sem consequências não adianta muito. Ex. Se você jogar esse brinquedo no seu irmão de novo, vou tirá-lo de você. Se ele jogar, tire.

2- Tente entender e evitar situações que desencadeiem as “crises”. Deixar a criança muito cansada, com fome, muito estimulada, podem facilitar o descontrole.

3- O melhor a fazer numa situação de birra é ignorar a criança até que ela se acalme. Tentar “acalmá-la”, muitas vezes, mantém a crise por mais tempo e pode correr o risco dela entender que prende a sua atenção dessa maneira. Assim que a criança se acalmar, converse com ela.

4- Entenda que todos os pais passam por isso, então se a criança der aquele show em público, não se sinta a pior mãe do mundo. Tente manter o que se faz em casa e não ceda para a criança.

Essa é uma fase que causa muita angústia nos pais. Se você está com dificuldades, procure uma orientação profissional. Um psicólogo pode ajudar de maneira simples e eficiente a passar por esse momento delicado.

 

 

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4 dicas para melhorar a comunicação entre pais e filhos. 

Como falar para seu filho entender?

Uma das maiores queixas trazidas pelos pais é de que seus filhos não os ouvem. “Eu preciso repetir mil vezes!”, “ eu expliquei e ele fez de novo” são frases muito comuns trazidas pelos pais que eu oriento.

Se a criança tem mais de 3 anos, me faz pensar que, além da idade, talvez esses pais precisem aprender a conversar com crianças no mundo delas. Sim, a comunicação com crianças não é a mesma com adultos. Eles não tem a nossa vivência, nosso vocabulário, nossa compreensão de vida e nem nossas contas para pagar. O mundo é outro e a comunicação também tem que ser outra.

Escolhi 4 dicas que podem ajudar bastante a melhorar a comunicação entre pais e filhos.

1- Escolha o momento certo. As crianças têm dificuldade de concentração, então não adianta falar com as crianças pulando pra lá e pra, correndo. Acalme a criança, peça pra ela sentar, veja se ela está olhando pra você, e aí fale!

2- A melhor hora da conversa não é a hora da briga. Você pode corrigir a criança, claro, mas na hora da raiva, birra, bronca, a comunicação nunca é boa. Ela tá contaminada de emoções. Nem a criança vai estar disposta a ouvir e você vai tenter mais a descontar a raiva do que fazê-la entender mesmo o que não foi legal! A hora que melhor funciona para a maioria das crianças é antes de dormir. Aí sim, com todos calmos, explique o que não gostou e ajude a criança a pensar no que poderia ter sido diferente.

3- Explique o conceito. Esse é o maior erro. Não adianta falar… “Filho, eu to bravo porque você quebrou o brinquedo caro!” ou “você precisa comer legumes porque é saudável!”. Caro, saudável, antigo, educado, são exemplos de conceitos que as crianças demoram muito pra compreender como nós! A melhor forma é explicar o conceito. “Filho, você sabe o que é saudável? Significa que cada fruta ou legumes tem uma vitamina que faz bem para alguma parte do nosso corpo. A cenoura tem vitamina A e ela deixa nossos olhos bem fortes. A laranja tem vitamina C, que cria vários soldadinhos pra defender nosso corpo de bichinhos que querem entrar. Por isso a mamãe quer que você coma frutas, entendeu?”

4- Valide os sentimentos da criança. As crianças ficam frustradas quando acham que não são compreendidas. Se o brinquedo dela quebrou, o amigo não dividiu ou o sorvete caiu no chão. Valide o sentimento, mas diga que há maneiras de lidar com a nossa raiva. “Filho, eu sei que você ficou bravo porque seu amigo não emprestou o brinquedo. É ruim mesmo, mas bater nele não pode! O que podemos fazer da próxima vez?” Se a criança for pequena e não conseguir pensar sozinha, de a alternativa mais adequada pra ela.

Alguns problemas infantis podem parecer besteira pra gente, mas são importantes pra elas.

Uma boa comunicação melhora muito o relacionamento de pais e filhos. Se você percebe muitos problemas nessa área, uma orientação com um profissional pode ajudar.

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Filmes da nossa época que vocês não podem deixar de ver com seus filhos

Miguel desde os 4 anos começou se interessar por filmes e cada ano que passa as novidades nas telinhas saltam aos olhos e assim vamos acumulando títulos e títulos prediletos.

Entre os últimos que vimos e já entraram pra nossa lista dos tops estão: Pets, Sing, O poderoso chefinho, Meu Malvado Favorito 3 e agora aguardamos o filme Carros 3

Semana passada num post dentro do grupo, uma mãe contava que a sua filha tinha visto um filme antigo e estava encantada e por isso ela resolveu pedir dicas para outras mães.

Muitas delas deixaram sugestões maravilhosas e como eu já tinha feito essa pesquisa por aqui e muitos dos filmes citados nós já vimos eu tive a ideia de deixar nesse POST a lista pra todas vocês.

Aproveite as ferias para se atualizar.

Filmes da nossa época que vocês não podem deixar de ver com seus filhos.

Os Batutinhas - Netflix

Os Batutinhas – Netflix

Mary Poppins - Now

Mary Poppins – Now

A História Sem Fim

A História Sem Fim

ET - Netflix

ET – Netflix

Matilda - Netflix

Matilda – Netflix

Esqueceram de Mim - Now

Esqueceram de Mim – Now

Encantada - Netflix

Encantada – Netflix

As Crônicas de Nárnia

As Crônicas de Nárnia

Os croods - Now

Os croods – Now

A Fantastica fabrica de chocolate - Now

A Fantastica fabrica de chocolate – Now

Os Goonies - Netflix

Os Goonies – Netflix

Compramos um Zoo - Netflix e Now

Compramos um Zoo – Netflix e Now

Free Willy - Netflix

Free Willy – Netflix

Querida Encolhi as Crianças - Netflix

Querida Encolhi as Crianças – Netflix

Lassie - Now

Lassie – Now


Espero que gostem!!!

Deixem seus comentários e sua indicações.

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Macetes de mãe

Sabe aqueles truques que só descobrimos depois que temos nossos filhos?

Hoje vou compartilhar alguns macetes de mãe com vocês e espero receber também nos comentários outras dicas, porque esse troca é valiosa.

 

– Talco:

Já mostrei uma vez por aqui minha bolsa de praia e um dos itens que chamou a atenção foi o talco.

Sabe aquela areia que insiste em ficar grudada? Basta jogar um pouco de talco e passar a mão que seu bebe ficará limpinho. O talco tira a umidade da pele e ajuda a soltar a areia sem arranhar a pele. E lembre-se para funcionar a criança precisa estar seca.

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– Saquinhos perfumados:

Essa dica é velha e já muito usada mas acho q pode ajudar as futuras mamães então vou deixar aqui registrada.

Quando os lindos bebes fazem o numero 2, muitas vezes essa fralda se transforma numa verdadeira bomba atômica e não é nada legal deixar essa lembrancinha no banheiro da casa da sua amiga ou outro lugar e por isso eu sempre ando com saquinhos perfumados na bolsa.

Massss, caso você não tenha os saquinhos, serve qualquer sacolinha plástica. Antes de jogar a fralda no lixo, envolva no saquinho feche muito bem e descarte.

saquinho de lixo.

 

– Extensor para body

Sim isso existe e é maravilhoso. São pedaços de tecido com botões que vc pode usar para aumentar um pouco a vida útil das roupinhas dos bebes. Já que crescem tão rápido e perdem muita coisa.

O extensor é simples, barato e fica perfeito.

extensor

 

– Cortar a unha do bebe enquanto ele dorme:

Essa dica não usei no meu primeiro filho, mas como eles sempre vem em formatos diferentes, meu segundo não deixa eu nem chegar perto dele com o cortador. Já grita e foge só de olhar, por isso minha tática é cortar com ele dormindo.

Postei esse foto no instagram e não acreditei com o numero de mães que passam pelo mesmo problema.

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– Cebola para tosse que já foi tanto falada por aqui.

No post explicamos como funciona e para que serve.

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– Como mandar suco natural para escola:

Esse é outro macete que aprendi com uma nutricionista e que sempre que mostro no insta, recebo varias mensagens.

Para fazer é bem simples: Eu bato o suco exatamente como faria para servi-lo imediatamente, mas ao invés disso congelo em forminhas de gelo de preferencia aquelas que tem tampa.

Quando vou mandar para escola, pego uma garrafinha com boca larga e coloco os cubinhos. Ate a hora do lanche os cubos derretem e o suco fica ali prontinho para ser consumido.

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Essas são algumas dicas que eu sempre divido com minhas amigas mães ou gravidinhas.

Tenho certeza que você também tem dicas maravilhosas, ou aquele macete que você só conta para as melhores amigas. Que tal dividir ele conosco?

 

 

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Por que precisamos falar sobre o Bebê JOHNSON’S

Fomos convidadas por JOHNSON’S® para um chá da tarde e bate papo especial de dia das mães na casa da Fafá de Belém e como anfitriã nossa querida Mari Belém do blog Mamãe de Primeira Viagem.

No evento a marca mostrou sua campanha de dia das mãe e surpreendeu a todos com a escolha do novo #BebêJohnsons que estava por lá com seus pais. Lucca um bebe de 1 ano que tem síndrome de down.

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Esse vídeo tão intenso remete um assunto e transmite de uma forma perfeita um sentimento que estava preso e precisávamos soltar, gritar ao mundo o quanto antes.

A Marca deu voz a milhares de mães que se sentem a margem da imagem de mãe idealizada pela mídia e com isso fez com que as pessoas se identificassem e se sentissem representadas, levando à maioria das pessoas as lagrimas.

Durante o bate papo falamos muito sobre como as crianças são puras e nascem livres de qualquer preconceito diferente dos adultos. Outro ponto importante foi que lembramos que a nossa geração não teve esse contato diário durante a infância com crianças especiais como acontece hoje nas escolas e talvez por isso pra nós seja mais difícil líder de maneira natural como deveria ser.

A diversidade é algo que nos últimos anos vem sendo tratado com outros olhos, ainda temos muito que caminhar nesse sentido mas já demos grandes passos.

Essa campanha veio com tudo para abrir o dialogo sobre o assunto!!!

E lembrando que a diversidade não esta só entre crianças especiais, mas também em outras diferenças, como peso, estética, religião, gênero, etnias e raças.

É preciso desmistificar o tema e por isso selecionamos algumas dicas para ajudar as mães afinal :

“Todo bebê é a maior descoberta para uma mãe. Porque todo bebê é um bebê JOHNSON’S®”

5 dicas para estimular a inclusão:

  • Quanto mais cedo as crianças vivenciam as diferenças mais fácil e natural é a inclusão, por isso é tão importante a escolha de uma escola que proporciona essas oportunidades.
  • O lúdico ajuda a introdução do assunto nas famílias, ajuda pais e professores a lidarem com o tema e iniciarem alguns assuntos de forma fácil e no mundo das crianças.
  • Antes de ensinar nossos filhos precisamos nos preparar, e pra isso é preciso se despir de alguns pré conceitos que infelizmente estão enraizados na maioria de nós, mesmo sem perceber.
  •  Lembre-se sempre que diversidade não é uma opção e sim um fato ou uma condição portanto devemos sem nenhum tipo de barreira incluir e aceitar a TODOS independente de sua condição.
  • Fale, fale e fale sobre o assunto. Quanto mais conversarmos, quanto mais mostrarmos, quanto mais natural isso acontecer mais “normal” será. Por isso compartilhe, escreva, comente, divulgue, faça sua parte junto conosco e com a JOHNSON’S® desse movimento.

 

 

#BebêJohnsons

Este post conta com o apoio de uma empresa que confiamos