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Maria Stella Cordeiro Gaeta – entrevista Mãe da semana

Sou Maria Stella, tenho 35 anos (com corpinho de… deixa pra lá), paulistana, fonoaudióloga e mãe de dois, Martina e Bernardo. Dei uma pausa na profissão para cuidar dos pequenos. Moro em Avaré e sou casada com Marcelão, meu príncipe encantado, médico veterinário que trabalha com vaquinhas, touros e bezerrinhos.

Vivi minha vida paulistaníssima até meus 27 anos, sem nunca imaginar que seria feliz no mundo rural. E hoje, “aqui estou eu, vendo a luz brilhar”, como já diria minha amigona de todas as horas, Elsa de Arendel. Amo morar no interior. Posso dizer que tive muita sorte com família. Sou filha de pais trabalhadores, doces, honestos e que sempre colocaram os quatro filhos em primeiro lugar. Recebemos educação, bons exemplos e todos os ingredientes para enfrentar esse difícil mundo. Crescer numa família amorosa ajudou muito a construir meus passos como mãe e esposa. Aos 26 passava por uma inacreditável fossa pelo fim de um namoro, quando minha mãe me chamou para ir ao aniversário de 80 anos da vó Gilda, saudosa amiga da família. O que? Imagina, eu queria mesmo era chorar! Depois de muita insistência dela e da Carol, amiga e neta da vó Gilda, resolvi me aprontar. Ainda bem que eu fui bonitinha! Soube tempos depois que minha mãe ligou secretamente pra Carol e pediu para ela me convidar, pra ver se eu saía daquele chororô. MÃES SÃO SÁBIAS! COISAS BOAS ACONTECEM NOS MOMENTOS MAIS IMPROVÁVEIS. QUALQUER HORA É HORA DE MUDAR A NOSSA VIDA. Quem estava na festa? O neto mais velho da Vó Gilda que eu não via há anos. Cresceu, estava lindo, inteligente, bom papo, ligeiramente tímido… hihihi. Foi numa festa de 80 anos que eu encontrei meu grande amor e 11 meses depois eu estava vestida de branco, convicta de que casava com o amor da minha vida.

A INFERTILIDADE Tentamos um “Pedrinho” durante 4 anos. Éramos muito felizes, mas queríamos mesmo um nenê. Já estava até acostumada a fazer exames ginecológicos, era como sair pra tomar um cafezinho. Os médicos afirmavam que com aquela endometriose eu jamais engravidaria naturalmente. Passei por uma cirurgia mal sucedida e até barriga de aluguel eu já ganhei de presente nessa vida, gesto lindo de uma prima amada, que queria nos ver felizes. Optamos pela FIV (fertilização In Vitro). Achar um médico para fazer nossa FIV não foi fácil. Marcelão é veterinário e trabalha com reprodução, SÓ QUE COM VAQUINHAS! Casa de ferreiro, espeto de pau. As técnicas de fertilização em humanos e bovinos são relativamente parecidas, mas as vaquinhas com certeza sofrem menos pressão psicológica. É comum que sejamos tratados como consumidores, como se fossemos comprar um filho ou um pacote de tentativas de bebês, sem garantias de sucesso, podendo gastar 20, 30, 50 mil, ou mais, muito mais. Se não desse certo poderíamos financiar, vender nossa casa, carro, a mãe… Estávamos numa roleta russa. Depois de algumas andanças e uns trezentos exames ginecológicos, encontramos um profissional cuja palavra ética estava estampada na testa. Simples, de pouca conversa, mas otimista. Pela primeira vez não me senti num shopping de bebês. Descobri, pra melhorar, que a embriologista da clínica, que faria meus nenezinhos no laboratório era irmã de uma amigona da minha irmã. BINGO! Tudo conspirando a favor e eu, pra variar, otimista!

GESTAÇÕES DE RISCO, SONHO, ALEGRIA E MEDO. Logo na primeira tentativa conseguimos nossa Martina. Foi uma gestação dificílima, com sangramentos desde a 5ª semana, até o nascimento. Eu tive uma placenta previa centro total, complicação chatíssima, com direito a muito medo, banhos de sangue cinematográficos e uma internação de 60 dias em São Paulo, sem pisar no chão, até que um sangramento interrompeu nossa espera. Com 35 semanas chegou nossa pequena. Linda, perfeita! Foi uma espera dura, mas deu certo! Valeu cada minuto deitada naquela cama de hospital. Agora era só virar a página e curtir nosso tão sonhado bebê. Eu já estava há quase três meses longe de casa, há dois sem pisar no chão e sentia uma dor infinita, ao pisar, andar, pegar o minha filha de 2 kg. Tinha algo estranho. Os dias que a Martina ficou na UTI foram doloridíssimos. Fisicamente eu não tinha condições, não conseguia pentear o cabelo, fechar soutien, levantar, sentar. Apodreci! Era uma artrite reumatoide. Não queria parar de amamentar, mas meu reumatologista garantiu que poderia tomar a medicação amamentando. “Até gravida toma”, disse ele. Ainda bem!

COMPANHEIRISMO E AMOR Meu marido me ajudava com tudo, no meu banho e do bebê, nas refeições, arrumações, mamadas, amarrando sapatos e cortando meu bife. Que fase… Quando doía muito, ele segurava a nenê pra mamar, enquanto eu ficava deitada, quietinha. Mas isso passou rápido!

O SUSTO Senti todos os efeitos colaterais da medicação pra artrite e meu leite diminuiu drasticamente, mas a dor já estava bem melhor e a vida seguia com alegria. Tonturas, náuseas, vômitos o tempo todo… Se não tivesse nos braços uma bebê de 2 meses poderia até desconfiar que estava grávida, mas jurava que eram os efeitos colaterais da medicação. Estávamos com uma pulguinha atrás da orelha e resolvemos tirar a dúvida. Uma hora depois o exame de gravidez apontou que aquela mulher infértil, que jamais conseguiria engravidar naturalmente, estava grávida DE NOVO, mas desta vez de um menino, o lindo Bernardo. Um susto! Fiquei até com vergonha de contar pro meu ginecologista, pois minha gestação anterior tinha sido muito difícil. Ele me visitou no hospital todos os dias, durante os 60 dias de internação e também depois do parto. Acho que ele queria férias de mim. Tadinho. Infelizmente a segunda gestação também foi complicada, com mais uma placenta prévia centro total. Sim, o raio cai duas vezes no mesmo lugar! Foram meses em repouso absoluto, convivendo com o fantasma do sangramento e o medo da prematuridade. E dessa vez eu não estava sozinha, tinha dona Martininha nos braços.

O MUTIRÃO Não sei como seria se não tivesse recebido a ajuda da minha mãe, meu pai, marido, tia, amigas queridas, irmãos e meu dedicado médico. Foi um mutirão, todo mundo ajudava e a Martina crescia linda, tornando tudo mais leve. Todos juntos vencemos! 2012 foi o ano! Martina nasceu em janeiro, numa sortuda sexta feira 13. 10 meses e meio depois, Bernardo chegou, também com 35 semanas, mas mais gorduchinho, trazendo alegria, alívio, festa, mais cheirinho de nenê e, óbvio, a dona artrite, que dessa vez eu tirei de letra. Coloquei um D.I.U. URGENTE, pois agora sabia que era fértil! Quem diria… Eu sou fértil. hihihi Quem tem bebês próximos como os meus sabe que não é fácil. A correria é grande e a confusão também. Costumo dizer que enquanto um chora de cólica o outro coloca o dedo na tomada. A gente não sabe quem socorre primeiro e tem que se organizar pra não ficar caótico, mas é MARAVILHOSO! O primeiro ano foi bem turbulento, mas nos organizamos e ninguém precisou de psiquiatra. Fiquei mais de 1 ano sem fazer unha, não corto o cabelo há quase 1, academia só ano que vem quando ele entrar na escola, o trabalho deixei pra mais tarde e a independência financeira eu nem sei mais o que é, mas não ligo. Sei que é fase e que em breve eles estarão grandes, nas baladas, querendo que eu pare o carro na esquina pra não pagar mico. A mão tá feia? Unhas sem fazer? Coloco uns anéis lindos e ricos nos dedos e saio para peruar. O corpo não voltou como antes? Blusa solta, um bom rímel no olho e sorriso no rosto. O rosto feliz chama mais atenção que gordura localizada. Não tenho quem fique com as crianças para cuidar de mim como eu gostaria, por isso, faço apenas o que dá. E as madrugadas são minhas. Enquanto todos dormem eu leio, seco o cabelo, olho meus e-mails, fofoco no 4 m@es, arrumo com as duas mãos (sem nenhum bebê pendurado) a bagunça da casa. LIVRE, como a Elsinha de Arendel. Minha mãe veio algumas vezes pra Avaré pra me ajudar e meu marido sempre participou muito. Por isso eu nem tenho coragem de reclamar da loucura do dia a dia. É meu sonho realizado, é delicioso! Daí eu penso que tem gente com 5 filhos e me dou conta de dava para ser beeeem mais agitado. Hoje estamos crescidinhos. Martina tem 2 anos e 7 meses e Bernardo 1 ano e 9 meses. Já falam, já escolhem comida, livros e dvds. Dançam na sala, brincam com fantasias, se empurram, se abraçam, disputam os brinquedos e dividem os biscoitinhos. Tem horas que eu paro, penso e dou risada. Tanta coisa já passou e tudo sempre deu certo, que alegria é ser mãe.

Se eu pudesse contribuir com algo para o grupo diria que sem alegria tudo fica mais difícil e sem colaboração também. Temos bons exemplos no 4 m@aes comprovando que passar por doenças com alegria é muito melhor, cuidar de muitos filhos com alegria é mais fácil, trabalhar alegremente é mais produtivo e educar sorrindo é mais eficiente. O que torna minha vida de mãe mais leve é a ajuda que tenho do meu marido e o sorriso que insisto em carregar comigo. E o que a torna mais feliz é dormir e acordar ao lado desses dois presentes de Deus.

Eu era: Uma sonhadora

Depois da maternidade, eu sou: Depois da maternidade e do casamento, ainda sou uma sonhadora

Como descobriu a primeira gravidez: É obrigatório que se faça exame de gravidez alguns dias depois da transferência de embriões. Estava no carro, sozinha. Raramente choro de emoção, mas nesse dia chorei alto.

E a segunda: Eu era infértil! Não podia engravidar naturalmente. Fui ao laboratório daqui de Avaré e fiz o exame, só pra desencargo de consciência, pois meu marido insistia que a redução no leite poderia ser decorrente de uma gestação, igual as vaquinhas quando emprenham. Levei a Martina comigo no bebê conforto e ela era tão pequenininha que o dono do laboratório ficou intrigado. É possível você estar grávida, moça? Não, disse pra ele, mas vim fazer o exame pra mostrar pro meu marido que ele está enganado. Não sou como as vaquinhas! Uma hora depois toca o interfone do meu condomínio. É Maria Stella? Sim. Aqui é Eline, esposa do Dr Ivam, vim trazer seu resultado. Oi? Na minha casa? Eu não pedi pra entregar. Coisas do interior… Eles acharam tão incomum que não aguentaram a ansiedade. Procuraram meu endereço no cadastro de telefones da cidade e foram me procurar. Queria me entregar pessoalmente e ver minha reação. Que loucura! A Martina tinha 2 meses e eu já tinha um irmãozinho na barriga. Delícia! Qual diferença de idade entre eles: 10 meses e 16 dias. Ambos nasceram em 2012. Uma curiosa loucura! Adoraria conhecer alguém com um intervalo menor. Alguém conhece?

Pretende ter outros: Meu coração insiste em lembrar q tenho mais 6 embriões congelados. Daí lembro das duas placentas previas que enfrentei e pondero. Dois filhos… Está bom demais!

Trabalha: Formalmente não, como fonoaudióloga, mas informalmente, como mãe… Faço muita coisa! Durmo todos os dias as 3 da manhã, organizando a vida dos meus amores. Durante a madrugada faço o que for preciso, preparo papá, arrumo bagunças, molho minhas plantinhas, preparo as coisas do próximo dia para não ter pendências e no dia seguinte apenas ficar com eles. Vivo agarradinha nos pequenos e como moro fora de SP, nem teria com quem deixar para trabalhar. Ano que vem os dois estarão na escola. Aí tudo muda de figura.

Melhor distração: Cada passo conquistado, palavras novas aprendidas, descobertas. O cotidiano é uma distração. O dia a dia nos presenteia com muita coisa gostosa!

Ícone: Nunca tive ídolos. Todos têm defeitos e qualidades, basta conhecer de perto. Mas posso dizer que tive sorte de ter duas figuras admiráveis e muito corretas, que exercitaram como ninguém, papeis de cidadãos, lideres e educadores. Então, meus exemplos são meus pais. Quem conhece confirma!

Ser feliz é: Se contentar com o que tem, transformar limões em limonadas e agir de forma otimista. Quem é alegre atrai situações mais leves e fica mais fácil viver.

O maior sonho: Formar dois cidadãos respeitáveis, educados, queridos, felizes. Ver meus filhos e família bem. Ahhhh. Outro sonho também é dormir e acordar com o corpo da Giselle Bündchen, com uns centímetros a menos, claro! Seria fantástico.

Horas de sono por noite: 5, 6, 7hs. Tudo depende da hora que consigo dormir, ou até a Martina me acordar pra fazer xixi.

Uma dica para as futuras mães: No fim tudo dá certo… haverá dias lindos, outros nem tanto. Enfrentar com alegria atrai bons momentos. Vale muito a pena respirar fundo, desfazer o rosto carrancudo e tentar ser mais feliz.

Uma receita infalível para os pequenos: amor, cafuné nas costinhas, muito beijo e declarações de amor, para que tenham a certeza de que são amados e que estamos aqui pra eles.

Um programa inesquecível: Hoje vivi um momento simples e inesquecível. Estávamos em um parque, numa exposição agropecuária. Eu dei a mão pro Bernardo e o Marcelo pra Martina. Quando nos entreolhamos percebemos que os dois deram as mãos também. Estávamos nós quatro, de mãos dadas, felizes por estarmos juntos, curtindo o trabalho do papai, as vaquinhas da exposição. Não consigo lembrar de programas inesquecíveis, mas de muitos momentos como esse.

A viagem perfeita com os pequenos: Ainda não fizemos viagens grandes. Marcelão acha melhor ficarem maiores para aproveitarmos mais. Por mim já teríamos ido pra china, pra neve, pras Montanhas! Mas nos relacionamento há sempre alguém que tem que ceder. Observo que ele sabe ceder como ninguém em outros momentos e me proporciona muito mais do que eu considero necessário. Então, não me importo em ceder e prorrogar nossa viagem perfeita. Vamos sempre pra São Paulo ver meus pais, irmãos e amigos. Isso tá liberado! Quem sabe não consigo persuadi-lo esse ano?

Stella x Stella: Alegre, otimista, justa. Detesto coisa errada, falta de educação e lagartixa. Adoro café e uma roda boa de conversa fiada. Curto novidades, brigadeiro, cheiro de casa limpinha e festa. Infelizmente odeio ginástica, desrespeito e a atual situação do nosso país. Ambiciono mais respeito pelas pessoas e pelo nosso planeta. Amo ser mãe dos meus pequenos, ser filha dos meus pais exemplo, irmã dos meus queridos irmãos, esposa do meu Marcelão e amiga de vocês!

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Tatiana Rodrigues Sandoval – entrevista Mãe da semana

Quando fui convidada para ser a mãe da semana, fiquei muuuito feliz, (afinal, não sei como vim parar aqui, mas esse grupo faz parte do meu dia à dia e me ajuda demais em meus apuros, rsrs). Saí então pulando pela sala e meu marido rindo da minha cara! Ou seja, minha reação foi bem ao meu estilo de ser, rsrsr..

Logo em seguida me deu um gelo, pois percebi que seria difícil falar de mim, nunca havia passado por isso, mas vou tentar.

Tenho 37 anos, nasci em São Paulo, filha de imigrantes europeus que tiveram que batalhar muito pra me criar.Tive uma infância simples porém muito feliz ao lado de mais duas irmãs.

Sou formada em odontologia há 12 anos.

Apesar do meu jeito espivetada de ser, nunca fui de baladas e nem de “ficar”, sou romântica, sempre tive “namoradinhos” com quem ficava um tempo, depois terminava, ficava sozinha e tal… sempre gostei de ter alguém ao meu lado de verdade. E assim foi até os meus 25 anos quando terminei um noivado e decidi que à partir dalí eu iria começar a curtir, ir pras baladas, “ficar”…

Mas meus planos foram por água abaixo quando após um mês eu fui apresentada mesmo contra a minha vontade ao Fernando, aquele que seria meu grande amor!

Digo contra à vontade porque foi num daqueles programinhas de índio em que um casal de amigos que não quer que você fique sozinha em casa também convida um outro amigo que está na mesma situação e promove um “encontro às escuras”, porque afinal você nunca sabe o que vai acontecer. Sempre pensava: e se eu não for com a cara dele? e se ele tiver mau hálito? e se ele for chato? terei que “ficar” mesmo assim? rsrsrs…

Mesmo sem saber as respostas, não tive como dizer não e fui. Chegando lá a empatia foi recíproca, mas mesmo assim disse pra ele sobre os meus planos de não querer nada sério com ninguém no momento. Ele fingiu concordar, mas desde àquele dia nunca mais desistiu de mim. Saía do trabalho, ía direto pro meu consultório, me esperava até eu atender o meu último paciente, com a desculpa de que era perigoso eu sair de lá sozinha.

E assim fomos nos envolvendo. nos apegando e após 1 ano e meio estávamos casados!

Quando completamos 5 anos de casados, casamos novamente, renovamos os votos na verdade! Foi tão bonito!

Decidimos então que havia chegado a hora de encomendarmos os nossos bebês (que na minha cabeça seriam duas meninas) e dar início a nossa tão sonhada  família!

Na primeira tentativa engravidei do meu príncipe Enrico, hoje com 3a e 11m,.

Não era uma menina como eu havia sonhado, mas a minha alegria era tão grande que isso pra mim já não tinha mais a menor importância.

Ele é meigo, organizado, maduro, me ajuda muito e é um companheiro nota 10.

Pretendia dar um intervalo menor entre uma gravidez e outra, porém para engravidar pela segunda vez demorou um pouquinho, foram 8 meses de tentativas, o que fez com que eles tivessem 2 anos e meio de diferença de idade.

Novamente não era uma menina. Senti uma breve frustração, não vou mentir, mas durou apenas um dia, pois não tenho vocação pra isso, então já no dia seguinte estava eu fazendo mil planos e pensando nas maravilhas e na praticidade de ter dois meninos em casa!

Então, em meio às muita alegria nasceu o Daniel, hoje com 1a e 4m. Ele é marrento, levado, agitado, inteligente, carinhoso…

Ele veio completar essa família maluca que constituí com muito amor ao lado do meu Gordo, que é meu companheiro de todas as horas, super parceiro, amigo, me põe pra cima, vive para nós e como ele mesmo diz, nos ama mais do que à ele mesmo (lágrimas).

Resumindo, sou privilegiada pra caramba, sou feliz, procuro mesmo diante das dificuldades extrair o melhor das coisas, sempre agradecer por tudo e até aqui Deus vem me abençoando demais!

 

Eu era: ansiosa, queria tudo pra ontem, fazia mil planos para o futuro…

 

Depois da maternidade eu sou: aprendi a curtir cada momento, a viver o hoje, a aprender com as pequenas lições do cotidiano, a agradecer à Deus por tudo o que eu tenho sem pensar muito no que eu ainda possa vir a ter.

 

Como descobriu a primeira gravidez: tinha certeza que estava grávida, fiquei só esperando dar o tempo necessário para fazer o teste. Comprei um teste de farmácia e: positivo! Contei pra todo mundo! Quando fui fazer o de sangue deu negativo, quase enfartei! Fiz outro de farmácia e positivo! Até hoje não sei o que aconteceu, mas que eu tava grávida eu tava! rsrsrs…

 

E a segunda: dessa vez foi mais fofo, rsrsr… como eu já estava tentando há um tempo e nada de engravidar, desencanei, joguei nas mãos de Deus. Até que um dia, o Enrico que era pequenininho, nem sabia falar direito, passou a mãozinha na minha barriga e falou: nenê (me arrepio toda quando eu lembro). Fiz um teste de farmácia e deu positivo!

 

Qual a diferença entre eles: 2 anos e meio.

 

Pretende ter outros: biologicamente não! Quem sabe no futuro adotamos um “semi novo”rsrsrs… é uma vontade nossa, mas como eu disse, já não faço muitos planos!

 

Trabalha: sim, no momento não na minha área.

 

Onde ficam: na escola.

 

Por que optou por isso? Porque com a minha mãe não tenho coragem, acho abuso, ela já tem idade. E não tenho nenhuma pessoa em quem eu confie o suficiente pra ficar com eles em casa, tipo uma babá. Então acho a escola a melhor opção.

 

Melhor distração: brincar de qualquer coisa com meus filhos, ler, trabalhos manuais, passeios em família, for mom’s…

 

Ícone: meu pai

 

Ser feliz é: Ter saúde, ver as pessoas que eu amo com saúde. Assistir as descobertas dos meus filhos. Cada momento com a família, com os amigos… Estar em paz com o meu coração!

 

Meu maior sonho: poder livrar meus filhos de todo o mal.

Que meus pais fossem eternos.

 

Horas de sono: 7 ou 8 (se tudo correr bem)

 

Dica para futuras mamães: preparem-se para viver fortes emoções. Ser mãe é viver tudo ao extremo. É se sentir importante, privilegiada, insubstituível…

E porque não, as vezes ter vontade de sair correndo (mas só por alguns segundinhos  rsrsrs…)

 

Uma receita infalível para os pequenos: amor, muito amor!

Paciência, muita paciência!

Jamais menosprezar a capacidade de uma criança de aprender, de se adaptar, de superar…

 

Viagem Perfeita: ainda não tivemos uma grande viagem por conta da pouca idade deles, uma gravidez seguida da outra e tal… Mas, todas as nossas pequenas viagens foram maravilhosas.

Esperando o pequeno crescer mais um pouquinho! O ano que vem promete!

 

Tatiana x Tatiana: leal, tagarela, chata, exigente, justa. Odeio futilidades, narizes empinados, os muito politicamente corretos…

Adoro pessoas simples, de sorriso fácil.

As vezes sou muito sincera.

Amo ajudar, sou disponível.

Sou muito animada, procuro sempre o lado positivo de tudo.

Amo a vida!

 

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Flavia Gregorio Simoni – entrevista Mãe da semana

Recebi o convite para ser mãe da semana e fiquei assustada.

Mas não hesitei em aceitar. Acho que agora, mais do que nunca, meu papel de mãe tem sido o papel principal em minha vida.

Senta que lá vem história…

Para contar um pouco sobre essa grande mudança vou voltar há 15 anos, quando comecei a trabalhar como estagiária em uma empresa. Dois anos de estágio se passaram e então fui efetivada. No mesmo ano, digo no mesmo dia da efetivação, soube que estava grávida do meu primeiro filho, Matheus.

Trabalhei os 9 meses sem faltar, era muito dedicada, sempre fui, mas tinha uma gratidão por ter sido contratada grávida e queria fazer jus a confiança que depositaram em mim.

Matheus nasceu e eu tirei licença maternidade, voltei antes de terminar minha licença. Trabalhava no RH com seleção e treinamento. A empresa precisava de mim e eu voltei, feliz da vida. Recebi muitas críticas da sociedade, pois as pessoas achavam um absurdo deixar um bebezinho tão novinho e voltar ao trabalho. Nunca tive dúvidas se deveria voltar ou não e, se tive, me perdoe a memória fraca, mas não lembro; só lembro de ter retornado sem culpa, e sim: eu amava e amo meu filho.

Logo que voltei ao trabalho, meu marido tirou férias e ficou 30 dias cuidando do nosso tesouro. Quando eu chegava em casa até o banho ele já tinha dado! Um paizão exemplar!

Tive muita sorte, além do meu super-marido, ainda tinha minha mãe e, na época, minha irmã sempre por perto. As duas faziam um diário com tudo que se passava durante o dia; detalhes  mesmo, como: repetiu a papinha, fez muito xixi, sorriu e etc.

Após 4 anos veio meu segundo filho, Gabriel. Eu tive depressão pós-parto. Foi difícil! Achava que não tinha leite suficiente, me isolei um pouco, mas logo melhorei e voltei a trabalhar com força total.

Amamentei os dois até os 6 meses com leite materno exclusivamente, ganhava “parabéns” do pediatra sempre! Sim, eu trabalhava fora mas era uma boa mãe.

Enfatizei sobre meu trabalho, pois, ao contrário de muitas mães que param de trabalhar quando tem filhos, eu, talvez por ser mais nova, tinha verdadeira adoração pelo meu trabalho. Sempre amei minha profissão, Nunca me arrependi.

Meus filhos tiveram o privilégio de ter a avó morando bem pertinho, sempre presente. O pai continuou sendo um paizão e eu, mesmo que trabalhando em período integral, quando chegava em casa, meu tempo era deles. Sentava no chão, brincava e ajudava com os deveres da escola.

Entretanto, depois de 15 anos, algumas coisas mudaram , aquela paixão pelo trabalho, aquela alegria de sair de casa e trabalhar, meus olhos deixaram de brilhar,. Percebi que meus filhos precisavam agora , mais da minha presença .

Em uma reunião da escola , a professora do Gabriel , hoje com 9 anos , me contou que ele fez  uma redação  para o prefeito da cidade , pedido que melhorasse o trânsito pra que eu é o papai pudéssemos chegar mais cedo em casa , meu coração partiu , e chorei  ali mesmo abraçada a professora.

Então, percebi que era hora de parar, repensar a vida, meu futuro e o que eu queria pra mim. E esse é o período que estou. Decidi parar para cuidar de mim, dos meus filhos, do meu marido, enfim, da minha família.

Pedi muito a Deus sabedoria para tomar a decisão certa, uma das mais difíceis que tomei em minha vida e, como acredito que Deus sempre faz o melhor para nós, hoje estou em plena paz, cuidando do que é mais precioso na minha vida: minha família.

Se pretendo voltar ao mundo corporativo? Talvez, mas não agora. Talvez empreender, talvez lecionar, não sei, hoje isso está em segundo plano, e na hora que achar que estou pronta, seja daqui 2, 3, 6 meses (ou seja lá quanto tempo), voltarei a trabalhar, em algo que faça meus olhos brilharem e sempre com amor, muito amor!

Hoje, se tivesse outro filho, escolheria ficar em casa, pois esse é meu momento, as prioridades mudam – e que legal que mudam – mas o mais legal é poder fazer escolhas e não culpar ninguém por elas.  Dá para ser feliz  sendo mãe, sendo tia, trabalhando fora, não trabalhando…

Agradeço a Deus o privilégio por atualmente acompanhar momentos tão preciosos: escutar meu filho mais velho contando sobre as amizades na escola, as novidades, as descobertas; ver o mais novo, ainda tão bebezão, soltando aviãozinho de papel, me chamando de princesa e dizendo que quando crescer quer uma namorada linda e fofinha igual a mamãe. Tem preço isso? Não!!!

Eu era: uma menina, 22 anos, adolescente, descobrindo a vida, as oportunidades e cheia de sonhos.

Depois da maternidade, eu sou: continuo me achando jovem, rs, continuo cheia de sonhos, mas agora tenho dois meninos lindos, que incluo nos meus planos, e a alegria só aumentou.

Como descobriu a primeira gravidez: Estava na casa de uma prima do meu marido, com minha sogra. Estava super feliz, pois tinha recebido a notícia que seria efetivada no dia seguinte (inclusive deveria comparecer para fazer o teste admissional).

Senti enjoos e pensei alto: “só falta eu estar grávida!”. Minha sogra rapidamente providenciou um teste de farmácia que deu positivo. Foi um susto e uma alegria. No fim fui efetivada mesmo grávida, com aprovação da minha chefe que, até hoje, é uma grande amiga.

Detalhe:  minha sogra ligou na mesma hora para o meu marido e deu a noticia, rsrs. Legal, né?

Foi assim que ganhei o Matheus, um ser tão pequeno que mudou minha vida pra sempre.

E a segunda gravidez: A segunda, assim como a primeira, não foi planejada, mas sabe aquelas coisas que acontecem na hora certa e só vamos entender anos mais tarde? Ganhei um anjo, literalmente, anjo Gabriel, veio em um momento muito delicado, um divisor de águas na minha vida e no meu casamento. Sabe a Crise dos 7 anos? Então ela existe, mas Deus também e tenho uma história linda de amor tirada de tudo isso, mas isso fica para um outro momento.

Qual a diferença de idade entre eles: 4 anos. Perfeito, são amigos e brincam juntos (brigam também, né).

Pretende ter outros: Meu marido queria. Confesso que depois que ele operou fiquei triste por não ter tentado. Amo crianças e hoje, com a maturidade da vida, acho que amaria ser mãe novamente, mas encerramos e agora estou curtindo meus pequenos, minhas sobrinhas e filhos das amigas.

Trabalha: Já contei lá em cima, né!

Melhor distração: ADORO sair com as amigas para conversar. Acho que todo mundo tem que ter um tempo #prazamigas!

Ícone: Meu PAI.

Ser feliz é: Viver o presente fazendo o que gosta.

O maior sonho: Ver minha família unida, crescendo juntos com amor, respeito e sempre buscando a sabedoria de Deus para nossas decisões.

Tenho outros sonhos, vários, aliás, mas acho que a Renata vai cortar meu texto de tanto que escrevo, rsrs. Me pergunte que conto depois.

Horas de sono por noite:  depende da noite, mas em média 8 horas.

Uma dica para as futuras mães: Vale a pena educar nossos filhos. Dá trabalho, mas vale a pena. Eles aprendem com nossos exemplos, não com escolas caras e com ótimos educadores, essa responsabilidade é nossa, desde pequenininhos, como diz esse versículo:

“Ensina a criança o caminho em que deve andar, e ainda que for velho não se desviará dele” Provérbios 22.

Uma receita infalível para os pequenos:  AMOR, ensine o amor e ame.

Um programa inesquecível: Primeira vez na praia com as crianças .

A viagem perfeita com os pequenos: Com eles qualquer lugar é perfeito, mas poder conhecer a Disney junto com eles foi muito mágico.

Flavia X Flavia: Amiga, amorosa, fiel, dedicada, guerreira, batalhadora, chorona, chata, comilona, reclamona, impulsiva, coração mole.

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Pat Feldman – Entrevista mãe da semana

Que coisa deliciosa a Renata me chamar pra ser a M@e da semana!! Eu adoro o grupo, participo sempre que posso, aprendo muito e tento ensinar um pouco do que eu sei. Mas aí ela me deu esse questionário para responder e eu fiquei confusa, sabia…Falo mais que a boca sobre tudo, mas não é que na hora de falar de mim, eu fico perdidinha da silva?!? Da próxima vez Rê, vamos nos encontrar e gravar um vídeo com um bate papo, e de preferência na minha cozinha, que é onde eu mais gosto de falar!!!

Eu era:  Pontual como ninguém e um tantinho mais magra (kkkk)

Depois da maternidade, eu sou: Mais ou menos pontual, muito mais plena e completa. Difícil explicar com palavras o que a maternidade faz com a gente, só sei que é bom, muito bom!

Como descobriu a primeira gravidez: Foi interessante, eu simplesmente sabia e pronto, aí com dois dias de atraso no meu ciclo ultra regular, um teste de farmácia confirmou – o que eu achei ótimo, já que com o pavor que tenho de agulhas, qualquer exame de sangue que eu puder evitar, evito!

E a segunda: Eu nem sabia muito se queria o segundo filho, mas marido vinho tentando me convencer há uns poucos meses. Até que um dia eu falei “quem sabe”. Não deu 10 dias e mais um teste de farmácia (e uma vontade louca de fazer xixi a toda hora) confirmaram a 2a. gravidez!!

Qual diferença de idade entre eles: 5 anos e 2 meses. A única certeza que eu tinha é que, se eu tivesse um 2o. filho, a diferença entre eles seria de pelo menos 5 anos!

Pretende ter outros: NÃO!

Trabalha: Trabalho com cozinha, muita coisa feita de casa e outras tantas nas casas das clientes.

Em caso positivo, onde ficam as crianças: Quando trabalho de casa as crianças em geral estão por perto, quando estou especificamente na cozinha (trabalho com culinária) eles aparecem para ver o que estou fazendo, elogiar o cheiro da comida e até se oferecem para ajudar. Já quando o trabalho é no computador, nunca dá para se concentrar igual, mas mãe é mãe, né… Sempre dá um jeito de dar conta de tudo!!

Quando o trabalho me chama para a casa das clientes – dou aulas de culinária em domicílio – eu tento marcar as aulas em horários em que os meninos estão na escola. Quando não tem jeito, organizo com meu marido ou com a minha mãe, que não reclama nada em passar umas horas com os netos!

Por que optou por isso: Optei pelo que me permite ficar ao máximo com eles. A escola – meio período – é o ideal, porque lá certamente estão num ambiente seguro e educativo. Com o pai ou com a vó é farra na certa. Do marido posso dizer que vira criança junto com eles!

Melhor distração: academia, logo cedo, cedíssimo!! Chego lá as 5:50 da madrugada e fico até por volta de 7:30, 8 horas. Me dá pique para o dia inteiro, mas não me deixará nunca magricela (apesar do esforço) porque adoro comer!!! kkkkk Um bom livro também faz a minha cabeça.

Ícone: Não me lembro de nenhuma figura pública para ter como ícone, mas admiro muitíssimo mulheres que se viram em mil para dar conta de fazer e ser de tudo um muito: mãe, mulher, esportista, cozinheira, namorada, amiga e ela mesmo! E fazem tudo isso muito bem! Essas terão sempre a minha admiração!

Ser feliz é: acima de tudo estar bem consigo mesmo. O resto é conseqüência disso!

O maior sonho: Acho que ver os filhos crescerem felizes e realizados é o sonho de toda mãe, né? Mas atualmente o maior sonho material (e caro….) é uma cozinha maior, beeeeem maior!!

Horas de sono por noite: Em torno de 7 horas, as vezes um pouco mais ou um pouco menos. Eu PRECISO dormir, senão não funciono na vida!!

Uma dica para as futuras M@es: A maternidade é tudo de bom, mas estejam preparadas, porque nem sempre é o mar de rosas das fotos de revista. Tem momentos bem difíceis e cansativos e a gente tem que abrir mão de algumas coisas – e ganha muitas outras em troca! Eu gostaria de ter sido avisada dos momentos não tão bons ou muito cansativos. Acho que teria lidado melhor com eles!

Uma receita infalível para os pequenos: Firmeza sempre com as crianças, mas com muito amor e delicadeza. Criança precisa de muito amor e carinho, mas precisa muito também de alguém que lhe mostre o caminho com segurança e certezas. J’s se for receita de comida…. hehehe Meus filhos têm suas favoritas, e eu faço sempre que posso!

Um programa inesquecível: Nossos finais de semana no clube são sempre ótimos, mas quando todo mundo se anima e vai junto para a piscina aí é uma grande farra e uma grande delícia. O clube é muito especial pra mim porque eu nasci e cresci lá,indo praticamente todos os dias e é muuuuuuito gostoso ver meus filhos curtindo o mesmo que eu sempre curti, as mesmas brincadeiras, os filhos das amigas, etc. É como me ver criança novamente, num ambiente que é quase mais a minha casa do que a minha própria casa!

A viagem perfeita com os pequenos: A primeira viagem com meu mais velho para a Disney foi simplesmente o máximo. Os olhos dele brilharam a semana toda, dia e noite. Repetirei essa primeira vez com meu mais novo agora em novembro e não vejo a hora!!!

Pat X Pat: Ai, essa é a parte mais difícil!!!! (risos) Cada hora eu me acho uma coisa!! Nesse momento, acabada de sair da academia,, estou exausta, me achando uma grande esportista. Quando convido os amigos em casa para um almoço – e faço isso com frequência – me acho uma grande chef e uma grande anfitriã. Me vejo como uma ótima mãe, mas que como qualquer ser humano, tem seus momentos de “saco cheio”e fica com vontade de jogar tudo para o alto e ficar um pouco sozinha. Fico mega frustrada se não dou conta de algo que eu acho que deveria conseguir – eu acho que deveria, eu me cobro muito…..

Mas de modo geral sou uma pessoa leve, de riso fácil e com bastante jogo de cintura. Difícil alguém realmente me tirar do sério, mas se conseguir, parabéns, conquistou minha antipatia eterna….

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categorias: Mãe da Semana

Renata Anbar – Mãe da semana

Antes de mais nada, obrigada pelo convite em ser a mãe da semana, fiquei super lisonjeada (e em seguida já bateu aquela preocupação: ai meu Deus, o que vou escrever?! rsrs)
Adoro participar desse grupo, infelizmente quando minha primeira filha nasceu, eu ainda não o conhecia (ou não existia..), isso há quase 6 anos, mas desde que entrei tem me ajudado muito e vai ajudar ainda mais daqui pra frente… rs
Tudo começou (sem a gente saber), na escola.. foram 13 anos no mesmo ambiente, amigos em comum, mesmo recreio, a gente deve ter se esbarrado algumas vezes até, mas não chegamos a nos conhecer. Passados 10 anos, encontrei alguns amigos daquela época num barzinho e, pra minha surpresa, uns dias depois ele me manda um email. Eu não sabia quem ele era, mas ele estava naquela mesa do bar e pediu meu email para minha amiga.. não existia whatsApp, Facebook… ficamos trocando emails por algum tempo e eu não fazia idéia de quem ele era, só sabia que tínhamos estudado na mesma escola e tínhamos vááários amigos em comum!
Não preciso nem dizer que acabou em casamento dois anos depois!
Com uns 3 anos de casados, fomos visitar uma amiga na maternidade, e ela contou que tinha ficado 2 anos tentando até conseguir ter sua filha… aquilo me deu um medo enorme! Decidimos começar a tentar engravidar em seguida.. rsrs E pra nossa imensa alegria e surpresa, no mês seguinte eu já estava grávida da nossa linda Leticia!!! Lembro que eu estava trabalhando num congresso na Venezuela, nem podia imaginar ainda que estava grávida, e só pensava em dormir!
Voltando dessa viagem e passados mais dois dias (e nada da dita cuja descer), decidimos fazer o teste de farmácia… foi quando vi meu marido em seu momento mais frágil, mais entregue e mais lindo do mundo! Ele desabou a chorar, sem acreditar! (antes de casarmos, ele escutou muita besteira de médico em relação a isso… Passou 3 anos do nosso casamento com esse fantasma na cabeça!)
Depois de todo turbilhão de emoções e experiências que passamos quando nos tornamos mães, decidi começar a tentar nosso(a) segundinho(a). A Leticia tinha 1 ano e meio… eu jamais imaginava o que enfrentaria dali em diante.
Conheci exames e problemas que eu nunca tinha ouvido falar e, depois de passar por várias tentativas de tratamentos mais “lights” (coito programado, inseminação), partimos pro que eu mais temia.. a fertilização in vitro. Por várias vezes cheguei a achar que não conseguiríamos, desanimei, chorei muuuuuuito, sofri demais…não podia acreditar/aceitar que não daria um irmão pra minha pequena. Eu, que sempre gostei de casa cheia, amo e tenho meus irmãos como melhores amigos!!
Mas felizmente, após longos 4 anos de espera, veio nosso positivo! Aliás, um meeeega positivo!
Dessa vez quem chorou copiosamente fui eu!! Ainda mais quando soube que eram gêmeos, um misto de nervoso, medo, preocupação e muita felicidade! Estou grávida de 27 semanas de dois meninos, uma gestação difícil, com direito a um baita susto no primeiro trimestre e repouso de 30 dias, mas graças a Deus agora meus pequenos estão crescendo fortes e saudáveis, chutando bastante a barriga da mamãe!!
E agradeço também ao maridão, que sempre esteve ao meu lado, me dando um super apoio para o que eu precisasse e embarcou nessa luta comigo!
Eu era: Uma pessoa super animada, festeira, vaidosa, sonhadora…
Depois da maternidade, eu sou: Continuo festeira, principalmente qdo se trata de eventos pra animar a pequena, vaidosa quando consigo e sonhadora sempre, pois preciso acreditar que tudo vai dar certo! O que mais acentuou em mim foi a intolerância com injustiças, o desejo e a vontade de ter um país melhor para o futuro dos meus filhos. E com isso, a frustração de ver tanta violência, desrespeito espalhados por aí..
Como descobriu a primeira gravidez: Teste de farmácia, em casa com o maridão. E naquele dia SP teve um pequeno tremor (“terremoto”) e estávamos no quarto curtindo a novidade, ainda “caindo a ficha”, emocionados.. quando sentimos o chão tremer de leve, não sei se vcs vão lembrar disso… (foi em 2008). Certamente, um dia inesquecível para nós!
e a segunda: Através de exame de sangue, depois da minha segunda tentativa de trasnferência de embriões. Eu e meu marido na cozinha, com o computador, mega nervosos aguardando aparecer: “exame liberado” no site do laboratório! E a Leticia na sala vendo TV, sem imaginar o que estava por acontecer…. Quando abri o resultado, vi um número que pelo que entendi era positivo, mas já fiquei tão emocionada e chorando tanto, que fiquei com medo de interpretar errado o resultado. Ligamos pro médico que disse: “Tem mais de um bb aí hein!!!!” hahahaha Meu marido quase desmaiou e, a partir daí, contamos os minutos até o US, que finalmente nos revelou que seriam dois bebês!
Qual diferença de idade entre eles: 6 anos
Pretende ter outros: Nãããão! hahahaha Sempre achei linda a idéia de ter 3, nunca pensei que fosse acontecer e agora estou mais do que satisfeita com a família que formamos!
Trabalha: Trabalhei até o susto do primeiro trimestre, agora estou parada, cuidando da minha gestação, que foi tão esperada e tão difícil de alcançar!
Em caso positivo, onde ficam as crianças: Atualmente minha filha fica meio período na escola e sempre foi assim.
Por que optou por isso: Enquanto trabalhava, sempre tentei conciliar minhas atividades no período que ela estava em aula, por essa razão abandonei a vida empresarial doida e corrida, viagens que tinha antes e me joguei numa nova carreira, totalmente diferente, a de fotógrafa!
Melhor distração: Nesse momento é deitar e ficar curtindo cada mexida dos bbs na minha barriga, mas adoro sair pra passear com a pequena e o maridão, seja pra jantar, levá-la brincar ou vendo um filminho embaixo do edredon comendo uma pipoquinha!
Ícone: Puts, não sei.. rs Mas pra mim, família é tudo.
Ser feliz é: Saber que as pequenas coisas do dia a dia representam muito mais do que a gente imagina! Ter saúde e ver aqueles que amamos, bem!
O maior sonho: Ver meus filhos crescerem pessoas de bem, responsáveis, unidos e felizes! E poder curtir mais a vida com o maridão depois de cumprir nossa missão de pais! 😉
Horas de sono por noite: 8hs! Privilégio né!!
Uma dica para as futuras mães: No fim tudo dá certo… haverá dias lindos, outros nem tanto.. e haja paciência!!! Aliás, tô precisando exercitar a minha, alguma dica?! E cuide de perto do seu filho, dê muito amor e tenha certeza que todas nós erramos tentando acertar. Faz parte!
Uma receita infalível para os pequenos: Rotina e sinceridade.
Um programa inesquecível: Pode ser a festa de aniversário dela? Preparei toda a decoração sozinha no niver de 3 anos da Lê, tema Turma do Mickey, e ela me via criando os enfeites, as lembrancinhas, recortando, colando, pintando.. noites e noites adentro! A festa foi demais, ela curtiu muitão e ao final, eu já largada em algum canto super cansada.. ela veio até mim e disse: Obrigada mamãe pela minha festa! Morriiiiiiiii de amor e satisfação!
A viagem perfeita com os pequenos: Fomos a Disney ano passado com a Leticia e espero poder repetir a experiência com a família completa daqui uns anos! E sempre que vamos a praia também é maravilhoso, a Lê ama o mar e nos divertimos muito os três juntos!
Renata X Renata: ai.. difícil.. sou leonina, então imaginem.. sou uma pessoa de coração mole mas muito brava também, que tem esperanças até não poder mais, otimista mas ao mesmo tempo muito realista, com senso de justiça irritante (me faz sofrer) e que se decepciona quando espera das pessoas, o mesmo que ela faria. E já falei que sou sonhadora?! rs
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categorias: Mãe da Semana

Majoy Antabi

Conheci minha cara metade em NY e pouco tempo depois fomos morar em Londres, nos casamos e engravidei dos meus maiores tesouros, os trigêmeos Henri, Maia e Laila. Voltei grávida para o Brasil em 2002 e então decidi lançar o Portal Múltiplos, para compartilhar minhas  descobertas e experiências com famílias que passavam pela mesma situação.

Neste período tive mais uma filha – a fofíssima Raica –, passei quatro anos morando na Colômbia, criei uma confecção, me tornei colunista fixa da revista Pais & Filhos e prestava assessoria a grávidas e mamães de múltiplos.

Atualmente estou à frente da Light & Joy, uma empresa de congelados saudáveis, sem glúten e sem lactose.

Eu era: Incompleta

Depois da maternidade, eu sou: Louca, motorista, psicóloga, personal hair stylist, cozinheira, amante do meu marido nas horas vagas, distraída, buyer de alimentos , atacadistas, costureira de uniformes rasgados, completa e realizada, 100%!

Como descobriu a primeira gravidez: Eu estava dirigindo e a enfermeira da clínica que eu havia feito o exame de sangue me ligou para dar parabéns! Pelos valores do BETA ela me disse que sem dúvida eu estava gerando mais que um baby!Fiquei absurdamente feliz, em êxtase, quase bati o carro de tanta emoção e alegria enquanto eu chorava de emoção! Eu sempre sonhei com muitos filhos então imaginar que pudessem ser dois, três era simplesmente incrível!

Quando e como soube que eram múltiplos: eu tive um ataque de riso do tipo histérico, daqueles incontroláveis enquanto via meu marido pálido, quase desmaiando de susto!

Qual diferença de idade entre os trigêmeos e a sua mais nova: eles tem diferença de quase cinco anos. Os trigêmeos Henri, Maia e Laila tinham 4 anos e 8 meses quando a Raica nasceu. Eles aceitaram numa boa e desde o início da gravidez entenderam que ela não vinha para dividir o amor deles e sim para multiplica-lo!

Pretende ter outros: Se esta pergunta tivesse sido feita há um ano trás eu diria que com certeza sim! Eu sempre fui louca para ter o meu quinto elemento…Mas…Hoje em dia estou em um ritmo de trabalho insano, com uma nova empresa para gerenciar então este sonho ficará guardadinho, quem sabe será usado apenas em outra vida ou quem sabe, eu seja mais louca do que imagino e aparecei grávida!!! Ui ui ui… Me internem!

Trabalha: Tipo muitooooooooooooooooooooo, sou bem workaholic e confesso que amo, é aonde encontro meu sossego, meu canto, minha distração, chegar na minha cozinha é quase como uma terapia!

Em caso positivo, onde ficam as crianças: Eles ficam 3 vezes por semana na escola em período integral. Alguns duas vezes por semana voltam para almoçar em casa. Outros fazem atividades extra e chegam em casa quase na hora do jantar! E eu tenho uma funcionária mega de confiança que mima muito cada um deles até que eu retorne e assuma a galera!

Por que optou por isso: Optamos por escola integral, bilíngue e com atividades extra curriculares no mesmo ambiente porque acreditamos, meu marido e eu, que o maior investimento que podemos fazer para nossos filhos é na educação.

Melhor distração: Meu fogão industrial, meu instaram físico e jurídico e meus livros de cabeceira.

Ícone: Coração

Ser feliz é: Ser você mesmo! 100% do tempo. Sem importar com o que os outros digam. Ou pensem. Ser feliz é um estado de espírito. É ter fé. Dar risada de si própria. Se achar talentosa, bonita, inteligente mesmo quando o mundo parece dizer o contrário. É ter alguém para dar beijo de boa noite, é acordar sorrindo e cantar super desafinada no chuveiro. É andar descalça na grama, ou ir almoçar de havaianas em um restaurante chique só porque não esta a fim de colocar sapato. Ser feliz é ter amigos para comemorar tudo e qualquer coisa. Comer nha benta sem culpa. Falar com o sol, abraçar árvores, idolatrar a lua. Sentir o vento, a chuva e não encanar com a escova que vai virar pixaim. É se conectar com todo os mundos, seres e continuar com os pés no chão. É sonhar, acordada.. Ser feliz é viver!

O maior sonho: O maior é ter saúde para poder ver meus 500 netos brincando e poder mimá-los muito! O a curto prazo é ser capa da pequenas empresas grandes negócios com a minha nova empresa de alimentos congelados sem glúten e sem lactose. O sonho a médio prazo é ser capa da Forbes. E o utópico é que amor faça o mundo girar!

Horas de sono por noite: Durante a semana 5 , nos finais de semana eu hiberno e durmo 8 !

Uma dica para as futuras mães: Não tenha medo de errar, é errando que se aprende. Ninguém nasceu sabendo trocar fraldas, dar banho, estas coisas entre outras a gente aprende na prática! Agora saber educar, saber a hora de dizer sim, não, talvez. é bem mais difícil…então a dica é que siga sempre seu coração porque nele esta sempre a resposta!

Uma receita infalível para os pequenos: Amar muito, sem limites e saber escutar o que eles dizem e principalmente o que não dizem, mas mostram nas atitudes e birras.

Um programa inesquecível: AMOOOOOOOOOOOOOO sair de SP, a qq hora, para escutar o mar. A viagem perfeita com os pequenos: Nossa melhor viagem foi para uma ilha holandesa, bem rústica no Caribe chamada Bonaire. As crianças passaram 15 dias praticamente dentro do mar, curtindo a natureza, explorando praias desertas, conhecendo as mais lindas espécies de peixes do mundo e sem vídeo game, sem brigas, sem lap tops! PERFECT!

Majoy X Majoy: Alegre na maior parte do tempo, divertida quando não esta de TPM, bagunceira SEMPRE, iluminada por nascimento, bondosa por escolha, desorganizada para finanças, inteligente quando o assunto não é matemática, vingativa quando merecem, sonhadora pelo signo, dissimulada quando convém, louca quando ninguém esta olhando e as vezes quando estão olhando também, chocólatra todos os dias, irritada quando esta dirigindo, seachona quando esta seca, brava quando contrariada, mimada pela vida, abençoada pelas escolhas, chata quando fica com sono ou fome, impaciente para ensinar, egoísta para dividir meus filhos e amanditas, cuimenta com meu marido,feliz com a vida, agradecida por tudo que sou e tenho!

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categorias: Mãe da Semana

Vanessa Hippolito

Todas ficam surpresas, e comigo não foi diferente… Ser a m@e da semana! Que honra, obrigada! Lembro de quando fui adicionada ao grupo, 4moms na época…

Minha comadre (Clareane Brisac) estava esperando minha afilhadinha e vi no grupo uma possibilidade de seguir a gravidez, as dúvidas e novidades sobre Vivi, através daqui. Pensei que, por ter uma menina já com 5 para 6 anos, não fosse aproveitar muito. Mas estava enganada! Além de me ajudar com minha Giulia, o grupo me trouxe amizades sólidas, que saltaram do virtual para o palpável.

Bom, sou casada, com um dos meus primeiros namorados. Nos conhecemos quando tinha 16 anos, namoramos e terminamos 1 ano depois. Fiz faculdade, curti muuuuito a vida (ele também) e o reencontrei após 10 anos. Mais 1 ano e estávamos casados. Era pra ser…rsrsrs. 3 anos depois, e após ter sofrido um aborto, veio ao mundo minha primeira princesa, Giulia. Parei de trabalhar durante 14 meses para curtir a maternidade. 7 anos depois, veio a Isadora, minha segunda princesa, cuja pediatra também conheci no grupo. E como mudou minha visão sobre cuidar de criança!!! Ter acesso a tanta informação me fez uma mãe mais informada (claro) e muuuuuito mais preocupada…rsrsrs… Minha hipocondria dá saltos cada vez que leio sobre um “case” novo… Mas ok, melhor saber… E recentemente, passando por um problema de saúde na família, mais uma vez fui surpreendida pela maravilha que é participar de um grupo como este. Fui presenteada com a boa vontade de uma m@e médica que me ajudou e acalmou, assim, pelo simples fato de ser fofa! Portanto, o 4m@es já me ajudou a corujar afilhada, a criar minha primeira, a desejar e ter coragem pra segunda, me deu amigas pra vida toda e vira e mexe me dá uma força com a Isa… É um prazer ser uma m@e (do fundão! Rsrsrs).

Eu era: imatura.

Depois da maternidade, eu sou: das meninas. É possível ser mulher e profissional, sendo delas!

Como descobriu a primeira gravidez: minha primeira eu perdi com 8 semanas… Sofri muito, mas 6 meses depois, na segunda tentativa, lá estava minha Giulia. Fiz teste com nada de atraso.

E a segunda: de tanto ler sobre bebês aqui, fui criando coragem e novamente, após duas tentativas, lá estava Isadora. Também fiz teste antes do atraso…rs

Qual a diferença de idade entre eles: 7 anos e meio.

Pretende ter outros: Não.

Trabalha: Sim, voltei a clinicar (sou ortodontista) há um mês. Trabalho 2 dias por semana e de sábado a cada 15 dias. Em caso positivo, onde ficam as crianças? A mais velha passa a manhã em casa com nossa funcionária e vai pra escola. A mais nova vai para a escolinha de manhã e sai a tarde, junto com a irmã. Aos sábados, ficam com o pai. Durante as férias, ficaram com minha mãe.

Por que optou por isso: Como esperei 1 ano e 9 meses pra voltar a trabalhar, achei que deveria colocar a pequena na escolinha, pra estimular a pequena com mais ênfase. Também fiz assim com a maior, na época.

Melhor distração: são melhores… Estar com as meninas, internet e artesanato.

Ícone: Deus.

Ser feliz é: deitar a cabeça no travesseiro, todas as noites e poder agradecer pela saúde da minha família e amigos.

O maior sonho: ver minhas meninas criadas, felizes, saudáveis e realizadas, num mundo melhor.

Horas de sono por noite: 7 em média… Se durmo menos, não é por causa da meninas…

Uma dica para as futuras mães: amamentem… É difícil, mas é divino.

Uma receita infalível para os pequenos: respeitem sempre uma rotina… Graças a isso minhas duas filhas sempre dormiram a noite toda.

Um programa inesquecível: sempre que nós reunimos com amigos e família. Sempre bom! E programinhas “só meninas grandes” que acho importante e faço sempre com a Giulia.

A viagem perfeita com os pequenos: ainda não fizemos, mas quero levá-las à Disney.

Vanessa x Vanessa: amiga. Se bater o santo, será pra sempre!

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categorias: Mãe da Semana

Melissa Thó – entrevista

Antes de mais nada obrigada Renata Costa pelo convite em ser mãe da semana!!! Adoro ler cada história, conhecer um pouco mais de cada uma e hoje estou aqui para contar a minha história! Agradeço também a Querida Bianca S. Martim, minha amiga de mais de 20 anos, por ter me adicionado ao grupo, que eu gosto tanto!!!

Ui! difícil quando é com a gente, né? Mas vamos lá! Tudo começou quando um dia eu abri a porta de casa para trabalhar e dei de cara com um rapaz no Hall do andar. Pensei: Acho que vi um gatinho! Minha mãe já tinha comentado em casa que tínhamos novos vizinhos, mas até então eu ainda não tinha visto. Bom esse rapaz, o vizinho (como ficou conhecido mais tarde) é o Hélio! Nos encontrávamos sempre no elevador, trocávamos olhares e só. Até que um dia eu estava na varanda do apartamento de uma amiga do mesmo prédio e vi ele chegando de carro, entrando na garagem. Corri pra pegar o elevador, apertei a garagem e desci. Quando o elevador parou na garagem, ele abriu a porta e eu estava dentro (coincidência, né? kkkkk). Aí virei para ele e falei: Eu: Oi tudo bem? Ele: Tudo e você? Eu: Tá calor hoje né? (Era verão e estava uma noite ótima!) Ele: É.. Eu: Quer tomar uma cerveja? Ele: Eu? Eu: É você!!! KKKKKK! Aí saímos pela primeira vez. Mas foi só pra bater papo e se conhecer mesmo, até nossa outra vizinha (a qual eu estava na casa quando vi ele entrar no prédio) foi junto. O primeiro beijo rolou na despedida, quando cada um foi pra sua casa, no mesmo prédio, no mesmo andar, porta com porta! Depois disso ficamos mais algumas vezes, mas entre idas e vindas, pois nesse tempo ele voltou com a ex-namorada, eu comecei a namorar outro rapaz, enfim quando um estava livre o outro não estava e por isso ficamos um bom tempo longe um do outro. Até que um dia os dois livres e desimpedidos, ficamos novamente. Ficamos assim sem compromisso por um tempo, até que resolvemos namorar! Foram 4 anos de namoro, até que me casei com o vizinho! Realizei meu sonho de menina! Casar na igreja, de véu e tudo o mais que eu tinha direito! Passaram-se 1,5 ano de casados e em Agosto de 2006 resolvi parar de tomar a pílula anticoncepcional, pois queria engravidar a partir do início de 2007 e todo mundo me falava que era super difícil engravidar, ainda mais pra quem tomou pílula por muitos anos sem pausa como eu. Pois bem em set/2006 (apenas 1 mês após) eu descobri que estava grávida do meu 1° filho! Foi muita alegria, apesar da surpresa! Em Junho de 2007 nasceu o Enzo, um filho lindo e muito amoroso! Curtimos o Enzo bastante, até que achamos que era a hora do segundinho! E aí foi a mesma coisa, parei a pílula em Jan/2011 e em Fev/2011 estava grávida! De novo aquela alegria sem fim! Alegria maior ainda quando descobri que era uma menininha! Chorei muito quando peguei o resultado da sexagem fetal, afinal na primeira gravidez eu não tinha preferência nenhuma, aliás tinha quase certeza de que seria um menino, mas na segunda gravidez eu queria muito uma menina e Deus nos abençoou com a chegada da Sofia!!! Hoje posso dizer que sou uma pessoa feliz e realizada! Agradeço a deus todos os dias por essa família linda que Ele me deu!

Eu era: Uma pessoa sonhadora!

Depois da maternidade: Uma pessoa bem mais realista, e mais organizada.

Como descobriu a primeira gravidez: Por um teste de farmácia com 7 semanas de gestação. A menstruação já estava atrasada há um bom tempo, mas como foi o primeiro mês, logo depois que parei a pílula e eu sempre fui muito desregrada, achei que seria normal atrasar.

E a segunda: Também por um teste de farmácia, logo no segundo dia de atraso!!!!

Pretende ter outros: Nããããoooo!!! Essa duplinha já nos basta!!! Fora que meu dia já termina umas 23:00h, pois depois que as crianças dormem as 21:00h, é que vou jantar, tomar banho, curtir o marido etc. Imagina com três, kkkkk!

Trabalha: Sim! Trabalho com seguros e também com festas infantis. Ou seja trabalho muito, mas consigo ficar bastante em casa com as crianças, fazer os meus horários etc.

Onde ficam as crianças: As crianças ficam em casa com a babá. Aliás meu braço direito, que já está conosco há 4 anos!

Por que optou por isso: Optei por isso, pois como fico muito em casa (meus trabalhos me dão essa opção) posso acompanhar de perto o crescimento das crianças e quando preciso sair, sei que elas estão bem cuidadas e não preciso ficar incomodando os sogros toda hora (afinal eles já têm uma certa idade e não tem mais tanta disposição). Meus pais depois que casamos, resolveram se mudar também e hoje moram no interior (bem pertinho), mas não dá mais pra contar todos os dias!

Melhor distração: Viajar, sair com a família pra comer fora, receber amigos em casa e fazer festas!!! (Tanto pra mim, quanto pra minhas clientes, adoro!!!)

Ícone: São muitos!!! Mas em especial meu pai que veio de uma família simples e lutou muito para conquistar e nos oferecer uma vida ótima! E minha mãe, que além de mãezona, é uma amiga e tanto! Conto com eles pra tudo na vida! Meus amores, meu porto seguro!

Ser feliz é: Poder viver com saúde, ter dois filhos incríveis e viver com um marido companheiro, amoroso e além de tudo um paizão!

O maior sonho: É ver meus filhos crescerem saudáveis e se tornarem pessoas boas, dignas, merecedores do amor e do carinho de todos que os rodeiam. Quero vê-los encaminhados, criando suas próprias famílias e acima de tudo quero vê-los sempre felizes!

Horas de sono por noite: de 6 a 7 horas!

Hora que curte o marido: A noite e aos fins de semana!

Uma dica para as futuras mães: Aqui em casa o que sempre funcionou e funciona até hoje é rotina e bom senso! Seguir seu coração sempre!

Uma receita infalível para os pequenos: Rotina, boa alimentação, uma boa noite de sono e muito amor!

Um programa inesquecível: Foi uma viagem com o maridão ao Japão! Já com as crianças um dia inesquecível foi quando meu filho foi conhecer sua irmã na maternidade! Indescritível esse dia!

A viagem perfeita com os pequenos: é sempre para a praia! Vamos muito para Maresias, onde temos casa e as crianças simplesmente amam! Sol, mar, areia é diversão garantida!

Melissa x Melissa: Sou muito sincera e amiga. Não guardo mágoas e se tenho algum problema, tento sempre resolver na hora. Sou uma pessoa que procura ver sempre o lado bom das coisas. Até mesmo nas adversidades, penso que poderia ser pior etc. (É o meu lado Poliana de ser!!!) Acho que assim a vida fica mais leve!

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categorias: Mãe da Semana

Maria Aparecida Godoi Valente – Avó da semana

Eu fiz um pedido especial à Renata Costa para que tivéssemos um GRANDMOM da Semana.

Quando pensei em fazer essa homenagem, tinha tudo pronto na cabeça, mas depois que a Renata aderiu à ideia, confesso que bateu o desespero. Mas vamos lá, hoje vocês vão conhecer a minha MOM, Maria Aparecida Godoi Valente.

Com uma mistura bombástica de espanhol e italiano, nasceu em 18/04/1952 essa ariana de sangue quente. Filha de operário e dona de casa, apesar das dificuldades, teve uma infância feliz, muito moleca, cercada de um irmão e de muitos primos e que resultou em muitas histórias para contar sobre os “bons tempos”, quando se podia brincar na enxurrada e o passeio de São João Clímaco à Cachoeirinha era uma viagem cheia de aventuras.

Na adolescência e juventude, deve ter dado muito trabalho ao “Vovô Chico” e à “Vovó Neta”. Foi para o Rio de Janeiro de carona em um caminhão, namorou com o Roberto Carlos, trabalhou, comprou seu fusquinha, fez xixi atrás da Igreja Nsa Sra Aparecida (para as moms desesperadas, contam as más línguas que fez xixi na cama até bem mocinha!).

Só para esclarecer, por muito tempo ela fez com que eu e minhas irmãs acreditássemos que ela realmente havia namorado com o cantor Roberto Carlos, a ponto da gente contar para nossas amigas. Mas o rei que tomou conta do coração dela foi outro Roberto, o meu pai. Casaram-se me 20/01/1978, 20 dias depois do falecimento do “Vovô Chico” (que eu não conheci, mas que pelas histórias é como se tivesse convivido por anos!).

Quase 2 anos depois, eu cheguei de parto normal para alegrar a vida deles. A nenê mais linda da maternidade, moreninha, gorduchinha e de pernas grossas. No dia da minha festa de 2 anos, praticamente interrompendo o parabéns, veio ao mundo minha irmã Aline, de parto normal, a nenê mais linda da maternidade, loirinha, magrelinha e de pernas finas. Em maio de 1985, nasceu a Lilian, de parto normal, a nenê mais linda da maternidade, moreninha, gorduchona e de pernas longas. Sem esquecer da Sunny, que anos depois completou o quinteto feminino da casa, para loucura do Robertão.

Agora pensa numa mulher estressada!!! Criar 3 filhas sem babá, sem empregada, com personalidades completamente diferentes! Vou falar que essa mulher gritava, viu? E também se fingia de morta!!! Quando a gente brigava, ela deitava na cama e fingia que tinha morrido até a gente parar e implorar para ela acordar. Alguém já leu isso em algum manual de mãe moderna? A rotina era de enlouquecer qualquer um. Acorda, arruma para a escola, leva para a escola, limpa, lava, passa, cozinha, pega na escola, ajuda a fazer a lição, faz chamada oral enquanto enxuga a louça, leva para o inglês, para a natação, para o balé, faz o jantar, dá banho… Ufa! No meio disso tudo, ela conseguia decifrar os códigos dos nossos diários, ouvir nossas conversas pela extensão do telefone, entre outras bruxarias para inspecionar nossa vida.

E como exemplo de boa mãe, não poderiam faltar as chineladas! Sabem quando termina a aula e você desce para o pátio na certeza que vai encontrar seu paquerinha e sua mãe já está lá? Sim, ela era a primeira a chegar e ficar esperando no portão! Sabem quando você está de férias, na praia, conheceu um monte de gente nova que combinou de se encontrar na sorveteria 11:30 da noite? Sim, ela fazia entrar à meia-noite! Isso entre outras atitudes dignas de uma mãe chata: me obrigava a comer feijão a banana, a enxugar a louça, a estudar enquanto todo mundo brincava, a ir para o inglês, não me dava todos os brinquedos que eu queria, quando tirava nota boa dizia que eu não fiz mais que a obrigação, sempre tinha horário para voltar para casa, se a festa terminava às 9, ela me buscava 8:30. Meu maior medo na adolescência era que ela me anunciasse na Up & Down (alguém lembra?). Mas pelo menos isso ela nunca fez… E mesmo com esse jeito pouco ortodoxo de criar filhos para os manuais de hoje em dia, quando a gente cresce, casa e tem filhos, se dá conta que o resultado não foi tão ruim assim, né? E que provavelmente vai repetir muitas dessas atitudes, para vergonha geral dos filhos. Sabe por que? Porque a gente percebe que por trás de toda essa chatice, está uma preocupação e um amor que transborda!

Parando para pensar, não consigo me lembrar de um momento em que ela não estivesse ao meu lado. Nas festinhas da escola, nas reuniões de pais, na primeira menstruação, na catequese, nas fossas de amores não correspondidos, no resultado do vestibular, na formatura, na entrevista do primeiro emprego, no casamento, na gravidez que não vinha, na gravidez quando veio, no parto, no pós-parto, na alegria, na tristeza, sempre! E assim ela é até hoje: leoa, intuitiva (bruxa, eu diria!), super-protetora, amiga, confidente, brava, histérica, pau pra toda obra, honesta, caridosa, xereta. E se eu conseguir e puder fazer pelo meu filho uma pequena parte do que ela fez por mim (tirando as chineladas!), eu tenho certeza que serei uma mãe realizada e muito amada.

É essa a história da minha MOM da semana, do mês, do ano, da vida!

Por: Thais Valente

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** Maria Aparecida, espero que goste da surpresa!!!
Não poderia deixar agradecer sua super participação no grupo!
bjos Rê
categorias: Mãe da Semana

Claudia Crespin – Entrevista

Para a minha grande surpresa, eu uma noite de domingo, recebi o convite para ser a Mãe da Semana. Minha pergunta foi:  Mas a Bê já foi a mãe da semana? E para a minha grata surpresa a resposta foi: Vocês são 2 mães e queremos saber a sua visão! Mesmo com um super frio na barriga, aqui estou eu.

Para chegar até aqui, percorri um longo e nem sempre fácil caminho…

Sou a caçula de 3 irmãos, a única mulher de uma família judaica, isso quer dizer, a menininha do papai.

Tive que crescer a força pois, meus pais ficaram muito doentes simultaneamente, desde os meus 14 anos e lamentavelmente, perdi meu pai aos 17 e minha mãe aos 21 anos.

Então me vi completamente sozinha cheia de medos, dúvidas, sonhos e incertezas…

Fui morar sozinha não por opção, mas tive que entrar em contato com tudo isso de forma intensa!  Ufa só de lembrar  é complicado!

A única certeza q eu tinha, era que eu tinha vindo nesta vida para ser mãe.

Terminei meu curso se Pedagogia,  fiz Pós em Psicomotricidade e Psicopedagogia. Dei aula na pré-escola, atendi em consultório e depois de um longo caminho, me encontrei  quase  fazendo um trabalho 100% voluntário, pois tinha dó das crianças que não podiam pagar o tratamento. Nas minhas buscas, acabei no mundo da moda que sempre fui apaixonada e, era cobrada por pessoas da família e amigos que sempre achavam ser meu verdadeiro caminho.

Durante esta caminhada, encontrei a Be, que bagunçou de vez minha história. Por que?  Eu sempre namorei meninos e nunca tinha me imaginado ao lado de uma mulher mas, os nossos caminhos se cruzaram de uma forma arrebatadora que fez eu mudar minha vida completamente. Uma coisa que quem me conhece sabe, é o fato de eu nunca fugir das situações, sempre buscar a verdade, e assumir o que sinto, de bom ou ruim. E então me deparei com a maior dúvida da minha vida, o que seria do meu sonho de cinderela, de entrar na sinagoga vestida de noiva, e de formar a minha família tão sonhada? Desde os meus 6 anos eu dizia que eu teria gêmeos…

Mas e aí, como encaixar estes sonhos em uma relação com uma mulher?  Minha família me conhecendo como eu sou, sabia que eu iria sempre atrás da minha verdade e, sempre tive muito apoio de todos, mesmo que este não tenha sido o sonho deles pra mim ( Na verdade, nem o meu até aquele momento). E depois de um longo e intenso mergulho interno, resolvi me dar a chance de viver aquela minha nova realidade com a mesma intensidade e verdade que sempre fiz com tudo na minha vida. A Bê sempre teve a ideia de ser mãe, o que facilitou muito o nosso relacionamento mas, a ideia dela era adotar um menino. Eu disse a ela, primeiro vamos tentar eu engravidando, porque sempre tive o sonho de sentir minha barriga crescer e, meus filhos mexerem, e caso não rolasse, a adoção também seria minha 2ª opção.

Com 11 anos vivendo juntas e tendo vivido grandes momentos, achamos que era  a hora. Combinamos que faríamos tudo em absoluto sigilo, e fomos fazer o FIV. Como o meu problema não era nada hormonal ou de fertilidade, tive uma produção absurda de óvulos  que desenvolveu uma super estimulação dos ovários. Com isso, não pudemos fazer o FIV com os óvulos frescos, tive que esperar 2 ciclos menstruais e, esperar diminuir meu ovário porque tinha risco deles explodirem caso eu engravidasse. E assim foi, depois deste balde de água fria,fizemos o nosso primeiro FIV (colocamos 3 embriões por conta da minha idade), e nossos BBS  tão desejados vieram!!! O Beta deu super alto e, a médica falou para a Bê que poderiam ser até 4 BBS! Oi?  Como assim 4 BBS?  Foram os 20 dias mais doidos das nossas vidas.  Mas no meio do caminho, no dia do meu aniversário, comecei a ter um sangramento super severo que me fez temer até um pouco mais do 3 mês pela vida dos meus BBS.  Foram inúmeras idas ao hospital com um sangramento assustador que, eu escutava que eles temiam  mais ainda pela minha vida. Eu nunca rezei e meditei tanto em toda a minha vida. Minhas meninas nasceram, Muito, piticas, frágeis e bem diferentes de tudo que eu imaginava. Mile com 1.475 e Bibi com 0,990, tendo chegado a 0,780 nos dias seguintes. Foram 2 meses de UTI Neonatal, de um aprendizado muito maior do que apenas ser mãe!  A volta pra casa também não foi a planejada e sonhada, foi doida, assustadora, revoltante e amarga. Eu entrei em depressão, tive um medo absurdo, muito maior mesmo do que a própria Bê possa imaginar, de perder minhas meninas…

Mas elas são guerreira, fortes, abençoadas e resolveram encher a minha vida de luz e amor! Hoje, são minha razão de viver…

Nestes poucos mais de 3 anos, muita coisa aconteceu, elas mostraram o quanto querem ficar aqui conosco, elas se recuperaram graças a Deus e, hoje são 2 crianças super  felizes, alegres, que fazem as nossas vidas terem sentido, e propósito!

O que quase ninguém sabe, é que em meio a tudo isso, eu desenvolvi um medo terrível de perder minhas filhas que, me desestabilizou completamente! É horrível ir dormir quase 2  da manhã todos os dias e ficar indo ao quarto delas verificar se estão bem e, quando durmo, a qualquer respiro mais forte, eu pular da cama…

Mas estou trabalhando isso e agradeço muito a este grupo por tanto apoio, trocas, carinho, orações e amizade com o Quarteto!

Um Bjo gde

Clau

Eu era: Imediatista

Depois da maternidade eu sou:  Estou aprendendo ainda  que tudo tem seu tempo certo… Ai que difícil!

Como descobriu a gravidez: Com o FIV é tudo monitorado por todos, olhamos o resultado do Beta no computador.

Pretende ter outros:  Vontade não me falta, tenho 15 embriões congelados de excelente qualidade, mas nos dias de hoje, acho difícil! Mas adoraria ter mais…

Trabalha: Sim, tenho uma Oficina de Costura e sou voluntária na Make A Wish Brasil.

Em caso positivo, onde ficam as crianças: Na escolinha. Meu horário de trabalho de reduziu por conta de levar e buscar as meninas.

Por que optou por isso: Como não temos com quem deixá-las, colocamos as meninas em uma escola perto do nosso trabalho mesmo que mais longe de casa, e voltamos todas juntas. Não vemos a hora de mudarmos para perto do trabalho…

Melhor distração: Sem dúvidas, acompanhar o desenvolvimento das minhas filhas bem de pertinho e, poder assisti-las brincarem juntas, me realiza!

Ícone: Meu saudoso Pai que chegou do Egito aos 16 anos sem dinheiro e sem saber falar uma palavra em Português e, se transformar em um super  homem DO BEM! Não conheço ninguém mais honesto e digno que ele. E Minha Amada mãe, que abandonou a família em outra cidade, para acompanhou meu pai na arte de criar nossa família de forma tão linda e ser a minha primeira e maior MELHOR AMIGA!

Ser feliz é:  Receber os melhores abraços e beijos de bom dia todos os dias e,  ter saúde para poder ver minhas filhas crescerem saudáveis e felizes!

O maior sonho: Me tornar avó e poder fazer com minhas filhas e netos tudo que eu sei que meus pais amariam fazer conosco!  E que eu sinto uma super  falta!

Horas de sono por noite: Com muita sorte umas 5… zzzzzzzzzzzzzzzzzzz

Uma dica para as futuras mães: Quando chegarem em casa com seus BBS, façam com que eles durmam sozinhos. Por conta dos severos refluxos que as minhas apresentavam, sempre fazíamos dormir, estávamos sempre por perto e sofremos MUITO até hoje por isso.  E outra dica fundamental que faria minha vida ser bem melhor é, arrumar uma hora para cuidar de mim, desde a maternidade, só vivo literalmente por e para elas.

Uma receita infalível para os pequenos: Não criar filhos que são diferentes e tem necessidades diferentes, da mesma forma. No meu caso de gêmeas, este é um exercício diário mas,  que tem dado certo!

Um programa inesquecível: Sem dúvida a primeira vez  que elas entraram no mar, que nâo foram as primeiras vezes na praia, porque o pediatra não liberava mas, quando elas entraram no mar foi demais! E faziam com as mãozinhas… Vem ondinha, vem ondinha… Aiiiiiiiiiiiiiiiiii…

A viagem perfeita com os pequenos:  A 1ª. Vez  na Disney, onde comemoramos o 3 aniversário delas. Magia total que ecoa até hoje…

Claudia x Claudia: Realizada como mãe, que precisa aprender a achar um tempo para me cuidar, que ama a vida, a família os amigos e viajar… E um ponto a ser trabalhado é o meu  ¨sincericídio¨!!!

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